Mundo
Arcebispo pede perdão a homossexuais que se sentem rejeitados pela Igreja Católica
O croata Mate Uzinic criticou católicos que querem ‘servir a Cristo na Igreja através da discriminação, agressão e violência’ contra LGBTs
O arcebispo croata Mate Uzinic pediu perdão nesta segunda-feira 17 aos homossexuais que se sentem rejeitados pela Igreja Católica, um gesto sem precedentes no país conservador.
Alguns católicos querem “servir a Cristo na Igreja através da discriminação, agressão e violência, voltando-se contra os homossexuais”, publicou o arcebispo no Facebook, aproveitando o Dia Mundial contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia para denunciar que os chamados do Papa pelo respeito aos gays continuam sendo ignorados por alguns fiéis.
“Lamento que ainda haja católicos que não concordem com isso”, acrescentou o arcebispo de Rijeka.
“Peço perdão às pessoas homossexuais, porque podem continuar se sentindo rejeitadas pela Igreja por esse motivo, e também porque não obtêm o acompanhamento pastoral a que deveriam ter direito.”
Cerca de 90% dos habitantes da Croácia são católicos. Apesar dos progressos nos direitos da comunidade LGBT registrados nos últimos anos, o coletivo continua sendo alvo de discriminação e ameaças nos países da região.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


