Política
Trocas na PF são ‘normais’, afirma Mourão
‘Faz parte, muda o ministro ele traz gente que ele considera que é mais, vamos dizer assim, ligada ao modo dele pensar’
O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira 7, que a mudança no comando da Polícia Federal (PF), anunciada ontem, é algo “normal”. Para ele, a mudança era esperada já que o governo tem um novo ministro da Justiça e Segurança Pública, o delegado da PF Anderson Torres. O vice-presidente opinou ainda que a chefia da PF tem um “caráter político”.
Na terça-feira, no mesmo dia em que foi oficializado no governo, Torres escolheu o delegado Paulo Maiurino como novo diretor-geral da PF. Ele substituirá o atual chefe da corporação Rolando Souza. O ministro também trocou o comando da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O novo diretor-geral da PRF será Silvinei Vasques.
“Faz parte, muda o ministro ele traz gente que ele considera que é mais, vamos dizer assim, ligada ao modo dele pensar. Normal isso, sem problema”, disse Mourão na chegada à vice-presidência nesta manhã.
Mourão também comentou sobre as críticas em relação ao novo escolhido para o comando da Polícia Federal por já ter ocupado cargo político. Isso porque Maiurino trabalhou no governo de São Paulo como secretário de Esporte, Lazer e Juventude, na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB). “Essa função de diretor geral (da PF) tem um caráter político também, não vejo problema nisso”, reforçou Mourão.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



