CartaExpressa

Ciro detalha planos para 2022: ‘Quero que o DEM venha comigo’

Além de obter apoio na ‘centro-esquerda’, com PSB, PV e Rede, o pedetista tenta costurar uma aliança com o PSD

Ciro detalha planos para 2022: ‘Quero que o DEM venha comigo’
Ciro detalha planos para 2022: ‘Quero que o DEM venha comigo’
Foto: Reprodução
Apoie Siga-nos no

O ex-ministro Ciro Gomes, provável candidato do PDT à Presidência da República em 2022, detalhou sua expectativa quanto à aliança em torno de seu nome. Além de siglas da centro-esquerda, o pedetista espera conquistar o apoio de partidos que tentam se colocar no “centro”.

“Dado que o Lula quer se impor e o Bolsonaro quer se impor, o que resta para mim é discutir uma ampla aliança de centro-esquerda fora desse espectro. De um lado, meus vizinhos mais tradicionais: o PSB, o PV e a Rede, da Marina Silva, que é uma figura importantíssima e que tem sido censurada”, afirmou nesta quinta-feira 15 Ciro durante o programa Política e Patuscada, no Clubhouse.

“A partir daí nós vamos conversar com o DEM, que não está no Centrão e que está numa confusão interna, dividido em três correntes. Uma parte quer o Bolsonaro, outra parte quer filiar o Huck e outra parte quer votar no Doria. Eu estou querendo que eles venham comigo. Então, são quatro partes, na prática. Vamos ver o que eu consigo”, acrescentou.

“O PSD também virou um partido relevante do ponto de vista desse acesso à centro-direita e que tem uma figura muito importante emergindo na política brasileira, que é o atual prefeito de Belo Horizonte, que tem, se quiser, a condição favorita de ser o governador de Minas Gerais, que se chama Kalil. Então, essa é a minha tática”, completou Ciro Gomes.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo