CartaExpressa

Copa América: Queiroga contradiz o general Ramos e afirma que vacinação de jogadores não é obrigatória

‘Todos vacinados, foi a imposição que nós tratamos com a CBF’, disse o ministro-chefe da Casa Civil no fim de maio

Copa América: Queiroga contradiz o general Ramos e afirma que vacinação de jogadores não é obrigatória
Copa América: Queiroga contradiz o general Ramos e afirma que vacinação de jogadores não é obrigatória
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou nesta segunda-feira 7 que a vacinação das delegações estrangeiras que virão ao Brasil para a disputa da Copa América não será obrigatória. A afirmação contradiz um comunicado feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, o general Luiz Eduardo Ramos, em 31 de maio.

“Exigir-se a vacinação ou vacinar os atletas neste momento não traria imunidade até o início da competição”, disse Queiroga entrevista coletiva. “Não será uma imposição a questão da vacina. Os que estiverem vacinados, melhor, mas não se fará um esforço maior para se vacinar esses atletas agora, até porque a vacina poderia causar algum tipo de reação e isso poderia comprometer o ritmo competitivo dos jogadores”.

No dia em que a Conmebol anunciou o Brasil como sede da Copa América, Luiz Eduardo Ramos afirmou que a imunização das 10 delegações que competirão no País seria obrigatória.

“Esse evento, caso se realize, não terá público. No momento, são 10 times, dois grupos, 65 pessoas por delegação. Todos vacinados, foi a imposição que nós tratamos com a CBF. Até agora não há documento firmado, apenas essas tratativas. A seleção brasileira também será vacinada”, declarou Ramos na ocasião.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo