Política
Com apoio de PT e PSDB, Milton Leite (DEM) é eleito presidente da Câmara de SP
Leite está na Câmara Municipal desde 1997; em 2020, ele teve a campanha mais cara entre todos os candidatos na capital paulista
Por 49 a 6 votos, o vereador Milton Leite (DEM) foi eleito o presidente da Câmara Municipal de São Paulo para o ano de 2021, derrotando a vereadora Erika Hilton (PSOL). Preferência da maioria dos partidos com representação na Casa, Leite já exerceu a presidência do Legislativo paulistano em 2017, 2018 e concluiu a legislatura de 2020, depois que o então presidente Eduardo Tuma (PSDB) foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM).
Leite está na Câmara Municipal desde 1997 e já foi reeleito seis vezes desde então.
Em 2020, ele teve a campanha mais cara entre todos os candidatos em São Paulo. Com um gasto de 2,5 milhões de reais, foi o segundo mais votado da cidade, perdendo apenas para o petista Eduardo Suplicy.
Antes da votação, Leite recebeu o apoio público de DEM, PSDB, PSB, PT, Republicanos, PL, PTB, Podemos, SD, MDB, PSL, PSC, PP e PSD.
Já Erika contou com o apoio dos seis vereadores do PSOL.
Em seguida, a vereadora Rute Costa (PSDB) foi eleita a 1ª vice-presidente da Câmara de São Paulo com 48 votos e 7 abstenções.
Atílio Francisco (Republicanos) foi eleito 2º vice-presidente por 49 votos, 2 abstenções e 4 ausências.
Juliana Cardoso (PT) foi eleita a 1ª secretária por 42 votos, 8 abstenções e 5 ausências.
Fernando Holiday (Patriota) foi eleito 2º secretário com 41 votos, 8 abstenções e 6 ausências.
Antes da eleição da Mesa Diretora da Câmara, houve a cerimônia de posse dos 55 vereadores da 18ª Legislatura (2021-2024), do prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB) e do vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



