Economia
Embraer acusa a Boeing de encerrar “indevidamente” acordo de compra
Embraer diz que Boeing “fabricou falsas alegações como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação”
A fabricante brasileira de aeronaves Embraer acusou, neste sábado 25, a americana Boeing de “rescindir indevidamente” o contrato de compra de sua divisão comercial, usando “falsas alegações” para evitar cumprir seus compromissos. Mais cedo, a construtora aeronáutica americana anunciou a rescisão do acordo de US$ 4,2 bilhões para adquirir a divisão de aviões comerciais da sua rival brasileira.
“A Embraer acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente o Acordo Global da Operação (MTA) e fabricou falsas alegações como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação e pagar à Embraer o preço de compra de U$ 4,2 bilhões”, disse a brasileira em comunicado.
Boeing e Embraer planejavam formar uma joint venture na qual a americana teria 80% da participação nessa divisão. Os 20% restantes permaneceriam sob controle da brasileira. O acordo deveria ser finalizado até sexta-feira, 24 de abril. A Boeing, no entanto, explicou que exercia seu direito de desistir do contrato por a Embraer não atender às condições necessárias, segundo comunicado de imprensa divulgado também neste sábado 25.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



