Sociedade

‘Imprecionante’ mostra peso do politicamente correto, diz dono da Havan

‘O comprometimento é o que realmente importa e isso o ministro tem de sobra’, escreveu Luciano Hang

‘Imprecionante’ mostra peso do politicamente correto, diz dono da Havan
‘Imprecionante’ mostra peso do politicamente correto, diz dono da Havan
Apoie Siga-nos no

O empresário Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, saiu em defesa do ministro da Educação Abraham Weintraub que novamente escorregou na gramática e escreveu a palavra impressionante com ‘c’. Em suas redes sociais, Hang publicou: “Toda essa repercussão dos erros ortográficos do Ministro mostra o peso do politicamente correto nos dias de hoje. O comprometimento é o que realmente importa e isso o ministro tem de sobra. Ao invés de somar e gerar harmonia, a grande mídia faz fofoca e desunião”.

O texto é acompanhado de uma imagem cheia de erros ortográficos que afirma: “Só não érra quem não fas. Ministro deslisa na hortografia e paraliza internete. A repercusão foi imprecionante”.

O ministro Abraham Weintrau respondeu ao apoio do empresário e agradeceu as palavras em sua rede social.

O erro do ministro da educação foi registrado em uma resposta para o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Essa não é a primeira vez que Weintraub comete um erro ortográfico. Em agosto de 2019, o ministro enviou um documento com erros de português ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo mais recursos para sua pasta. No texto, Weintraub explica que as verbas previstas para a Educação em 2020 são insuficientes e alerta para o risco de “paralização”.

O tema se tornou imediatamente o assunto mais comentado do Twitter. A palavra “imprecionante” ficou entre os trending topics mundiais.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo