CartaExpressa

Valdemar Costa Neto emplaca apadrinhado na presidência do Banco do Nordeste

O posto é cobiçado pelo Centrão por ser diretamente responsável pela liberação de recursos para o Nordeste, região decisiva em ano eleitoral

Valdemar Costa Neto emplaca apadrinhado na presidência do Banco do Nordeste
Valdemar Costa Neto emplaca apadrinhado na presidência do Banco do Nordeste
Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Foto: Reprodução
Apoie Siga-nos no

Sem presidente oficial desde setembro de 2021, o Banco do Nordeste deverá ser comandado pelo economista José Gomes da Costa, apadrinhado político de Valdemar Costa Neto. A nomeação deve ocorrer nos próximos dias, de acordo com as informações do jornal O Globo desta segunda-feira 3.

A indicação reforça a influência de Valdemar Costa no governo Jair Bolsonaro. O presidente se filiou recentemente ao PL comandado pelo político e, desde então, tem cedido mais cargos e benesses ao partido do Centrão.

A presidência do Banco do Nordeste é cobiçada pelos políticos por ser um posto diretamente responsável pela liberação de recursos para o Nordeste. A região será decisiva nas eleições deste ano.

Gomes já atuava na diretoria do banco por indicação de Valdemar. O presidente do PL também já havia atuado diretamente nas mudanças ocorridas em setembro do ano passado. Na ocasião, o político divulgou um vídeo em que fazia denúncias contra a gestão de Romildo Rolim, o que resultou na queda do então presidente.

Além de Gomes, Valdemar Costa Neto já emplacou ao menos duas outras indicações no governo Bolsonaro: o diretor de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Gharigan Amarante Pinto, e o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Fernando de Araújo Leão.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo