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Carmen isola Toffoli e Kassio Nunes e vota pela constitucionalidade da proibição de missas e cultos: 6 a 2
‘A cristandade é uma forma de vida, não se empenha na morte’, afirmou a ministra
A ministra Cármen Lúcia votou nesta quinta-feira 8 pela constitucionalidade da proibição de celebrações religiosas presenciais no momento mais dramático da pandemia. Ela seguiu os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber.
“Não se discute a liberdade de consciência ou de crença, mas o exercício do cultos ou de determinados rituais”, afirmou Cármen Lúcia. “A pandemia não compromete apenas uma pessoa, mas a coletividade”.
“A cristandade é uma forma de vida, não se empenha na morte”, acrescentou. Segundo ela, “a aglomeração é um ato de descrença, de falta de fé na Ciência, no Deus da vida e no outro”.
Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli foram os únicos a defender a liberação das cerimônias. Assim, o placar parcial é de 6 a 2 pela constitucionalidade da proibição das atividades.
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