Mundo

Rússia não vai invadir Ucrânia ‘a menos que nos provoquem’, diz embaixador russo na UE

Chizhov advertiu que uma “provocação” ucraniana poderia levar o Kremlin a agir

Rússia não vai invadir Ucrânia ‘a menos que nos provoquem’, diz embaixador russo na UE
Rússia não vai invadir Ucrânia ‘a menos que nos provoquem’, diz embaixador russo na UE
Pisar em ovos. Scholz enviou capacetes à Ucrânia e virou piada. Os aliados do Ocidente pedem armas – Imagem: Stefania Loos/AFP e Sergey Bobok/AFP
Apoie Siga-nos no

A Rússia “não vai invadir a Ucrânia a menos que nos provoquem a fazê-lo”, declarou nesta segunda-feira (14) o embaixador russo na União Europeia (UE), Vladimir Chizhov, ao jornal britânico The Guardian.

“Não vamos invadir a Ucrânia a menos que nos provoquem a fazê-lo”, disse Chizhov, que representa a Rússia em Bruxelas desde 2005.

“Se os ucranianos lançarem um ataque contra a Rússia, não deveria surpreender se contra-atacarmos. Ou se começarem a matar descaradamente cidadãos russos de qualquer lugar, em Donbass ou em qualquer outro local”, acrescentou, em alusão à região do leste da Ucrânia onde separatistas pró-russos lutam há oito anos contra as forças ucranianas.

Chizhov advertiu que uma “provocação” ucraniana poderia levar o Kremlin a agir.

“O que quero dizer com provocação é que podem organizar um incidente contra as autoproclamadas repúblicas de Donbass, provocá-las e depois atingi-las com todas as suas forças, provocando, assim, uma reação da Rússia para evitar um desastre humanitário em suas fronteiras”, acrescentou.

A presença de mais de 100.000 soldados russos concentrados na fronteira ucraniana faz crescer o temor do início de um conflito de grandes proporções na Europa.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo