Política
Doria sanciona multa de até R$ 99 mil para quem furar fila da vacinação
O agente público que aplicar a vacina também será multado.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou nesta sexta-feira 12 um Projeto de Lei prevê multa de até R$ 99.000 para quem furar a fila da vacinação contra a Covid-19 em todo o estado de São Paulo.
A lei foi publicada no Diário Oficial do estado deste sábado 13. Os valores recebidos por meio das multas serão recolhidos ao Fundo Estadual da Saúde.

O agente público que aplicou a vacina na pessoa que furou a fila também será multado. A multa prevista, nesse caso, é de 850 UFESPs, calculada atualmente em R$ 24.726,50. A pena também pode recair para os superiores hierárquicos, caso seja comprovada que veio dele a ordem ou o consentimento para a vacinação.
A campanha de imunização em São Paulo contra o novo coronavírus (Covid-19) teve início no dia 17 de janeiro com a vacinação de profissionais de saúde diretamente relacionados ao tratamento contra a covid-19, além de indígenas e quilombolas.
Na semana passada teve início a vacinação de idosos com idade superior a 90 anos de idadee, ontem (12), a vacinação para o público acima de 85 anos de idade.
O governo de São Paulo anunciou para o dia 1º de março o início da vacinação de idosos com idade superior a 80 anos de idade.
Com informações da Agência Brasil.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Contra ‘ala Doria’, PSDB mantém Bruno Araújo na presidência
Por CartaCapital
Bruno Covas e João Doria, por que tanta maldade?
Por Luiza Erundina, Lúcio Gregori e Mauro Zilbovicius


