Política
Datafolha: Dilma e Lula lideram preferências para 2014
Nomes como Joaquim Barbosa, Marina Silva e Aécio Neves são testados em cenários para eleição presidencial
Pesquisa Datafolha realizada na quinta-feira 13 aponta a presidenta Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, como os nomes favoritos para a eleição presidencial de 2014. A menos de dois anos do pleito, eles lideram todos os cenários apresentado pelo instituto para 2.588 pessoas de 160 cidades do País. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Dilma aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea, quando não há uma lista pré-definida de candidatos. Ela é o primeiro nome que vem à mente para 26% dos eleitores. Nesse critério, Lula aparece com 12%. Os principais nomes da oposição chegam no máximo a 3% das lembranças, caso do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Os também tucanos José Serra e Geraldo Alckmin somam 2% a 1%, respectivamente. Marina Silva, hoje em partido, é lembrada por 1% dos entrevistados.
O Datafolha apresentou quatro cenários aos eleitores. No primeiro, Dilma disputaria a eleição com Marina Silva e Aécio Neves. Nesta situação, a presidenta surge com 57% dos votos, o suficiente para vencer a eleição no primeiro turno. A ex-ministra do Meio Ambiente tem 18% e o senador mineiro, 14%. Brancos, nulos e eleitores indecisos somam 11%.
Num segundo cenário, com o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) entra na disputa, Dilma aparece com 54%. Marina tem 18%, Aécio, 12%, e Campos, 4%.
O instituto testou também o nome de Joaquim Barbosa num terceiro cenário. O presidente do Supremo Tribunal Federal, relator do processo do chamado “mensalão”, aparece com 9% das intenções de voto. Ainda sim, Dilma também lidera neste cenário, com 53%, seguida por Marina Silva (16%) e Aécio Neves (11%).
No quarto cenário o instituto lançou o nome de Lula em uma eventual disputa. Ele lidera neste cenário com 56%, seguido por Marina Silva (13%), Joaquim Barbosa (10%) e Aécio Neves (9%).
Pesquisa Datafolha realizada na quinta-feira 13 aponta a presidenta Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, como os nomes favoritos para a eleição presidencial de 2014. A menos de dois anos do pleito, eles lideram todos os cenários apresentado pelo instituto para 2.588 pessoas de 160 cidades do País. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Dilma aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea, quando não há uma lista pré-definida de candidatos. Ela é o primeiro nome que vem à mente para 26% dos eleitores. Nesse critério, Lula aparece com 12%. Os principais nomes da oposição chegam no máximo a 3% das lembranças, caso do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Os também tucanos José Serra e Geraldo Alckmin somam 2% a 1%, respectivamente. Marina Silva, hoje em partido, é lembrada por 1% dos entrevistados.
O Datafolha apresentou quatro cenários aos eleitores. No primeiro, Dilma disputaria a eleição com Marina Silva e Aécio Neves. Nesta situação, a presidenta surge com 57% dos votos, o suficiente para vencer a eleição no primeiro turno. A ex-ministra do Meio Ambiente tem 18% e o senador mineiro, 14%. Brancos, nulos e eleitores indecisos somam 11%.
Num segundo cenário, com o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) entra na disputa, Dilma aparece com 54%. Marina tem 18%, Aécio, 12%, e Campos, 4%.
O instituto testou também o nome de Joaquim Barbosa num terceiro cenário. O presidente do Supremo Tribunal Federal, relator do processo do chamado “mensalão”, aparece com 9% das intenções de voto. Ainda sim, Dilma também lidera neste cenário, com 53%, seguida por Marina Silva (16%) e Aécio Neves (11%).
No quarto cenário o instituto lançou o nome de Lula em uma eventual disputa. Ele lidera neste cenário com 56%, seguido por Marina Silva (13%), Joaquim Barbosa (10%) e Aécio Neves (9%).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.

