Mundo

Fórum Econômico Mundial de Davos suspende relações com Rússia

Todos os anos, o fórum reúne a elite política, econômica e diplomática em Davos, uma elegante estação de esqui nos Alpes

Fórum Econômico Mundial de Davos suspende relações com Rússia
Fórum Econômico Mundial de Davos suspende relações com Rússia
Apoie Siga-nos no

O Fórum Econômico Mundial, que será realizado em Davos, na Suíça, de 22 a 26 de maio, decidiu suspender suas relações com a Rússia e não manterá vínculos com pessoas ou entidades sujeitas a sanções – conforme informado nesta quarta-feira (9).

“Após sua condenação do atual ataque da Rússia à Ucrânia, o Fórum está cumprindo as sanções internacionais em evolução”, disseram em um e-mail os organizadores do evento conhecido como Fórum de Davos, confirmando uma reportagem no site americano Politico.

“Em consequência, o Fórum suspende todas as suas relações com entidades russas e não vai se relacionar com nenhuma pessoa, ou instituição, sob sanção”, acrescentam os organizadores, ressaltando que esta decisão vale, “inclusive”, para a cúpula anual.

Vladimir Putin e Dmitri Medvedev falaram cinco vezes em Davos desde 2007, enumerou a mídia americana, lembrando que o atual presidente russo também foi convidado em 2015, após a invasão da Crimeia. Ele acabou decidindo não comparecer.

À época, o fundador do fórum, Klaus Schwab, disse esperar que o evento servisse para “construir pontes” entre as diferentes partes do incipiente conflito na Ucrânia.

Em 2021, Putin participou, virtualmente, do encontro de Davos, já que o fórum havia sido cancelado pela pandemia da covid-19 e substituído por uma edição virtual.

Em seu discurso, ele se referiu, em particular, à extensão do acordo New Start para limitar os arsenais nucleares da Rússia e dos Estados Unidos, celebrando a ampliação do tratado após um acordo de última hora.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo