Mundo
Um cônsul acusado de assédio moral
O cônsul-geral do Brasil em Sydney, Américo Dyott Fontenelle, é acusado de intimidar e humilhar subordinados. A Comissão de Ética do Itamaraty decidirá se abre uma sindicância contra o diplomata
A Comissão de Ética do Itamaraty decidirá, até o fim do mês, se abre uma sindicância contra o cônsul-geral do Brasil em Sydney, Américo Dyott Fontenelle, para investigar a prática de assédio moral.
Após encaminhar várias denúncias, oito funcionários do consulado apresentaram um abaixo-assinado no qual pedem um processo disciplinar contra ele e o cônsul-adjunto, Cesar de Paula Cidade.
Ambos são acusados de intimidar, humilhar e agredir subordinados verbalmente. Enviado à Austrália em fevereiro, o embaixador do Brasil no Kuwait, Roberto Abdalla, preparou um relatório sigiloso sobre o caso. Fontenelle já havia sido investigado por assédio moral em 2007, quando atuava no Canadá, mas o processo foi arquivado. O Itamaraty nunca puniu um funcionário por assédio moral.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


