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Após detectar um novo caso de Covid-19, Nova Zelândia retoma confinamento em sua maior cidade

As novas restrições em Auckland devem durar no mínimo sete dias e são anunciadas menos de duas semanas depois de um lockdown de três dias

Após detectar um novo caso de Covid-19, Nova Zelândia retoma confinamento em sua maior cidade
Após detectar um novo caso de Covid-19, Nova Zelândia retoma confinamento em sua maior cidade
Jacinda Ardern. Foto: MICHAEL BRADLEY/AFP Premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern (Foto: MICHAEL BRADLEY / AFP
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A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, ordenou neste sábado 27 que a maior cidade do país, Auckland, volte a adotar o confinamento após a detecção de um novo caso de Covid-19.

As novas restrições em Auckland devem durar no mínimo sete dias e foram anunciadas menos de duas semanas depois de um confinamento de três dias na cidade.

A partir de domingo, os moradores da cidade de 1,7 milhão de habitantes terão de permanecer em suas casas, exceto para trabalhar ou fazer compras de primeira necessidade. Escolas e estabelecimentos comerciais não essenciais permanecerão fechados.

O restante do país está submetido a restrições, como o limite de concentrações ao máximo de 100 pessoas e a obrigação do uso de máscara no transporte público.

Ardern anunciou neste sábado que um novo caso de coronavírus confirmado representa uma “causa de preocupação”, pois trata-se de uma pessoa contagiosa há uma semana que não estava em isolamento.

O confinamento anterior, o primeiro em quase seis meses em Auckland, foi adotado após a descoberta de três casos na cidade.

Desde então, várias pessoas com um vínculo comum com uma escola do sul da cidade apresentaram sintomas. Ardern disse que o caso confirmado não pode ser diretamente vinculado a outros testes positivos registrados há duas semanas.

A primeira-ministra considera que a epidemia avança porque as pessoas não se isolam como deveriam.

O balanço da Nova Zelândia na luta contra a Covid-19 é elogiado pela comunidade internacional. Vinte e seis pessoas morreram vítimas da doença no país de cinco milhões de habitantes.

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