CartaExpressa
Não é possível saber se Bolsonaro terá de ser operado, diz médico
Antônio Luiz Macedo afirmou que o ex-capitão será submetido a um exame de apalpação do abdômen nesta terça-feira 4
O médico Antônio Luiz Macedo, que acompanha o estado de saúde de Jair Bolsonaro, declarou que ainda não é possível afirmar se o presidente precisará ou não passar por uma nova cirurgia. O ex-capitão foi internado nesta segunda-feira 3 no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para tratar uma suboclusão intestinal.
“O cirurgião sou eu e quem vai decidir sou eu. Eu preciso fazer um exame clínico, de apalpação de abdômen. Não adianta nada exame [de imagem] como uma tomografia. É o exame clínico que vai determinar”, afirmou o médico ao jornal Valor Econômico. “Vou operar se achar necessário. Mas, por enquanto, não existe nada. Não dá para dizer nem que sim, nem que não [operar]. Vou sentir pelo quadro clínico.”
A decisão tende a ser tomada nesta terça-feira 4, quando Bolsonaro passará por um exame clínico mais rigoroso.
Macedo deve chegar à capital paulista por volta das 2h desta terça. O médico, que estava de férias nas Bahamas, viajará em uma aeronave de propriedade da Rede D’Or, dona do Vila Nova Star.
Mais cedo, Bolsonaro disse nas redes sociais que sentiu dores após o almoço de domingo no litoral de Santa Catarina, onde passava férias.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Veja os problemas de saúde de Bolsonaro desde o início de seu mandato
Por AFP
Ministros pedem orações para Bolsonaro; Flávio reclama de ‘hipócritas que desejam a morte’
Por CartaCapital



