CartaExpressa

Haddad tem ‘maior capacidade de aglutinar’, diz Gleisi em meio a tratativas com o PSB em SP

O estado é peça-chave nas articulações nacionais entre as duas siglas; em SP, os socialistas querem lançar Márcio França

Haddad tem ‘maior capacidade de aglutinar’, diz Gleisi em meio a tratativas com o PSB em SP
Haddad tem ‘maior capacidade de aglutinar’, diz Gleisi em meio a tratativas com o PSB em SP
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Foto: Ricardo Stuckert
Apoie Siga-nos no

Em meio às negociações entre PT e PSB para a formação de uma federação e, consequentemente, de uma aliança em torno de Lula nas eleições presidenciais, a presidenta petista, Gleisi Hoffmann (PR), declarou nesta sexta-feira 14 que Fernando Haddad (PT) parece ter maior viabilidade eleitoral em São Paulo.

O cenário paulista é um dos principais nós a serem desatados por PT e PSB na busca de uma aliança – os socialistas desejam lançar Marcio França para governador. Além de São Paulo, estão em discussão Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Em entrevista a O Globo, Gleisi afirmou que “é legítimo tanto o PT quanto o PSB colocarem os nomes na mesa”.

“De fato, em São Paulo o que a gente tem visto é o Haddad em 1º lugar aqui nas pesquisas, acho que tem uma capacidade maior de aglutinar. Mas vamos sentar e conversar com o PSB”, disse a presidenta do PT. Em Pernambuco, segundo Gleisi, também há necessidade de aprofundar o diálogo.

O PT levantou o nome do senador Humberto Costa para a sucessão de Paulo Câmara (PSB), que está no último ano de seu 2º mandato. O argumento petista é de que os pessebistas não apresentaram, até aqui, um postulante para a eleição. “O Humberto tem trânsito bom com o PSB e sempre esteve junto”, avalia Gleisi.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo