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Com vacinação lenta e CPI, rejeição a Bolsonaro fica em 49%

Nunca antes na série histórica, a rejeição ficou por tanto tempo com um valor próximo aos 50%

Com vacinação lenta e CPI, rejeição a Bolsonaro fica em 49%
Com vacinação lenta e CPI, rejeição a Bolsonaro fica em 49%
O presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Isac Nóbrega/PR
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Com a vacinação em ritmo lento e o andamento dos trabalhos da CPI da Covid no Senado Federal, a rejeição ao presidente Jair Bolsonaro ficou em 49%, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira 11 da EXAME/IDEIA.

O índice ficou na margem de erro desde a última pesquisa do instituto.  Nunca antes na série histórica, medida desde o início do governo, a desaprovação ficou por tanto tempo com um valor próximo aos 50%. O patamar foi alcançado no dia 25 de março.

Para o fundador do IDEIA, Maurício Moura,  a vacinação lenta é o motivo pela desaprovação do presidente estar tão alta por tanto tempo. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados na quinta-feira, 10, cerca de 11% da população brasileira está imunizada com as duas doses.

Outro ponto que expõe negativamente o governo de Bolsonaro é a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga ações e omissões do governo federal durante a pandemia.

Em pouco mais de um mês de trabalhos, os senadores já ouviram ex-ministros da Saúde, o atual, além de representantes de laboratórios de vacinas. Documentos obtidos pela CPI mostram que o governo federal ignorou, pelo menos, 53 e-mails da Pfizer sobre a vacina.

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