Mundo
Suprema Corte dos EUA rejeita ação contra obrigatoriedade de tomar vacina
Com a decisão, todos os profissionais de saúde do estado do Maine terão de se vacinar até 29 de outubro
Um juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou na terça-feira 19 a ação movida por profissionais da saúde do estado do Maine contra a obrigatoriedade de vacinação contra a Covid-19.
Com a decisão, todos os profissionais de saúde deste estado terão de se vacinar até 29 de outubro.
Vários funcionários da saúde e um fornecedor de serviços deste setor argumentam que este decreto obrigatório viola seu direito constitucional à liberdade de religião, alegando objeções de consciência à vacina.
A ação foi apresentada contra a governadora do Maine, Janet Mills, e outras autoridades, e pede à Justiça que bloqueie a medida, de forma preliminar, até que o caso seja resolvido.
Ontem, o juiz Stephen Breyer – que responde aos pedidos de emergência do Maine – negou a ação, que já havia sido rejeitada por uma corte distrital.
Na semana passada, o Tribunal Federal do Distrito do Maine determinou que a exigência de vacinação não viola o direito dos trabalhadores à liberdade de religião, prevista na Primeira Emenda da Constituição.
O Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Primeiro Circuito confirmou ontem mesmo a negativa da corte distrital.
Segundo o tribunal, esta medida não os impede de “se manterem fiéis às suas crenças religiosas professadas que, segundo eles, obrigam-nos a recusar a vacinação contra a Covid-19”.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



