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Enciclopédia da fraude

A PF indicia 22 pessoas no caso do rombo no Banco PanAmericano

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Demorou 13 meses e rendeu 10 mil páginas.

Mas a Polícia Federal finalmente concluiu o inquérito sobre as fraudes contábeis no Banco PanAmericano, que pertencia ao empresário e apresentador Silvio Santos.

A conclusão parece uma enciclopédia da fraude.

Entre os verbetes das acusações da PF estão gestão fraudulenta, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, uso de caixa 2 e diversos outros crimes financeiros.

Vinte e duas pessoas foram indiciadas, incluindo cinco ex-diretores, três ex-funcionários e um ex-presidente do Grupo Silvio Santos.

Cinco foram apontadas como laranjas do esquema, por encabeçar empresas de fachada que serviam para movimentar bônus para os diretores envolvidos na fraude, que levou o Fundo Garantidor de Créditos a resgatar a instituição, cujo rombo chegou a 4,3 bilhões de reais.

A PF bloqueou ainda 21 milhões de reais em investimento dos suspeitos. Vinte e nove imóveis e três embarcações ficaram indisponíveis. O caso agora foi encaminhado ao Ministério Público Federal.

Após cotejar as informações com outras do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários e da auditoria interna do próprio Pan-Americano, uma denúncia pode (e deve) ser encaminhada à Justiça.

As penas podem chegar a 31 anos de prisão, se todos os verbetes da fraude bilionária forem procedentes.

Demorou 13 meses e rendeu 10 mil páginas.

Mas a Polícia Federal finalmente concluiu o inquérito sobre as fraudes contábeis no Banco PanAmericano, que pertencia ao empresário e apresentador Silvio Santos.

A conclusão parece uma enciclopédia da fraude.

Entre os verbetes das acusações da PF estão gestão fraudulenta, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, uso de caixa 2 e diversos outros crimes financeiros.

Vinte e duas pessoas foram indiciadas, incluindo cinco ex-diretores, três ex-funcionários e um ex-presidente do Grupo Silvio Santos.

Cinco foram apontadas como laranjas do esquema, por encabeçar empresas de fachada que serviam para movimentar bônus para os diretores envolvidos na fraude, que levou o Fundo Garantidor de Créditos a resgatar a instituição, cujo rombo chegou a 4,3 bilhões de reais.

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