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Fechamento: Brasil enfrenta uma grave epidemia de bolsonavírus

O pífio crescimento de 1,1% em 2019, menor do que nos dois anos de mandato de Michel Temer, deixam claros os erros da condução do País

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Depois do frustrante resultado do PIB no ano passado, o Brasil, como o resto do mundo, enfrenta agora os efeitos do coronavírus. A paralisia dos negócios e o pânico nos mercados provocados pelo vertiginoso aumento dos contágios, mostra a reportagem do editor Carlos Drummond, vão reduzir o crescimento global. E não adianta Jair Bolsonaro convocar um suposto humorista para fazer graça. O pífio crescimento de 1,1% em 2019, menor do que nos dois anos de mandato de Michel Temer, deixam claros os erros da condução do País. É a epidemia sem fim do bolsonavírus.

Além da análise econômica de Carlos Drummond, a edição desta semana, que começa a chegar às bancas na sexta-feira 6, estampa uma entrevista do governador do Ceará, Camilo Santana. Segundo ele, o motim foi insuflado pelos policiais políticos do estado, interessados em tirar vantagem eleitoral do episódio. “Não cederemos a chantagens”, garantiu Santana. O repórter André Barrocal descreve o boicote de empresários bolsonaristas às propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso. Essa turma quer mudanças, desde que a conta seja paga por outros.

Em Nosso Mundo, Guilherme Boulos e Walfrido Warde Jr. relatam sua viagem a Cuba e como a ilha enfrenta o cada vez mais rigoroso boicote imposto pelos Estados Unidos. Em Plural, Jotabê Medeiros detalha o fim da lua de mel entre a atriz Regina Duarte, que acaba de assumir a Secretaria de Cultura, e Olavo de Carvalho, que se sente traído (a namoradinha do Brasil decidiu demitir olavetes que ocupavam postos importantes no setor). Os dois se merecem, é a conclusão possível.

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Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

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