Como no Big Brother, existe uma maneira muito simples de a gente parecer mais interessante do que de fato é diante de uma multidão. Basta criar uma conta no Facebook e manifestar desprezo por qualquer coisa que seja popular. Como o Big Brother ou o Orkut.
Em janeiro, quando as inserções do Pedro Bial passam a ser mais frequentes na tevê, o movimento de pudores eletrônicos ganha um tom de campanha política.

Depois do Facebook, ficou muito fácil manifestar nossos bons gostos e engajamentos pela internet. Foto: GOIABA (Goiabarea)/Flickr
Depois que inventaram as correntes de Facebook (espécie de tevê a cores a substituir o pré-histórico jogo da velha que indicava uma hashtag), ficou muito fácil manifestar nossos bons gostos e engajamentos pela internet.
Basta compartilhar as fotos com as inscrições “Odeio BBB”, “Fora Pedro Bial”, “Meu sofá da sala não é privada”, “Morte ao Paredão”.
Pega muito bem.
Se houvesse um guia prático do internauta moderno (sim, porque existem os internautas da velha guarda, uns que se deixarem mandam até a íntegra da missa aos domingos), a ojeriza aos reality shows seria a regra número 1.
Mas não só.
Para parecer um cara muito legal na internet e na vida, é preciso também:
- Bater no Michel Teló. Sem dó. Como se ele fosse o Sarney. Todo mundo vai pensar que você morre de saudade dos tempos do sertanejão de raiz, ainda que o mais perto que você tenha chegado de um boi foi naquela visita ao Pet Zoo;
- Ter sempre em seu mural algum auto-retrato pintado da Frida Khalo (serve uma foto em preto e branco) e desenhos estilizados do Tarantino, do Almodóvar, do Che Guevara e daqueles quatro meninos de Liverpool atravessando a zebra de pedestres em Abbey Road. Não é preciso esclarecer a conexão entre eles;
- Fazer um minuto a minuto sobre a sua ansiedade pelo próximo show dos Strokes ou do Arcade Fire no Brasil. De preferência, sem pontos de exclamação nos posts, para não ser confundido (a) com fã de pagode;
- Vale a pena também iniciar, em sua página, uma contagem regressiva para a Feira Literária Internacional de Paraty. Pode começar em qualquer época do ano: “Faltam 291 dias para Flip”;
- De vez em quando, diga como anda sua vida acadêmica e comemore em letras garrafais quando chegar a formatura. Não se esqueça de dizer que A-M-A a profissão escolhida. No Facebook não existe gente frustada no campo profissional;
- Conte sempre coisas fofas vividas em ambiente familiar, ainda que te digam que o que se vive entre quatro paredes deva ficar entre quatro paredes;
-Vai a Paris, Roma, Viena ou Nova York? Avise todo mundo pedindo dicas de lugares para os amigos. Chegando lá, não espere a volta para postar impressões e fotos, ainda que você passe 90% do seu tempo livre na sala de internet do hotel;
- Não importa que o Parque Nacional do Xingu fique em Mato Grosso: seja sempre contra qualquer intervenção humana no Pará. Se não colar, lembre também que o País da corrupção não está pronto para receber eventos do porte de uma Copa, uma Olimpíada, um Cirque du Soleil;
- Lista de artistas brasileiros que DEVEM constar das suas preferências musicais: João Gilberto (aquele do “vai, minha tristeeeeeza…”), Chico Buarque (“estava à toa na vida, o meu amor me chamou”), Cartola (ver também: Mangueira. É um morro, além de escola de samba), Noel (o daquela caricatura com nariz grande, cigarro meio desprendido na boca…), Pixinguinha (o moço das bochechas). Engenheiros do Hawaii e Roupa Nova, que te levaram às lágrimas depois daquele fora no colegial, NEM PENSAR. Mantenha certa distância também de Raul Seixas (tiozão demais, coisa de hippie doido);
-Tome duas doses de Clarice Lispector todos os dias. Adicione, de vez em quando, aquele poema da Fidelidade do Vinícius de Moraes (“de tudo ao meu amor serei atento antes…”) e algum pensamento do dia escrito por Mário Quintana ou Caio Fernando Abreu (se não tiver nenhum livro deles em casa, jogue no Google alguma letra sobre despedidas cantada pelo Alexandre Pires. Se não citar a autoria, todo mundo vai achar o máximo). Se estiver de bom humor, use qualquer frase atribuída ao Luís Fernando Veríssimo. Em dias de mau humor, use Arnaldo Jabor (o cineasta e o comentarista são as mesmas pessoas, mas não parece);
- Faça print screen de erros gramaticais alheios e compartilhe, em tom de lamento, o que você considera um erro grosseiro. De quando em quando, solte um: “Maldita inclusão digital”. É tiro e queda;
- Quando algum autor de renome for dar aquela palestra marota no Sesc perto de casa, marque dois ou três amigos em seu mural e provoque alarde para todo mundo saber: “Vamos, né??????”. Não esqueça de postar o link relacionado;
- Curta a página de qualquer bar com mais de cinco anos de fundação no entorno da rua Augusta; dê preferência ao Ibotirama;
-Use e abuse de qualquer onda retrô. Está sempre em moda;
- Compartilhe diariamente sua indignação com a política nacional. Lembre todos os dias que o governo não presta e que Brasília seria muito melhor se, no lugar do Congresso, funcionasse um estacionamento. É de bom tom ignorar que os governos totalitários do século XX também transformaram seus Legislativos em estacionamento;
- Não conte, nem sob tortura, que você adora passar no Mcdonalds depois do rolé pelo Espaço Unibanco;
- Deixe sempre claro que você é habitué de lugares incríveis, como as praias de Trindade-Paraty ou o sofá do Outback;
- Compartilhe qualquer reportagem relacionada ao D.O.M, o mais premiado restaurante brasileiro lá fora, e expresse sua intimidade com o nome de Alex Atala.
Feito isso, você espantará qualquer fantasma da breguice e do lugar-comum que contamina este país que a gente gosta de chamar de atrasado.
Ninguém vai dar a mínima, mas o importante é ficar bem com a gente mesmo. Ou viver cada minuto como se fosse o último. E dormir com a consciência tranquila. Ou qualquer outro clichê que sirva.
Realmente é lamentável o texto acima. Infelizmente “pseudos” dicas para alguém se parecer um intelectualóide é simplesmente mascarar o que realmente a pessoa é. Isso é bem típico da cultura nacional, ou seja, viver de aparência, enquanto que a burrice reina na cabeça das pessoas. Esse tipo de texto é bem ao estilo Arnaldo Jabor (intelectualóide idiota da Rede Globo).
O texto não é a favor do BBB ou do Michel Teló, como muitos interpretaram, creio eu que o objetivo do texto é expor esse novo clichê pseudo-intelectual elitista que apareceu no Facebook, onde “manifestar desprezo por qualquer coisa que seja popular. Como o Big Brother ou o Orkut” é uma característica.
Quer dizer que quem não gosta do Teló (que é da Som Livre) e do BBB (que é da Globo assim como a Som Livre) é idiota? E o autor do texto quer que acreditemos que foi ele que escreveu essa cretinice e não Boninho, o Ali Kamel e o Civitta? Não podemos ter opinião? Tenho que gostar do Teló, das Receitas da Ana Maria Braga, achar a narração do Galvão um luxo e aí, sim, serei “normal”? Quer que eu vote no Serra também e apóie os desmandos em Pinheirinhos? Ah!, Vai catar coquinho…
Também é pseudo-intelecutual quem fica fiscalizando a vida alheia. Facebook é pra isso mesmo….falar, dar opinião, postar fotos. Não vejo qualquer outra serventia pra isso.
Se não gosta de FB pq tem???
Concordo plenamente com um comentário que disse que esse texto caberia como uma luva em qualquer lugar da revista Veja, sem dúvida é um texto escrito sob encomenda e com certeza o cliente são ”as organizações globo” e a mídia concorrente ao faceboock, é lamentável Carta Capital se prestar a esse papel, já foi melhor!
A sua opinião Matheus é carregada de ideologia direitista e fascista, então, quem posta no face comentário crítico ao BBB é mentiroso e falso??? Olha me respeita rapaz, esse texto desmascara o seu verdadeiro lado, uma pessoa que valoriza as idéias conservadoras e preconceituosas dessa direita raivosa de nossa sociedade, como sempre, vcs “se” acham o “supra-sumo” da inteligência, com certeza esse manual encomendado que vc apresenta é a maior prova que o faceboock é sim um espaço formador de opinião e que não aceita patrulhamento ideológico, principalmente de direitistas assumidos como vc, por isso a encomenda desse manual, o verdadeiro motivo é ridicularizar um dos poucos espaços formador de opinião que é acessado pelo povão, resumindo: Não podemos deixar esse povo pensar, que coisa feia heim Matheus, vc devia se envergonhar rapaz. Mas vc ainda é jovem, portanto, ainda pode mudar para melhor.
[...] O clichê anti-BBB | Carta Capital. Share this:TwitterFacebookGostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. Por BLOG DO XICOLOCCOPOLITIKOS • Postado em notícias diárias e requentadas 0 [...]
Falar mal do BBB e do cantor Michel Teló no Facebook é clichê (lugar-comum, modismo), segundo o autor deste “brilhantíssimo” texto. Como se as pessoas não pudessem ter o mínimo de senso crítico para verem que o BBB é uma porcaria e que a música do Michel Teló não tem conteúdo algum. Por que o autor do “erudito” texto não mencionou os verdadeiros cichês tão divulgados pela grande mídia e tão bem assimilados pelos “cultos” de plantão? Como, por exemplo, aquele clichê que diz que nenhum político presta, que são tudo iguais etc… (atente para o fato que esse discurso de que político não presta etc…serve aos interesses daqueles que não querem que as coisas mudem). Ou seja, o autor do “nobre” texto trocou os pés pelas mãos. Generalizou tudo, fez uma bagunça sem fim, mas no final das contas, prestou um grande serviço, não à sociedade, mas aos donos do poder (leia-se, banqueiros, países imperialistas, multinacionais…)!
Matheus, eu posso estar cometendo uma injustiça mas o seu texto poderia muito bem estar sendo publicado num veículo de direita como a Veja, por exemplo. Aliás a Carta Capital me surprende de vez em quando com esses tipos de publicação. De que lado você está Matheus? Você diz que as pessoas s compartilham coisas çontra o BBB por ele ser popular e para assim “fazer uma média” no Face? Mas que mundo que vive?
Confesso que não sou o maior frequentador do “cartacapital”, mas esporadicamente venho ler algumas opiniões e críticas sinceras ou no mínimo reais. Cara, sou estudante de Jornalismo e escrevi um texto sobre isso e concordo com tudo que tu escrevestes. Demais mesmo, Matheus! É exatamente isso, o mundo paralelo das mídias sociais aonde a imagem virtual é o que importa… Passarei a acompanhá-lo mais! Baita compilação de ideias!
o que chama a atenção não é o texto, e sim os comentários. provam que o cara leu, não entendeu e ainda comenta. senta a púa no autor, no texto e em quem concorda com ele. kkkk
o povo brasileiro que se julga cult deveria simplesmente respeitar a a opinião de quem não pensa como ele.
ACORDA GENTALHADA !
Quando começraram as correntes “anti BBB” postei “Não quer assistir, troca de canal”.
é tão dificil assim ?
Opinião pobre e generalista, falta estatística, argumentos embasados em transição cultural. O pior é colocar o comportamento por ele visualizado como padrão, amigo, no facebook há recursos de compartilhamento de informações, divulgação de novidades culturais, muito mais do que críticas pobres e clichês, você está precisando parar de prestar atenção nisso e procurar algo que te interesse. Amigo, ser anti-bbb não é um clichê, é uma manifestação contra a manipulação de massa que é a tv aberta atualmente, você deve ser do tipo que senta no sofá após às 10 horas e também aos domingos e se delicia com todas as entregas prontas da Globo. Do contrário, se expressou muito mal, uma ironia mal estruturada e generalista não agregam em nada.
Barbara, não tive saco de fazer um comentário mais elaborado de um texto tão ruim como este. Mas você sintetizou muito bem ele, portanto, faço minhas as suas palavras!
Humor com sarcasmo sempre funciona. Não será novidade nenhuma pra mim Matheus, se daqui alguns dias, eu receber esse texto por e-mail ou mesmo pelo face assinado pelo Mino Carta!
essa eu vou compartilhar no face… (sem exclamações, é claro…). mais eu faço grande parte do que ele disse… não entendi nada, mas como é reportagem do carta capital…deve ser cult…kkkkkkkkkkkk
Esse BBB tem mais um B de Boninho que faz o povo de “bobinho” isso deve tar tudo combinado , deram o lider de novo para a Laisa e o Yuri lutador de banana dois vilões da casa se vc observar os comentarios desses dois guardadas as proporções vera como parem dois “Dick Vigaristas”, tá tudo combinado…..
Kkkkkkkkkkk, cara, como é possível uma pessoa como você ler o Carta Capital?! o.O
Por acaso o senhor viu o link desse texto em algum compartilhamento no Facebook? ¬¬’
Só pode, tendo em vista que você não sabe simplesmente interpretar um texto! Deprimente.
A crônica do Matheus Pichonelli simplesmente ridiculariza pessoas como você. E ai?! Como você reage diante disso?
Dizendo: “É isso ai! Não entendi muita coisa não, mas realmente o BBB é uma porcaria!”
Faça um favor à todos, estude e quando for capaz de produzir um resumo apontando as ideias centrais de um texto, utilize a ferramenta de comentários corretamente. Enquanto esse dia não chegue – não ficou claro a sua idade – espero que não tenha mais de 20 anos, caso contrário a maioridade civil deveria ser concedida, de hoje em diante, apenas sob um exame de maturidade. Provando que idade e maturidade não necessariamente são sinonimos. Também não sei por qual razão estou lhe escrevendo isso, pois você já demonstrou não ter capacidade de compreensão. Encare isso como um desabafo e no mais estude. Não leve para o lado pessoal, até porque não lhe conheço estou apenas julgando um comentário. Infelizmente pessoas como você são a Regra e não a excessão.
eu leio carta capital sou culto pra caralho, texto looco as pessoas tem se assumirem é deixar de lado a intolerância.
O importante é ser vc mesmo não importa onde ou quando. E não seguir clichês modinhas.
Curte BBB? manigfeste-se a favor, curte pagode e Michel Teló? comparilhe coisas a respeito. Não curto mas respeito a opinião dos outros assim como a minha deve ser respeitada.
Quer descobrir se a pessoa é mesmo culta ou se está só tentando parecer ser? Pergunte quais os últimos 3 livros q ela leu.
Pode-se acrescentar aí algo como:
- Compartilhe/Curta/Comente qualquer noticia sobre os Anonymous e seus feitos. E não se esqueça de ter sua mascára do Guy Fawkes para tirar fotos, mesmo que não entenda o significado dela.
Ótimo artigo Pichonelli. Sarcasticamente divertido ms eloquente.
Matheus, você só esqueceu de criticar os pseudos intelectuais que leem a Carta Capital…
Ih, chegou atrasado, Matheus: a modinha agora é escrever criticando o senso comum descolado, exatamente como você fez.
O mais incrível de tudo é que “niguém” assiste BBB, todo mundo “odeia” esse programa que “só mostra bundas, músculos, sem nenhum conteúdo intelectual”… E ainda assim o programa segue sendo líder de audiência!? Como assim??
Kkkkkkk, o melhor comentário de todos. Parabéns, Panda.
ha!ha!ha!P-E-R-F-E-I-T-O! A carapuça entrou sob medida maioria das cabeça que aqui se manisfestaram!ha!ha!ha!é assim esmo comoo articulista descreve!( AGORA QUE SERÁ DE MINHAS POSTAGENS,,,Buáaaaaaaaá!)Boa matheos, mandou bem! Entrei naquela droga um dia pra´manter contato com as fotos de minha filha e o que meus “amigo(a)s”- aquele ser que “deve gostar do q vc gosta portanto adicione-o” virtuais falavam? é só reler o texto.ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!ha!
O pessoal vamo dar uma relaxada!! O cara tá falando de senso comum, opnião rasteira, a conveniência do politicamente correto. Sim, big brother é uma merda, mas da pra dar uma olhada de vez em quando, mas realmente é uma merda, se puderem não assistam. E ler Mario Quintana é bacana, mas não da pra ser intelectual de orelha!!
Haaaa escutar João gilberto é bacana também, é mais seguro, claro, o cara já tá consagrado. Mas de qualquer forma, não deixem de escutar João gilberto, mas sempre deixe um espaço para um criolo ou b negão.
O pessoal vamo dar uma relaxada!! O cara tá falando de senso comum, opnião rasteira, a conveniência do politicamente correto. Sim, big brother é uma merda, mas da pra dar uma olhada de vez em quando, mas realmente é uma merda, se puderem não assistam. E ler Mario Quintana é bacana, mas não da pra ser intelectual de orelha!!
Haaaa escutar João gilberto é bacana também, é mais seguro, claro, o cara já tá consagrado. Mas de qualquer forma, não deixem de escutar João gilberto. Mas sempre deixe um espaço para um criolo ou b negão.
Perfeito!
As redes sociais estão repletas de tudo isso que vc escreveu.
A prova de que acertou em cheio é o conteúdo dos comentários postados aqui. Veja qta gente vestiu a carapuça!
Seria cômico se não fosse trágico…
Tirando a parte do BBB e do Teló, foi até engraçado. É claro que exagero faz parte de tentativas como essa, pois sabe que os que fazem isso já tinham face antes do BBB atual e do Teló.
Mas fica nítida aí a projeção, o discurso autorreferencial e ser pego na própria armadilha. O autor escrevera isso para parecer mais “cult” ainda do que todos juntos, o Zaratustra nietzscheniano que observa o mundo com fastio do alto da montanha, amargurado de tudo estar “nivelado”, e pregando a vaidade de tudo.
Creio que você alcançou seu objetivo, o muito antes pelo contrário, sem dúvida vivemos num mundo onde as pessoas querem ser populares, algumas com qualidade e mérito, outras não. E como estamos numa democracia todos tem direito a ter mal gosto ou nenhum gosto. Concordo que muitos gostam de julgar os outros, do alto de sua pretensa superioridade, mas fico me perguntando, se você não incorreu em alguns de seus próprios clichês. O difícil é ter personalidade e legitimidade para poder concordar com alguns clichês também.
Pelo que ví no seu Facebook, você compartilha de alguns destes “clichês”…
Quem realmente gosta de sertanejo de raíz, ou não gosta de BBB e gostar de literatura, não postem sua opinião, pois você será o “rei dos clichês”…
Como meu comentário foi censurado e apagado, publicá-lo-ei novamente:
Se você está com tempo para, em uma revista como a carta capital, ficar criticando o que as pessoas acham do Big Brother no facebook, você está mal, hein, meu caro Matheus Pichonelli?
Valeu, Matheus! Acertou em cheio! Ótimo texto!
Já que li o texto até o final, esperando por uma observação original, resolvi me manifestar: podia ter ido dormir mais cedo!
Acho isso tudo tão óbvio que não merecia um espaço numa revista como essa. Texto tão clichê quanto o clichê anti-BBB. Não existe coisa pior do que uma pessoa sem senso de humor querendo ser engraçada.
É, caro Matheus, tá precisando sair da frente do facebook um pouquinho, né?
Você está respondendo por você e seus amigos (ops seguidores), classe média meta-cult. Fez e faz isso tudo citado no texto, e agora que cansou, vem declarar em público sua rejeição as próprios costumes.
Mas que o BBB é um programa vergonhosamente ruim, ele é, com certeza! Pão e circo para povão
Pois é Matheus. Concordo, em parte. Faltou acrescentar: “faça um texto falando sobre “O clichê anti-BBB”, todos vão adorar e, por mais que seja uma baita contradição, vão compartilhar e/ou curtir….
Criticar o bbb nao siginifica “sinais de erudicao”, e sim que voce tem coisas mais interessantes na vida do que assistir um grupo de atores atuando em um circo armado, que muitos (ingenuos) julgam ser autentico.
[...] o pior, o pior mesmo, é que eu vejo uma galera com um ódio mortal de “futilidades”, como se repudiar BBB e afins fosse um atestado de erudição. Não é, tá, gatinho? Não é… E bater palmas para um infeliz que diz que já fomos mais [...]
Que “crônica” pobre, hein! Uma coisa nada tem com a outra. Sim existem os pseudo-cults (esse termo mesmo, “cult”, tinha que ser banido) na maioria reacionários de classe média. Daí a você achar que toda manifestação anti-BBB é clichê desse mesmo grupo é ridículo. Espero que você leve em consideração que a cultura popular é muito mais rica que os produtos descartáveis da grande mídia: seja ele Michel Teló, ou BBB. Por favor não insulte a inteligência; não é necessário ser um intelectual para não gostar de ouvir fofoca de gente besta que só faz beber.
Minha vizinha falou, se referindo ao estupro no BBB: “depois de tanta bebedeira, de terem enchido a cara no antro, só podia dar naquilo”. Note que a Globo vem cometendo há muito tempo esse tipo de APELAÇÃO ( homens e mulheres confinados a expor as suas intimidades através de inúmeras câmeras em tempo integral – AO VIVO PARA TODO O BRASIL – por vários meses ) e se, de repente, houver a NECESSÁRIA E JÁ DEMORADA REPREENSÃO (reprimenda, censura) pela Justiça Brasileira, eles vão BOTAR A BOCA NO TROMBONE (e os FHC /SERRA/ELITIZADOS de plantão vêm juntos). Enfim, a Globo vem PROMOVENDO – em determinadas NOVELAS e, especificamente, BBB – a ALTA CONTRIBUIÇÃO para proliferação da PERVERSÃO da JUVENTUDE BRASILEIRA. Tendo em vista que a “amizade” é antiga com os poderes constituintes, já se sentem com DIREITOS ADQUIRIDOS. Simplesmente, donos da situação !!. Com a palavra, os Representantes da Justiça do Brasil !!!
Depois do BBB começa O BRADO RETUMBANTE! Uma excelente série que mostra como seria a tomada da presidencia pela oposição. Big Brother talvez sirva para levar audiência pra essa série que está FANTÁSTICA. BRADO RETUMBANTE.. deve estar retumbando as bases dos esquerdistas.. e de muitos jornalistas.. hehe
Ao invés de fazer todas essas coisas [ou nenhuma delas], posso escrever uma dura crítica às pessoas e às suas preferencias, principalmente se estas forem tidas como refinadas… Daí, é só publicar no espaço que tenho numa revista de esquerda e parecer o mais “cult” de todos os seres.
concordo. Essa “crônica” mais parece uma carta de uma pessoa frustrada.
Esnobe o povo que pensa no Brasil, senhor colunista. Eles são mesmo perigosos e enojantes para você, que é especial de um jeito muito legal.
Nao consigo ver nada de positivo em assistir um circo armado. Somente os ingenuos acreditam que e algo espontaneo e sincero. O mais interessante e quando voce convidade os amigos para assistir um documentario sobre um tema cientifico atual, ou algo relacionado a historia, etc, as respostas sao sempre negativas. Me parece que para a maioria os verbos pensar, questionar, aprender doem, icomodam.
Faltou colocar, nessa cartilha “para parecer um cara muito legal na internet e na vida”, leitor da “Carta Capital”…
Ô texto horrível!
Generaliza, critica, condena.
Como se “consumir” algum dos produtos rotulassem alguém obrigatoriamente.
De fato existe esse protocolo. Eu não sigo. Eu não critico quem vê BBB, eu não vou nem morta a show do Chico Jabuti, sou fã de Tarantino e Woody Allen, nunca li Clarice Lispector, eu vou ao McDonalds, acho o governo federal um lixo, viajo a Paris e vou a galerias no Montmartre, viajo a Roma e vou aos museus, adoro arte renascentista e vejo de boa o programa do Ratinho e o Casos de Familia. Não faço questão que me achem isso ou aquilo. Isso é pra gente egolatra e vaidosa.
Eu estava questionando se para ser inteligente teria que seguir um protocolo, achei o protocolo kkkk.
[...] Na verdade a internet polarizou demais as coisas: ou você é intelectual e só gosta do que é bom (coisa que alguém sabiamente escolheu pra você) ou você é “de dar pena”. Não há mais espaço para o gosto pessoal, para o direito de se gostar de uma coisa que você sabe que é ruim. Existe a necessidade de se mostrar superior automaticamente sem nem se pensar duas vezes a respeito. Fenômeno belamente explicado nesse texto, da Carta Capital. [...]
Legal… vou publicar no facebook pra pagar de “cult”, kkkkkkkkk
Matheus, boa tarde. Você cometeu um erro ao escrever o texto. Usou de ironia e sarcasmo. Alguns leitores da Carta Capital (!!!) nem com legenda entenderiam.
E esse seu desabafo não tá na moda no facebook?
HAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAA.
Não. Ele já perdeu a graça.
Por favor, não espalha esse vômito moral que não mobiliza ninguém. Grato
Quem realmente gosta de animais, assim como eu, entende pq escolhemos as redes sociais para defendê-los. Quem julga como clichê o fato de uma infinidade de pessoas defenderem algo relevante de fato é pq tem dado importância a coisas muito banais. Respeitemos então as causas alheias.
Faltou colocar na lista de itens para vc ser uma cara “maneiro”, “descolado” e “intelectual” dizer que é AMBIENTALISTA. hoje parece que é moda falar que “Sou Ambientalista”. “Sou Contra Bello Monte” ,” Sou Contra o novo Código Florestal”. Isso tambem virou Cliche.
Não seria fazer a mesma coisa que está criticando? Com essa lista e detectando cults, parece fazer a mesma merda só que atirando pro lado oposto.
É muito espantoso os defensores do BBB, do Daniel, do Boninho e companhia.Afinal há gosto pra tudo pra tudo, né?
Se fosse no Facebook, daria um like tão debochado e raso quanto o texto. Texto com bico rabugento, igualzinho aqueles que falam mal de BBB.
Com certeza, muitos compartilharão seu texto no Facebook e/ou Twitter, ratificando posições pessoais a favor ou contra.
Mas, o que é clichê?
Criticar, colocando-se como atitude anti-clichê, também não seria um?…
Todos nós criticamos somente o que nos incomoda, quem não queria ter um sucesso global como o “Ai se eu te pego”, pois eu respondo: TODOS. Se esta mesma música for cantada na voz de Caetano Velozo, de preferência acústico duvido que irá ter tanta crítica. A maioria das pessoas que criticam o BBB é porque queriam estar lá, duvido que não. E tudo que nos incomoda é o que queríamos ter ou até mesmo ser.
A todos os anti-anti-antis (nossa, quantos antis), vão catar coquinho. A crítica feita a qualquer manifestação cultural só para parecer ‘cool’ é sim uma mediocridade. Vocês NÃO são melhores que alguém prq este vê BBB ou qualquer merda na tv e vc curte meia dúzia de diretores e escritores cult.
Gosto não define valor, bando de ‘badernistas’ (essa é só para os fortes)
Perdi alguns minutos da minha noite lendo isso. Existem sim seres assim como o texto descreve, mas quem liga pra eles?
Posso dar minha opinião? Ou será que só o que você escreve vale????? Não concordo!!!! Que bom que você tem a revista para se expressar, porém, nem todos tem esse meio. Não gosto do BBB mas apoio tudo que se escreve contra pois afinal parece que alguns estão acordando para as babaquices que passam na TV. Espero que as pessoas comecem a se movimentar contra este tipo de programa e outras coisas que ferem a inteligência do outro.
É mais uma crítica clichê, só que é de vanguarda. Quem está querendo ser Cult? Argh…
Quem critica os que criticam correm GRANDE risco de se enquadrar num desses itens. O problema não está na qualidade do bem cultural – tem gente que aprecia Romero Britto e Quentin Tarantino e crê que está fruindo a nata dessas artes e pode se considerar um especialista nelas – mas nos hábitos dos usuários das redes sociais.
O negócio é se exibir a qualquer preço. Sendo um reclamão (aprecio isso somente quando o objeto em questão recebe uma crítica não tão clichê), dar um check-in em cada peido que dá e movimentar a própria timeline como se não houvesse amanhã (mesmo que ninguém responda). Onde está a “netiqueta”, o bom senso ou o q quer q seja?
O clichê anti-BBB é muito last year. Agora tem que falar dos anti-anti-BBB, que ironizam Dostoévski e compartilham textos como esses nas redes sociais, se achando os superiores. Inversão de valores, né?
Na boa, é só parar de assistir… Porque se encomodar tanto?
ESTUPRO NA TV (CULTURA DE MASSAS x MANIPULAÇÃO PELOS “MASS MEDIA”)
Na verdade o verdadeiro estupro é a histórica manipulação das massas usurpadas no seu direito à educação de qualidade, comandada pela TV Globo em nome da banda podre das elites, especialmente após o golpe militar de 1964, o que comprova que a mais cruel das escravidões é a ignorância. Há quem acredite ainda, que a cultura de massas implique no seu nivelamento por baixo.
Podemos lembrar que a Bélgica, no ano de 2009, erradicou definitivamente o analfabetismo musical, o que significa que hoje, qualquer cidadão belga, inclusive crianças, é capaz de ler uma partitura. Já o Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) numa das suas idas à Europa, ficou surpreso, quando reconhecendo na camareira do seu quarto de hotel uma das assistentes do concerto sinfônico na noite anterior, a provocou apenas para constatar a sua erudição. Isso eu considero cultura de massas.
Quisera, cultura de massas no Brasil fosse a massificação do que ele tem de melhor. Entretanto o que vemos são concessões públicas (canais de TV) sendo utilizadas de forma sistemática na promoção do que há de mais bizarro e grotesco. Além da total falta de ética, de escrúpulos e desrespeito a nossa Constituição Federal.
ADVERTÊNCIA: O artigo X, do Capítulo I, do Título II da Constituição da República Federativa do Brasil estipula: “São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.
Como podemos observar não se trata de nenhum “clichê”, termo vulgarizado na nomenclatura dos egressos das academias de comunication, principalmente para estigmatizar o que não entendem ou o que apenas fazem de conta que entendem. Programas como o “Big Brother”, além da sua inerente estética de mau gosto, são uma ameaça subliminar a direitos conquistados historicamente através de muita luta e sangue e que emanam da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A idéia básica é que a intimidade e a privacidade das pessoas não têm importância alguma.Antes disso, um senhor feudal tinha o legítimo direito divino de invadir as casa de camponese e estruparem impunemente suas filhas ou mulheres. Caso as “massas” que se utilizam das tais redes sociais concordem com esta estratégia espúria, eu quero mais é que ela se exploda.
A intenção implícita é legitimar a cultura do controle social, no seu pior sentido, através de equipamentos eletrônicos cada vez mais sofisticados e do aparato da “indústria da insegurança”. Aliás, esta revista está se nivelando com a grande mídia ao dar tanto destaque a este tipo de assunto…
Enquanto isso a Globo se desmoraliza por ela mesma. Estou me referindo ao público que realmente interessa.
O retrato do Hipster brasileiro. Achei muito engraçado!
O problema é que em posts como esse o autor deve às vezes levantar uma plaquinha de sarcasmo para que todos realmente entendam o que ele quer dizer; nada mais normal na internet, um clichê para não ser entendido. (Atenção: esse coment possui sarcasmo, leia-o com moderação.)
É realmente constrangedor o excesso de exposição e muito chato quando as pessoas aderem a causas só pra chamar a atenção e se sentirem aceitas e incluídas.
Mas o que o autor dessa matéria faz não supera aquilo que ele critica. O cara está censurando a manifestação do povo nas redes sociais, dizendo o que pode e o que não pode, o que deveria ser a moda. Ou seja, ele só quer ser mais politicamente correto do que os demais.
Se alguém realmente não gosta de Big Brother ou do Pancadão sertanejo, deverá agora se abster de manifestar seu gosto pra não desagradar a patrulha da patrulha ideológica? Onde isso vai parar?
Se quem se manifesta, o faz, não porque não gosta, mas principalmente para ser aceito em seu meio; isso não é válido? Não é o que todos tentamos fazer, de modo mais, ou menos sutil?
Em relação ao oversharing, é uma questão de aprendizado. A crítica é necessária, mas a gente não precisa ser impiedoso, porque a motivação de todo mundo, no final é basicamente a mesma: se sentir aceito e querido.
Além disso, se nos abstivéssemos de manifestar desgostos, e coisas corriqueiras e inúteis, para escrever só quando tivéssemos ideias originais, o Facebook seria um deserto. Eu nem teria página aqui.
O verdadeiro problema é que o mundo está começando a ficar pequeno para tantos intelectuais (ou pseudo-intelectuais). O texto de forma alguma é uma crítica às pessoas que gostam das coisas que nele foram citadas. Pelo contrário, é uma crítica às pessoas que só têm tais gostos porque, enfim, querem parecer legais. O indivíduo que se sentiu ofendido com um texto desses, pelo bem da humanidade, se enforque (ao menos que você seja uma dessas pessoas que não têm gostos autênticos, como é o caso de muitas aqui).
Nas redes sociais, como na vida (real), vale uma regra, a de que é mais importante o “aparentar” do que o “ser”.
No fundo o que se mostra nunca é a realidade, por isso a ironia, de fato, muitas vezes não existe é apenas um modo de embarcar em uma “onda” ou outra.
Na realidade por trás de tudo isso, existem pessoas vazias, de conteúdo ou discernimento.
O “Reality Show” é exatamente a mesma coisa, porém em uma versão televisiva e maliciosa, mais uma tentativa da mídia de explorar as misérias humanas.
Geralmente costumo discordar do seus textos, voce sabe disso, tanto é que não publica boa parte dos meus posts, mas dessa vez tiro o chapéu. O seu texto foi assertivo e incisivo quanto trata da “juventude intelectualizada” que ronda a internet e, principalmente, as redes sociais; uma bando de gente sem noção que força uma intelectualidade que não tem e acaba por se parecer, nas palavras de Erasmo de Roterdã: “burros fantasiados de leões…”
A crônica tem substância, mas não se sustenta por si só, a medida em que estamos sempre ligados à massa, sejamos a favor ou contra a mesma. Ao manifestarmos nossa opinião apenas nos fazemos presentes, nossa “interessância” por outro lado está na percepção mais ampla do outro, gostemos de verde ou de amarelo. O próprio texto em questão é uma vitrine e esse comentário um olhar não indiferente.
A todos os comentaristas meu muito obrigado. Foi muito mais divertido ler os comentários do que a crônica que os ensejou.
A propósito do clichê, ele é inevitável. Diremos que é de mal gosto quando é reproduzido acriticamente por modismo ou pela suposição de que é aquilo que os outros querem ouvir. Mas se um número crescente de pessoas passa a rejeitar certo objeto (um programa de TV), eu tenho todo o direito de expressar minha concordância com o pensamento dominante, pouco me importando se isto vai ser considerado clichê ou não pelos outros.
O gde problema de tudo isso é a contaminaçao que este programa traz. Lixo por lixo, existe muitos por aí. Mas a gravidade está em como isso te persegue, nas primeiras paginas de noticiario da internet, nas radios, nas chamadas da TV durante o dia todo e nao só na Globo mas em varios outros canais que utilizam o assunto pra chamar a audiencia. Nao tem pra onde fugir, mesmo quem quer ter a opcao de nao assistir é obrigado a partilhar disto. E por isso mais do que nunca está havendo discussões contrárias ao programa. Contaminaçao, é o que incomoda.
Saiu um artigo no site da CartaCapital – leia aqui – criticando aqueles que criticam o BBB. É uma peça um tanto quanto sacripanta, pois embola e empacota coisas diferentes na mesma embalagem.
A crítica ao clichê é correta, nisso o texto está coberto de razão.
Às vezes, a forma como a crítica ao BBB“n” é feita lembra-me o machismo dos anos 70, quando os homens desancavam as novelas, mas sempre davam uma boa espiada. Ou quando a classe média nutria grande desprezo – com certo verniz intelectual – pela programação da TV, mas estava sempre por dentro de tudo, alegando que via, de soslaio, na TV da empregada.
Eu também não gosto de clichês, mas não suporto modismos e pouco apreço tenho pelas peças da TV aberta. Quanto aos shows “realísticos”, começados com a Casa dos Artistas no SBT do Sílvio Santos, meu desprezo é maior ainda.
Não consigo compreender de onde vem a satisfação das pessoas, algumas até com boas doses de inteligência, em apreciar a vida dos outros, ainda mais uma vida encenada, coreografada e bizarra na maioria das vezes. E ainda tem gente que paga por isso nos canais de TVs fechados.
Talvez a psicanálise explique. Ou não.
Podem me chamar de chato, mas passo ao largo das discussões sobre isso, uma vez que já me manifestei com veemência contra esta merda, pouco me importa se houve estupros, bebedeiras ou bacanais.
Não assisto. Meu filho, na minha casa, não assiste.
Outro dia, respondendo a uma onda de reclamações no tuiter e facebook sobre o tema, sugeri alguns sites para baixar filmes de excelente qualidade. Assim as pessoas podem ocupar melhor o seu tempo e, ao mesmo tempo, evitar importunar as pessoas adeptas de nova modalidade de voyeurismo.
Se levarmos o texto de autoria do Matheus Pichonelli ao pé da letra, deveremos, a partir de agora, seguir todas as ondas, guiarmo-nos pelo rumo da boiada. Gostar de MPB não é bacana, bacana mesmo é curtir Michel Teló ou Restart. Frida Kahlo deve ser renegada como o diabo, talvez trocada por uma popozuda da hora.
Para o meu gosto pessoal a TV deveria cumprir outro papel, principalmente num país tão grande como o nosso e tão desconhecido da maioria de nós. A minha TV ideal teria pouco espaço para enlatados, mesmo que produzidos aqui, teria muita educação, música e dramaturgia, espaços para manifestações regionais, além de estimular a participação política e auxiliar nos cuidados com a saúde da população.
Por outro lado, as pessoas têm o direito de assistir, ler, ouvir o que bem entenderem, mesmo que seja a coroação da futilidade e da imbecilidade, desde que preservem o direito dos outros a opção diversa, mesmo que essa opção seja um Chico Buarque, Tarsila do Amaral ou Hitchcock.
Excelente texto! Dos melhores que li em CC.
Melhor ainda é ver a quantidade de comentaristas que vestiram a carapuça!
Pra galera que gosta de ignorar o mal feito só de um dos lados, este trecho é muito oportuno:
“Lembre todos os dias que o governo não presta e que Brasília seria muito melhor se, no lugar do Congresso, funcionasse um estacionamento. É de bom tom ignorar que os governos totalitários do século XX também transformaram seus Legislativos em estacionamento;”
Não se intimide ante os comentérios destemperados.
E eu que não vejo diferença entre Telo e João Gilberto? Tudo incrivelmente monótono igual.
É simples o quanto parece: o Facebook só é assim no Brasil.
Texto fantástico!
Adorei, e dei muita risada em torno do mesmo.
Porque de fato a necessidade de aceitação das pessoas fazem com que vivam num mundo irreal, perdem seus gostos próprios, suas origens….
Veio, você usou um clichê pra acusar outro clichê. Como se um mediocre acusasse a mediocridade de ser mediocre.
De todos os pontos levantados, só curto o Cartola, mas isso não vem ao caso.
Acredito que uma campanha anti-anti-BBB é tão cretina quanto uma campanha anti-BBB, que é tão cretina quanto uma campanha BBB.
Bem, pelo menos o seu artigo fez algum sucesso.
Nunca li tanta besteira junta em um único texto. A Carta Capital já foi melhor.
E agora? É permitido criticar o BBB ou ainda sua sumidade ainda acha isso elitismo?
E a máscara serviu certinho para muitos q comentaram…
Ótima crítica! Hipocrisia pura de muitos!
Perfeito o texto. No Face todo mundo se acha cult. Ficam criticando BBB, Galvão Bueno, novela etc., mas chegam em casa e correm pra assistir…
Mais ridículo do que tudo citado é o próprio autor… gosto de João Gilberto não porque quero ser cool, mas porque considero bom mesmo, e Michel Teló ao meu ver, não é. Isso quer dizer que quero me destacar e me mostrar como pseudo-intelectual? Sinceramente, me parece recalque do autor que deve ter sido recriminado por gostar das coisas que citou no início… o que não estaria certo criticarem, mas jogar com a mesma moeda e passar a batata para quem gosta de frida ou almodóvar também não está.
Matheus, péssimo texto, sem embasamento ou conteúdo, superficial, sem pesquisa. Não o conheço, mas a primeira impressão é que não trata-se de um grande jornalista.
Bah, muito de acordo com tua resposta, Victor!
Não quero “parecer” culta quando me manifesto contrária ao BBB ou ao Teló. Só estou fazendo uso do meu direito de expressão, na inútil tentativa de não ser mais obrigada a aguentar esse bombardeio Global de incultura todos os verões e de esperar que artistas de sucesso em meu país sejam capazes de compor uma letra com um pouco mais de conteúdo, ao invés de uma cantada canastrona e fail!
Apesar de bem escrito e argumentado, nota zero pro texto do Pichonelli!
Victor,
o autor do texto não está criticando quem gosta das coisas que ele citou. Ele está criticando quem finge que gosta. Se vc realmente gosta, a crítica não é pra ti. Não tem por que te indignares com ela.
Fingir que gosta ? Será que alguém de fato consegue ser tão oco por dentro, a ponto de fingir o que é pra si mesmo (sim, pois um perfil de rede social está muito próximo do que agente é, não há como fingir uma vida nas redes sociais hoje, e lá fora viver outra sem se contradizer a cada movimento). É algo que fica entre o assustador e o triste. Se eu coloco no meu perfil minhas preferências, é porque obviamente eu gosto. Se a intenção desse texto era pega no pé de gente que finge ser o que não é só pra soar cool no Facebook, acho que acabou sendo escrito pra ninguém.
Antes eu havia dito que sua crônica foi um tiro no pé. Agora que houve um estupro dentro da casa do BBB e a globo faz de tudo para abafar, devo dizer que seu texto em dois tiros: um em cada pé seu. Mais cuidado no futuro…
Nossa a eleição tem q chegar logo, a Carta Capital tá sem assunto.
Falar do Facebook, ah vá…
Qdo li a manchete no meu mural e era uma defesa ao BBB, não acreditei na fonte e vim conferir, pior q todas as criticas é o criticador dar a opinião dele SOMENTE A DELE e sair soberano.
Então alguém legalzão é o q foge a todas as “regras” acima?
Eu hein…
Dentre as pessoas satirizadas neste texto, o autor se encontra. Ele mesmo já deve ter muito dessas atitudes descritas. É apenas um pequeno exercício de rir de si mesmo. Estou certo?
faltou dizer:
curtir crônicas de revistas cults.
Algumas coisas do texto de fatoa contecem.
Engraçado que a galera começou a postar esse link no Face,porque ler Carta Capital é CULT! rs
Agora fiquei curiosa pra ver o SEU perfil no Facebook, caro autor.
Também fiquei curiosa agora! Tem como fugir de tudo isso? Acho que não. E acho que sua crítica também se constitui em um clichê.
Sensacional!
Quando ví o título da matéria e a quantidade de posts, não resisti e vim “dar uma espiada”. Os comentários são incríveis. Na maioria poucas linhas e muita carga de emoção. Não há ninguém neutro. Ou odeiam ou amam o BBB. Confesso que já assistí e achava curioso. Mas já encheu o saco. Como nenhum comentário por aqui fica sem troco, não sei se começo já a pedir desculpas ou saio dando porrada. Valeu! Divertido.
Por que o autor não citou o patrulhamento que a “intelligentsia” fez ao GRANDE “humorista” Rafinha Bastos como exemplo de atitude de pessoas que querem parecer engajadas?
Pela lógica do autor eu deveria achar engraçadas as besteiras chulas daquele que esta mesma revista chamou de “coronel do humor”, sob pena de estar me desvinculando do povo, sendo antipopular, elitista…
Eu, reles funcionário obscuro de uma repartição esquecida aqui em Pernambuco… rsrsrs!!!
Nossa, estranhei esse texto. No começo até vá, pq facebook tem vários clichês mesmo. Só acho que o autor deveria rever sua lista de amigos do Face pq tá uma porcaria hein? A galera do meu Facebook posta umas coisas bem interessantes e um bocado diferente do que somente essas listadas no texto. E também, o que tem de mal em repudiar o BBB? Eu tentei (juro!) assistir no primeiro dia pq achei que as apresentações dos participantes iria prender a minha atenção, mas foi tão raso quanto os programas que sucedem o primeiro. E o problema não é ser um reality show. É que é um reality mal-feito com participantes mal escolhidos, porque não põem gente interessante (ou então diferente, excêntrica/pobre/não estonteantemente linda/deficiente whatever)? Por que não dar alguma tarefa legal? Tinha um muito interessante no SBT que os caras ficavam isolados, isso me prendia… pena que não fizeram mais.
Matheus, concordo com vários pontos e outros nem tanto, mas preciso fazer uma observação sobre seu comentário sobre o Parque Nacional do Xingú.
Mesmo que o Parque esteja localizado no estado do Mato Grosso, ele pertence a bacia hidrográfica do Rio Xingu, onde será implantada a barragem de Belo Monte e, consequentemente, sofrerá alterações com o regime hidrológico que será imposto pela mesma.
Existe fundamento técnico nas manifestões.
Como cronista e formador de opinião você tem responsabilidade de saber a fundo os fatos, antes de tratar uma manifestação como ridícula, independente onde ela seja feita. Principalmente, de assunto importante como este.
Com certeza meu sofá da sala não é privada. Hoje em dia além dos canais abertos existem os canais de TV a cabo, portanto os “pseudointelectuais” possuem um leque de opções de programação. Prefiro assistir BBB do que aniquilar o meu emocional assistindo telejornais sensasionalistas, onde potencializam o caos que vive o mundo atual. O que me chama a atenção para o BBB é o que o ser humano é capaz por dinheiro…onde o cérebro humano é capaz de alcançar. Assiste o BBB quem quer, acho que meu intelecto não será atingido por causa disso. A vida é muito curta pra ser levada tão a sério, portanto…SORRIA, A VIDA É BELA!
Quando chilique por conta de um texto. Ruim, na minha opinião, mas apenas um texto.
[...] Boa festa, Ladies and Gentlemen. Leitura Legal: O Clichê Anti-BBB [...]
Maldita inclusão digital!
E não, isso não é um clichê.
E se for, que me importa?
Do resto, a “galerinha do bem”, os “poeteiros” e o “puxa-saquismo” do Facebook enchem bem o saco. É muito politicamente correto pro meu gosto. Por isso, digo e repito: maldita inclusão digital.
Celebrarei este artigo/coluna/seja lá o que for compartikhando-o no Facebook.
Dedada pra vocês.
Oras, essa patrulha do politicamente correto são uns chatos mesmo! Onde já se viu policiar o MEU DIREITO de poder fazer chacota da falta de acesso à educação alheia. Onde já se viu me criticarem por achar que internet deve ser algo exclusivo de algumas pessoas – ricas, de preferência.
Maldita vanguarda digital.
meu amigo, se você suporta numa boa a onipresença do bbb e o intragável bial, sorte sua. tem gente que não.
agora seu perfil do típico anti-bbb é um rosário de clichês; creio que deve imaginar que as pessoas são um pouco mais variada que essa sua caricatura do anti-bbb.
e deve imaginar também como esse sua postura “eu sou tolerante com tudo” é também a última forma do cool.
Bom mesmo, sem ser popular apesar do tema. Seguir o Mateus e a CC nas redes sociais deve ser super cool….
Realmente é um saco esse viés bigbrodiano do facebook, mas apesar disso é um fórum de discussão crítica e exposição pessoal muito mais rico e gerador de relações mais verdadeiras que a acefalia e a competição desonesta do BBB, onde o único saldo é o cachê final ou um ensaio em revista de mulher pelada.
Genial o seu texto. Conheço várias pessoas exatamente como vc descreveu. Quem o está criticando ou porque é hipócrita ou porque é exatamente assim. O cúmulo é ainda perder tempo escrevendo linhas e linhas de comentários criticando seu artigo. Vão arrumar o que fazer.
Tá vendo Matheus, dessa vez vc acertou em cheio esse texto foi super legal, PARABÉNS!
Façamos assim: Sempre que for escrever aperta o “OFF” do seu “pensamento binário” e segure firme o Che Guevara “Danoninho que existe dentro de você” daí surgem textos bem legais,atuais e que refletem a realidade das pessoas como esse, gostei muito! Vou curtir agora no Facebook!(não foi uma ironia) \O/\O/
BBB é apenas o início de um processo que fragmenta a ideia “utópica” de coesão social e de sociedade socialista, para uma competitiva capitalista. Os senhores do capital (os homens / famílias mais ricas do mundo), se divertem assistindo competidores se degladiando. O seguinte filme correlaciona a minha ideia ao que pode ser essa sociedade capitalista no futuro: Jogos Vorazes: http://youtu.be/A6QHfKKVfck. Devemos abolir toda e qualquer prática que não seja saudável e/ou que carregue um elemento psicológico típico das sociedades da idade média, dos quais, a rinha de galo, as lutas corporais (ex.: UFC incorporado pelos canais de televisão monopolizados), as touradas que tem como objetivo fazer o touro sangrar até a morte por meio de espetos pontiagúdos (na Espanha ainda existem escolas que ensinam crianças para serem profissionais das touradas), e o futebol, onde os homens torcedores manifestam toda a sua boçalidade. Precisamos de uma sociedade sadia, igualitária, justa, construída com bases éticas e laços entre iguais. Chega de pão-e-circo!
http://youtu.be/V7dj-g1jNZI
A mídia corporativa defende com unhas e dentes a perpetuação do sistema capitalista. Assim, promove figuras como o Neymar, como um modelo a ser seguido pelos jovens (menino pobre que superou as adversidades). Neymar faz propaganda de músicas com apologia ao sexo e banalização do corpo feminino, que para ser homem tem que estar arrodeado de mulheres num iate, compelindo portanto, os jovens a procurarem sucesso no mercado, a fim de alcançarem tal objetivo. As lutas de vale tudo, onde competidores se degladiam entre si por dinheiro, tbm compele os homens à boçalidade. Jovens treinam pit bulls para serem agressivos, buscando uma identidade de respeito (pelo medo) nas metrópolis como SP. Os filmes que ostentam a ideia dos homens serem justiceiros munidos até os dentes, também prejudicam na formação de uma sociedade embasada no humanismo e solidariedade. Muita competição, boçalidade e, em contra partida, muita falta de educação. meninos criados nesse universo de competição para a “superação” tendem a serem maridos agressivos, pois, a todo momento, tem que provar à todos (e a si próprio principalmente), que são machões, varões, etc. Os senhores do capital se divertem assistindo os clãs fragmentados e se auto degladiando e ainda, gerando riqueza para os mesmos. Os jovens de SP disperdiçam suas energias a protestar contra a FIFA e preços de entradas nos estádios para a copa, sem com isso, possuir um senso crítico, e bom sendo, para avaliar o contexto em si. O futebol e o ensino religioso devem sair dos currículos escolares e o sistema cometitivo e seus excessos devem ser abolidos. As pessoas precisam se voltar para os problemas sociais, repensando o que é necessário para uma sociedade sadia (alimentação, moradia, educação, saúde, saneamento, abastecimento de água e energia elétrica sem intervenção dos interesses privados dos monopolistas nacionais e mundiais), fugindo dessas armadilhas da mídia corporativa que visam unicamente, fragmentar toda possibilidade de união/coesão social, reinvindicação, construção em comum, reunião, etc.
E o povo que adora se fazer de santo e bancar o politicamente correto? Afe! Adoro BBB e Michel Teló. Como disse um amigo: se os gringos nos deram Justin Bieber, agora nos damos ao mundo Michel Teló. Parabéns pelo texto!
Preguiça viu, criticar agora virou pecado.
Pode incluir então que quem quer ficar na moda diz que essa coluna é um lixo.
Melhor o Big Brother.
Texto engraçado, mas não se compara a graça gerada pela polêmica dos comentários, ótimo tema.
[...] O clichê anti-BBB. [...]
[...] outro texto a ser escrito sobre este tema. Contudo, após a excelente dica de um artigo feita pelo Rafael, decidi mostrar uma outra realidade, muito mais contundente e chata, pelo menos [...]
Rochett, essa frase foi Voltaire quem enunciou…
É muito pobre em entendimento quem acha realmente que o autor está enaltecendo o BBB ou criticando quem defende/ama os animais!
Eu li um texto diferente. Eu li sobre a superficialidade das pessoas, sobre a falta de profundidade de quem posta que é contra mau-tratos. E se vc se ofendeu com isso, é pq lhe serviu.
Eu adoro Beatles e tenho todos os álbuns em vinil. Conheci Strokes através de uma fita cassete gravada por um amigo, em 2001, sou bióloga atuante contra Belo Monte, ouço Vinícius de Moares desde pequena nos vinis do meu pai também e acho BBB um saco. Me ofendi com o texto? Não!
Acredito que a maior crítica seja justamente à superficialidade dos comentários/críticas/postagens. Ama os animais? Lute por eles e entre pra uma ONG contra maus-tratos animais e utilizar o facebook para divulgá-la! É contra os desmazelos ambientais do Brasil? Leia sobre isso, se aprofunde no assunto, assuma uma posição e escreva no jornal de sua cidade! Tenho certeza que essas não seriam atitudes superficiais que se enquadrariam no texto.
E sinceramente, ou estou bastante enganada, ou quem se ofendeu com o que leu aqui é tão superficial ao ponto de se ofender. E o raciocínio é realmente circular… e raso, eu diria!
O texto se trata disso. Ou estou enganada?
Sim, está enganada, assim como o autor do texto…
A crítica ao BBB via facebook ou qualquer outro meio dentro da internet é válido. BBB é algo dentro da mídia e nada mais natural contrapor este programa utilizando a própria mídia.
Enxergar e criticar a mediocridade de algo, não nos torna fútil.
O crescimento deste movimento não deve ser considerado modismo.
Concordo sobre o fato de levantar bandeira sobre amar os animais, natureza, etc, mas isto não remete a quem critica o BBB. Generalizar não é ato de bom senso.
Quem critica o bbb não corteja a popularidade justamente por saber a futilidade de ser popular.
Pronto: taí o que o autor do texto queria: por que razão a sua opinião, o seu entendimento é que são corretos, a ponto de você afirmar que é pobre de compreensão quem entendeu de forma diferente da sua o bendito texto?
[...] que o programa se tornou e o clichê anti-BBB é o que vou comentar [...]
O BBB é uma porcaria, Sarney é corrupto, Raul Seixas e Cartola foram geniais, Beatles são indispensáveis, João Gilberto uma droga, Michel Teló outra droga, Che Guevara, pra mim, um herói, Bial e Jabor dois puxa-sacos, Clarice Lispector ótima, Tarantino muito bom, o Facebook um depósito de malas e eu gostei do artigo do cara! E agora? Estou sendo clichê ou anticlichê? Ser anticlichê não seria outra forma de ser clichê? Dessa forma, voltamos ao início e começamos tudo de novo.
Esse é o tipo da discussão circular, a que sempre volta ao argumento inical, e, por isto mesmo, debater o todo jamais fará um interlocutor conseguir convencer o outro. O máximo que se consegue é destacar os tópicos para discutí-los separadamente e encontrar, em alguns deles, pontos de convergência e, em outros, total divergência.
Antes de mais nada, recomendo a leitura do clássico “1984″ (http://www.skoob.com.br/livro/941-1984) de George Orwell (http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell) para que se possa entender, em primeiro lugar, de onde veio a idéia que esse “programa” tenta, de forma esdrúxula, emular. Acabo de ler o artigo e, na minha concepção, considero agressivo e sarcástico. O autor critica, generalizando a todos que tomam posição como um bando de hipócritas que querem dar uma de pseudo-intelectuais. Não curto o cara do “ai se eu te pego” (respeito o gosto de quem aprecia), detesto esse convite ao voyerismo explícito de criaturas sem cérebro (respeito o gosto de quem aprecia), não curto funk, forró, axé ou qualquer outro modismo disfarçado sob a capa de “cultura popular” (respeito o gosto de quem aprecia). Citando o sábio Montesquieu: “Posso não concordar com aquilo que você tem a dizer, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo”. Num mundo massificado, pasteurizado, incomoda ter uma posição diferente. Sim, instalei a extensão do chrome que bloqueia conteúdo relacionado a esse “programa”. Se ter opinião própria é clichê, sinto que a coisa está muito, mas muito pior do que pensei…
Comentário absolutamente lúcido. Tou com você. Ele é de cristalino sarcasmo e generaliza, nivelando todo mundo por baixo. Só tem que corrigir que esse enunciado que você citou é da lavra de (um outro francês) Voltaire.
O texto contradiz seu próprio tema. Tem palavras demais para expressar uma única idéia. Exercitar um pouco do que o próprio texto sugere talvez fosse um bom começo.
Se o autor do texto pretendia causar polêmica, conseguiu. Agora, se a ideia era produzir um texto fundamentado e relevante, foi por água abaixo e se afogou em arrogância. Generalizar é o primeiro passo para cometer injustiças.
Não vejo como clichê. Na verdade não existe quem odeia o BBB e sim quem odeia a futilidade e a estupidez presente no programa.
Liberdade de expressão:
Da mesma maneira que o programa pode expor bundas, peitos, futilidades, idiotização, eu posso criar minhas postagens de indignação e provar aos meus amigos o quanto eles perdem tempo assistindo aquilo.
Antes ser um clichê anti BBB que ser vitíma do clichê que é o formato deste programa…
Faca de dois gumes…
Muito bom. Desprezo profundamente o BBB, mas definitivamente os “anti-bbb” estão ficando fora de controle.
Nem li, mas quem leu deve gostar de perder tempo discutindo o tema que não demonstra nada além de temas de uma cultura comercial que dizem ser “popular”.
Faltou você, autor, levantar o cartaz com a palavra: sarcasmo.
Paula, querida, ninguém vai cercear o meu direito à me expressar conforme eu desejo; Eu sou o sujeito quem dá sentido e tessitura às MINHAS palavras. Não estou a praticar quaisquer tipos de pedantismo, uma vez que acredito que haja uma diversidade linguística circunscritas ao universo o qual o sujeito está inserido. Pedantismo, a meu ver, é utilizar-se da potência discursiva para legitimá-lo. No meu caso, como podes perceber, não estou a impor a ninguém que siga a minha “gramática”, algo particular e idiossincrático.
Além disso, esse é um espaço em que se discute a CRÔNICA, muito bem desenvolvida por nosso companheiro; Acredito que não seja o melhor local para se criticar a gramática de outrem, sem nenhuma base que sustente o argumento. Afinal, sou apenas mais um cidadão comum. Em decorrência disso, quem sou para julgar a narrativa de outro indivíduo, seus gostos, interesses.
Caso seja possível, gostaria que desenvolvesse melhores argumentos, não relacionados à minha gramática e a forma pela qual enuncio, mas sim a respeito do assunto sugerido pelo autor.
Até mais!
É realmente , um comentário muito lírico ou melhor , melancólico e às vezes puxando para um lado: “Tô com raiva do mundo todo. Principalmente quem discrimina o Bial”. Enfim, seria normal, se a cultura brasileira se importasse com seus estilos dissertativos ou, que seja coloquial, pois todo aquele que se diz melhor é um burroe,sem ninguém para compartilhar seus gostos, ainda que sem importância, para quem sabe o que é certo dentro de seu universo cultural.Não importa, veja só, para os outros do que você gosta!Verifique para si mesmo os seus feitos e grosserias ao colocar milhares de facebookeiros em dilema . Gosto ou não gosto! Essa é a questão.
Esqueceu de falar sobre compartilhar os textos da Carta Capital
[...] também:O clichê anti-BBBA classe média sofreEfeitos da pregação [...]
Desde quando produto cultural massificado com interesse estritamente mercantil é sinônimo de “popular”. Poderia fazer uma crônica sobre a crônica, se chamaria: “O clichê anti-intelectualesquerdismo”.
Parabéns! Você está prestando um serviço àqueles que sustentam o discurso “vejo BBB, sim, e daí?” e quem ousa criticar – este sim! – é um completo idiota. Seu texto é citado a torto e a direito no Facebook com essa finalidade.
“- Compartilhe diariamente sua indignação com a política nacional. Lembre todos os dias que o governo não presta e que Brasília seria muito melhor se, no lugar do Congresso, funcionasse um estacionamento. É de bom tom ignorar que os governos totalitários do século XX também transformaram seus Legislativos em estacionamento;”
Como o autor tentou fazer aqui:
“- Bater no Michel Teló. Sem dó. Como se ele fosse o Sarney.”?
[...] Pichonelli criou um divertido guia de conduta no Facebook para você fugir do lugar-comum e manter uma máscara de intelectual e [...]
Finalmente, alguém que leu e entendeu o texto. Parabéns!!!
Engraçado como muitas pessoas querem exijir de uma crônica o embasamento e a profundidade de uma tese de mestrado. Longe de ser uma crítica a quem tem bom gosto ou não , aponta para a tendência das pessoas a negar seus gostos reconhecidamente duvidosos e tentarem mostrar um estilo de vida e pensamento que não têm. Tudo para serem respeitados/admirados no mundo digital (ainda que na realidade seja diferente).
Nada mais clichê do que jornalista que em matérias de temas os mais diferentes possíveis acha uma brecha para falar ou citar os governos “totalitários”.
Totalitarismo, que em si já é um conceito problemático, virou adjetivo para tudo.
Ele poderia usar “Eixo do mal”, “regime isolado” ou falar de um país onde “a ONU já contabiliza 5000 civis mortos”.
Muito Boa a matéria, estou caindo de rir. Vou até usar umas dessas para ver a repercussão.
Você consegue ser mais chato do que as pessoas que você critica.
Tem o lado de quem faz tudo isso ai que você escreveu, o lado dos criticados, e aqueles que acham ainda superior a todos e tudo que faz justamente o que você fez, escreve uma matéria dessa.
Ótimo texto! Já li coisas muito boas desse autor no site, parabéns.
Algumas pessoas não entenderam a piada. Claro que não “tem problema” gostar de Chico Buarque e dos Beatles. A piada está em pessoas não-autênticas que encarnam todos os clichês da cultura alternativa, e que não se baseiam em uma construção criativa própria, mas sim só reproduzem, com qualidade duvidosa (para “ganhar audiência no perfil”, como confessou uma comentarista aqui).
Então, quem percebe isso e se incomoda com a massificação, desgosta.
Pois é, tem gente que não entende o sarcasmo. Esses textos do Matheus Pichonelli são muito bons!
Faltou falar daqueles que só postam coisas em inglês!
“Basta criar uma conta no Facebook e manifestar desprezo por qualquer coisa que seja popular.” Desculpe-me o autor, mas popular não precisa ser sinônimo de baixa qualidade, de falta de inteligência. Popular é qualidade de povo e BBB é de massa manipulada que, de popular, não tem nada. O mesmo ocorre com Michel Teló, que de sertanejo não tem nem nome. Isso não é música sertaneja. Por favor, inventem outro nome para não macular os verdadeiros cantores sertanejos e caipiras. Esses sim merecem reverência. O que esse Teló deixa de mensagem? Absolutamente nada ou tudo: a sociedade é superficialmente vazia. O refrão dessa música será substituído por outro, ou seja, coisa de massa. Apenas isso.
Cara o Michel Teló está dividindo os primeiros lugares nos rankings de sucessos na Europa. A musica dele pode ser menos sofisticada que a de outros, mas ele tem mérito! POXA RESPEITEM O GOSTO DE CADA UM.
é a orkutização da Carta Capital… IUAHUIEHA tô zoando. faço Letras numa Universidade Federal e venho aturando pseudo intelectuais há 4 anos. Agora além deles no meu FB, tem mais um monte de gente inteligente e avançada falando da orkutização fo FB como se fossem os últimos exemplares da genialidade humana. juro que tb não aguento mais as pessoas postando Clarice Lispector & CIA LTDA, movimentos humanistas, frases babacas daquele sobrinho que eles julgam superdotado, frases cruas de um caipira pra poder refletir em cima, fotos non sense pra mostrar que é sensível. odeio todo mundo!
Depreendo dessa crônica que a crítica direcionada pelo missivista tem como foco os indivíduos que tentam sobrepor seus gostos, seus valores depreciando sine qua non as predileções de outrem. Conforme pontuei, anteriormente, é bem complicado definir o que é arte; Essa querela é debatida não só na academia, como também nas mesas de bar, conversas prosaicas sem, no entanto, chegar a um consenso. A retórica utilizada pelos detratores do programa em questão, parte de teor agressivo, pelo menos no que diz respeito ao estatuto simbólico inscrito na crítica, amiúde, a punir todos os que são adeptos do programa global como manipulados, alienados, entre outros adjetivos pejorativo, entrementes sem quaisquer análise pormenorizada a despeito da questão evocada.
O âmago da questão dar-se-á através, mais uma vez repito, na postura autoritária, carregada de conceitos prévios evasivos e pouco refletidos cujo discurso enuncia um suposto capital cultural ulterior do enunciador perante o sujeito analisado. Porém, as premissas que o regem estão completamente desajustadas, visto que não há como provar- a não ser que se discorra através de um ponto de vista autoritário, higienista, eugenista- que X é mais inteligente ou mais capacitado que Y. O problema reside justamente nos eventuais desdobramentos que tal tese empreenderia, na qual levaria a condição platônica a reverberar a superioridade dos filósofos ante o “cidadão comum”
Portanto, convém lembrar, também, o teor elitista derivado dos discursos. Em minha análise, percebi que esses são emitidos, majoritariamente por indivíduos de classe média; Pode-se depreender, ainda que não haja um corpus empírico suficiente para a análise, o ranço conservador de nossas elites cujas proposições relacionam e reivindicam a legitimidade discursiva através de supostos capitais adquiridos no decorrer de suas trajetórias. A meu ver, a raiva contida por alguns pode ser associada à retórica conservadora que, sem quaisquer parâmetros científicos, apontam o Nordeste e seus eleitores como os responsáveis pelos males brasileiros.
João Pavicic,
Expressões em latim, uso de mesóclise e léxico rebuscado são mesmo necessários num comentário sobre uma crônica, num contexto informal?
Tenho certeza de que sua opinião ficaria muito mais clara se você deixasse de lado todo esse pedantismo e fizesse um texto mais curto e menos prolixo.
Mas se você acha legal usar essa linguagem difícil mesmo fora de contexto, pelo menos tenha certeza de que sabe certinho todas as regras de pontuação e regência, por exemplo.
Acho que nosso cronista poderia adicionar “falar o mais difícil possível, usando palavras que ninguém usa” à lista de coisas necessárias para “parecer um cara muito legal na internet e na vida”.
Nossa!!! Acabei de descobrir que estou super in!!!! Pois amo chico, curto Clarice lispector, sou fã do mau humor irônico do Jabor, não perco luis Fernando , meu conterrâneo e tenho sim, crises anafilaticas só de ouvir falar em criaturas como o michel teligo, que ousam assSsinar o vernáculo com uma vulgaridade peculiar. Perdoem-me os molhares de telespectadores do BBb se prefiro brincar com minhas gatas a ver seres acéfalos que sai competidores declarando amor eterno. Devemos parar de exaltar o mal gosto, ababdonarmos a síndrome de cachorro viralata e declararmos de uma vez por todas, sim, queremos ser cultos!!!! Isso e desenvvimento social.
Clichê… Muito bem, gostaria muito de ler ou ouvir a sincera opinião dos globais e famosos sobre a importância e essência do resultado de seus trabalhos junto ao senso comum. Gostaria de ver colunistas se prestando a tomar lado, daquilo que realmente acreditam e defendem (afinal todos temos nossas preferências). Agora se alguém mais quer projetar algum tipo de imagem esse com certeza é o autor, talvez falta de criatividade… Sou do tempo que as palavras tinham seu peso, e muitas vezes sinto tristeza de ver meu povo involuindo intelectualmente… Um viva à internet, às críticas (fundamentadas) e aqueles que assumem o que são e o que “pensam”!
engraçado é ver que estamos cheios de criticos ferrenhos ao BBB e ao autor do texto a generalização e ao clichê da palavra Clichê e…. esquecemos que ler um texto é opção sua,atrativo seu, se você lê e não gosta paciência!
Caí aqui de ‘para-quedas’ e sinceramente pelo que vi tá todo mundo muito preocupado com a politica e a sociedade brasileira não é mesmo? mas pra sair do sofá e da cadeira de casa todo mundo é muito pop!
Deixa dizer e falar o que quiser, realmente me preocupa essa crise de identidade dos nossos jovens que em frente ao computador são uma coisa e fora dele outra jovens esse que serão o futuro e reflexo do nosso país…se vocês já são velhos demais pra ler algo assim ou se preocupar com algo semelhante, aconselho viver em um outra realidade e nem seque abrir um texto desse que no titulo tem o nome BBB justamente pra quem nao tem 5 minutos pra ler um texto não o ler. me poupe.
pseudo-intelectual…esse termo é bem cliche,e quem se apropriar primeiro do termo para acusar o outro,logo é intelectual…a tá!
Agora estou em dúvida se o fato de odiar esse programa desde que ele tirou a naturalidade e expontaneidade dos BBB’s sem dente, falando errado, disformes e etc…me faz ser cult! Será que não posso mais decidir o que devo ou não assistir e opinar sobre? Estamos de volta à época de Figueiredo? Concordo com Boninho, é lixo sim….não acrescenta em nada! E acredito que todos devem ter o direito de expressar que não gostam, que é lixo, que é burrice….mesmo que venha alguém e diga que isso é ser Pseudo Cult! Quando a maioria das pessoas perceberem o quanto somos pocotós (Luciano Pires) enquanto telespectadores, quem sabe a concessão publica que é a TV seja melhor utilizada! Por enquanto exerco o direito do Power OFF.
Esse foi sem dúvida o post mais bem escrito e sensacional que eu vi na minha vida. E com Facebook em voga hoje ou não, ele é atual desde 2003, quando entrei na faculdade pra fazer jornalismo e me deparei com uma cultura que não era a minha e que fazia questão de ir contra tudo o que “a massa” julgava ruim. É como algo que postei no Facebook hoje: um usuário xingava de retardados outros usuários que postavam na Internet, porque “postar na Internet é coisa de retardado”. Ora, mas se ele fazia isso no Facebook, o que ele era, então? Ótimo post.
Parabéns, cara! Excelente o artigo, muito engraçado mesmo! A ansiedade pro show do Strokes e a ‘contagem regressiva’ pra FLIP eu ri demais, hahaha!!!
Veja a controvérsia que deu, muito bom! E ainda teve um monte que não entendeu a mensagem do artigo… Teve gente até falando que o artigo é uma “defesa do BBB”, hahaha!
Agora o mais engraçado é a galera inflamada com a inclusão de certos comportamentos neste bem-humorado “manual de projeção de uma imagem cool nas mídias sociais”… Galera, é uma brincadeira, relaxa… se vc vai viajar e tem o hábito de mandar um compartilhamento deste fato para todos os seus conhecidos pedindo dicas, sem problemas! Se vc tem um “gosto musical apurado” como um outro citou aqui, no worries tb! Live and let die! (Aí, tá vendo? Outro clichê bem aqui, hahaha!)
No facebook temos muitos cult, mas não vejo a audiência da Cultura aumentar e a do BBB diminuir!
Aliás, tenho uma sugestão ao escritor: bloqueia esse cara ou essa menina, rapaz! Pronto! Fim do gerador de “clichês”!
Fui enganado pelo título do texto, que trata não do BBB mas de clichês. Não posso reclamar, pois títulos mentirosos são tradicionais, como por exemplo “Os três mosqueteiros”, um livro sobre D’Artagnan, que não era mosqueteiro…
De qualquer forma meu interesse foi verificar se eu teria cometido alguma injustiça em não ver o BBB. Como o autor nada falou sobre o tema, presumo que estou certo em achar que tenho mais o que fazer do que ver conversas de pessoas comuns trancadas numa casa, tentando eliminar as outras, para ganhar o que consideram muito dinheiro, o que duvido me acrescentará algo.
Quanto a ver tal sandice para “relaxar”, informo aos interessados que existem livros e filmes muito bons seja para divertir, informar, fazer refletir, ou mesmo tudo junto, como, por exemplo “O segredo dos seus olhos”, argentino, maravilhoso.
Aliás, sendo quem eu sou, não vejo TV, não leio O Globo, Folha, Veja, Estadão, e vivo muito bem assim, informado, bem humorado, convivendo com muitas pessoas na vida real – também não entro no Facebook!
Alguns podem me achar um dinossauro. Sou mesmo. Mas foram os animais que mais tempo duraram no planeta até agora…
Poooooxa! Na próxima, vc gasta um texto inteiro assim bem grande – só sobre o Michel Teló!
Ahhh, posso comentar sobre o “meu” clichê tbém?
Já pensou que maravilha todas as tvs desligadas na hora do BBB e depois não ter que ficar escutando comentários em qq esquina sobre essa coisa nojenta? Oh! O céu!
Muito bom o texto.
Esqueceu do “E leia carta capital”
Esse cara tava falando de alguém específico que ele tem birra, só pode. Depois de metade do texto, as coisas são tão… específicas que só pode existir uma pessoa que faça tudo ao mesmo tempo! rs
Dentre os meus amigos aqui por exemplo, não tem ninguém que faça sequer 3 ou 4 dessas coisas ao mesmo tempo e algumas nunca vi!
BBB sempre odiei! Ah virou clichê? que beleza de clichê! Desde que as pessoas façam o que escrevem, tá ótimo!
São crianças como você… O que você vai ser, quando você crescer ?…
Parece que as pessoas não entenderam que o texto não se refere ao intelectualismo do BBB, muito menos critica João Gilberto e Chico Buarque.. Excelente referência ao modisto anti-populista que, cada vez mais, toma conta das redes sociais pseudo-intelectualizadas! E o pior, é ver gente que canta o AI SE EU TE PEGO o dia inteiro criticando a mediocridade do Teló.. Ele nunca se propôs a ser Chico Buarque.. Ele manifesta a arte dele.. Burrice (no sentido mais cruel da palavra) é comparar um a outro.. Entre outras funções, a música tem a missão de entreter, assim como o BBB.. Sucessos como esses têm o seu valor! Compartilhei com muita alegria no meu facebook.. Mesmo AMANDO CHICO, NOEL etc.. Não conhecia o Carta Capital e parabenizo pelo texto! Bjs e Abs a todos.. Excelente
Essa vai para o Matheus Pichonelli da Carta Capital. Perdão se quis parecer cult.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=puu0NQBBK6E
Kkkkk… Adorei… Tem muita gente com raivinha justamente por agir assim! Bobinhos! Eu confesso! Faço algumas dessas coisas! E não dou a mínima pra isso!!!
As pessoas são na rede o que são pessoalmente.
Ficou uma dúvida: eu agora preciso ter vergonha de gostar de Chico Buarque e não assistir BBB?
Ótimo texto, uma crítica da finalidade ou das futilidades de algums redes sociais. Há alguns meses atrás perguntei a minha filha sobre seu facebook, ela me respondeu: “mãe, eu deixei pra lá pq é como vc ter uma criança, temos que está dando leite o tempo todo. Tenho que cuidar de meus projetos.” Eu fiz o meu, mas me arrependi pq recebo contantemente e-mails me informando que tenho que terminar o cadastro…( risos)
Concordo em gênero, numero e grau é um clichê mesmo dizer que odeia o BBB pra dizer q é culto isso é fato, e sabe o que é mais deplorável? é que cada vez que isso acontece percebemos como as pessoas estão mais falsas e sem um pingo de autenticidade prova disso é o meu facebook, semanas atrás todos colocavam : Favor, não falar sobre o BBB aqui e o que vejo hoje? essas pessoas não param de comentar sobre o programa, confesso gosto do BBB assisto sempre q posso mas tenho em mim a convicção de q o mesmo não tem conteúdo informativo algum, mas TV é uma forma de entreterimento quer algo q engradeça a sua mente? vá ler um livro, existe mil e uma coisas fora o Big Brother, agora viver falando mal além de ser totalmente deselegante é coisa de gente idiota eu por exemplo odeio o reality mulheres ricas,acho q vem a ser até uma humilhação para as pessoas q não tiveram a sorte de nascer em “berço de ouro” como ela, e nem por isso somos melhores ou piores pois embaixo das grafinas roupas Channel delas, existem sangue e demais coisas q em todos os serem há.Mas teve boa audiencia etc e tal, mas eu RESPEITO a diversidade cultural de cada um. O que seria do branco se não fosse o amarelo mesmo?
Clichê é escrever manual de comportamento no Facebook. Não se pode criticar mais nada que fundamentadamente nos desagrade, sob pena de estarmos agindo de maneira preconceituosa. Carta Capital nos revelando como dica de bom comportamento nas redes sociais a passividade e o silêncio diante de aberrações manifestas como a pobreza musical de Michel Teló ou a pseudo-intelectualidade de Pedro Bial, líder de um grupo de retardados que tomará conta da TV aberta nos próximos meses.
Postar o link desse texto no facebook é clichê?
O texto é medíocre. Clichês existem para todas praias, estílos e áreas. Se o tanto de coisa boa que ele cita no texto, consiste em um clichê, bem que a televisão poderia copiar a iniciativa e parar de despejar o mais do mesmo bestilizado de sempre. A grande oportunidade da internet é que temos outra opção diante da lavagem que é derramada todos os dias por muitos canais. Deve incomodar a alguns perceber que o Brasil não é feito somente de piriguetes, mcs e new-sertanejos, mas que conhecem Clarice, viajam, protestam… Se isto é ser clichê, tomara que a moda pegue!
Concordo com o Eduardo Bartolomeu e não com o texto, é claro.
Caro, acho que o texto mostra uma coisa interessante: uma boa crítica não pode ser um clichê afinal, criticar não é só uma frase, mas uma atitude. Penso que o texto trabalha ironicamente isso – a falta de atitude e a criação de um novo clicê: o pseudocrítico virtual.
Esqueceu falar “leia Carta Capital e fale mal da polícia facista de São Paulo apesar de nunca ter pisado em uma favela”
As redes sociais não tem regras de convivência, existe – ou deveria existir – o bom senso para conduzir as relações virtuais. Mas esse texto está muito aquém da realidade, generalizando os usuários com tom sarcástico. Apenas uma coisa é certa: quem tem um perfil quer audiência! Para ter audiência, é necessário construir uma imagem, seja verdadeira ou não. Medir a cultura ou mediocridade das pessoas em redes sociais se torna perigoso, é o velho ditado de “o sujo falando do mau lavado”.
Amei o texto!
Quando me deparei com um cartaz contendo 10 fotos do passo-a-passo de “Como produzir uma vagina em casa”, com direito a colar o pinto para trás e moldar a vagina colando com Superbonder, decidi bloquear todas as pessoas que postam coisas que considero intragáveis. Elas estão lá, caso eu queira “vender meu peixe”. É aquilo: pagando bem, que mal tem. Afinal, preciso ganhar o leitinho das crianças. Mas ocupar meu tempo com o que não quero ouvir, nem ver, não dá.
Ainda somos livres, apesar do Facebook.
Ai que Genial, Ai que absurdo.Esses clichês são hilários e tem muito hipster que deve ter se doído ao ler…
Gosto é absolutamente particular, Sou da Elite intelectual do país e vejo BBB sim, pois se eu ficar em estado de “armado” o tempo todo, quando relaxarei.
Muito bom, seu comentário! Não gostar do programa é um direito que assiste a qualquer, agora dizer, como estão dizendo nas redes sociais, que apenas pessoas analfabetas ,ou sem senso crítico assistem ao programa é preconceituoso demais.
Ótima crônica!!! Para todos que criticam quem assiste BBB. Criticar por criticar é muito fácil! Criticar programas populares para se mostrar mais culto e inteligente não é o caminho. O que você está fazendo para mostrar que as suas críticas são sólidas e positivas? Olhar sensível: precisa-se!
O erro CAPITAL desse artigo, é achar que todos são “Cult” só pra “tirar onda”. Realmente existem algumas pessoas idiotas que tentam parecer assim (aliás, no Facebook o que mais existe é gente tentando parecer o que não é). Mas colocar o BBB no meio da história, isso foi apelação. BBB realmente é uma m*rda. Ninguém critica querendo ser “Cult” não. BBB é o ícone das pessoas alienadas!!!
Hilário o texto! Adorei !!
Isso é o que eu chamo de uma matéria de sucesso. Causou controvérsia, inúmeros comentários e tocou na ferida de muita gente !!
E tá doendo hein?? Só ler alguns por aí.
É bem complicado essa coisa toda de seguir um comportamento para tentar manipular a maneira como a sociedade te enxerga, ao invés de simplesmente ser quem se é, ou, no caso, fingir não gostar ou se manifestar contra algo, com esse mesmo fim. Cá entre nós, todos já fizemos isso alguma vez na vida. É preciso cautela para não cair nos clichês e todo esse exagero.
Goste vc de sertanejo ou pagode; de Globo ou History Channel, de Harry Potter ou Schopenhauer, de Restart ou Deep Purple; vamos parar de achar que somos melhores que os outros, ou de menosprezar seus gostos né? Sem dúvidas, percebemos que o Facebook se tornou o maior palco das indiretas, o megafone do etnocentrismo!
Dificuldade que o ser humano tem de lidar com as diferenças, não??
Muito bom o texto, mas o melhor foi ver a quantidade de comentários que não tinham nada a ver com a real mensagem do texto! Parabéns pelo trabalho!
Gostei. Se eu curti e postar no face entro na lista moralista.
Nunca lí tanta bobeira. É pão e circo que vocês querem, é pão é circo que vocês terão. E ainda a Carta Capital “defendendo” o Big Brother, francamente, parem de perder tempo com mediocridades e vamos falar do que realmente interessa!
Não acho que seja um clichê, esse programa é HORRÍVEL mesmo.
Tem muitas críticas aqui que não fazem o menor sentido.
Não gostei de algumas partes do texto. O autor faz pouco caso de quem é, de fato, culto! A ironia usada pra explicar quem são as pessoas famosas citadas, chegam a beirar o ridículo (para o autor!). Não gosto de BBB, acho degradante, principalmente para o Pedro Bial, que sempre teve talento inquestionável, se prestar ao papel de chamar os participantes de ‘heróis’, mas não é só ao BBB que tenho repulsa, não gosto de reality shows em geral, programas que cultuam o ócio não fazem parte do meu repertório! Não gosto do Michel Teló, as músicas são vazias. Perdoem-me por ter um gosto musical que considero mais apurado. Desculpem, mas acho que me perdi em algum ponto do texto, pra quê servem os álbuns de fotos do Facebook? Sempre achei que fosse pra postarmos fotos nossas, de momentos que achamos bacanas. E pra quê serve a ferramenta de marcação de amigos? Tenho que rever isso tudo, pois pelo visto estou usando o Facebook da maneira errada. Vou ali apagar minhas fotos e tirar das minhas informações que escuto Beatles.
Caraca vc é muito engraçado. Mando bem no texto. É isso ai q acontece mesmo no facebook, pessoas querendo ser ou viver um projeto de vida que nao faz parte de suas vidas. Nas redes sociais todo mundo é “bonito, culto e feliz”.
Depois que inventaram a palavra “clichê” a usam como se fosse um jeans,cai bem com tudo! Curtir tal banda,participar de tal movimento,usar tal roupa,aderir gírias diferenciadas,frequentar certos ambientes e até fatos contrários,como NÃO curtir tal banda ou cantor,NÃO participar de tal movimento,NÃO usar tal roupa,enfim..Agora é tudo clichê! E onde é que fica o livre arbítrio? Todos nós temos a liberdade de gostar ou não de certas coisas,e mais,DEVEMOS usar das ferramentas que temos pra compartilhar nossos gostos.
Gostar ou não do BBB,vai de cada um.Vai desde caráter,até VALORES! É esta a palavra-chave,quais são seus valores? São assim tão mínimos ao ponto de dar esse desgosto ao seu cérebro,quando no momento ao em vez de estar assistindo algo que não lhe acrescenta em nada, poderia estar assistindo qualquer outro canal mais interessante, já que a maioria tem pelo menos 50 canais disponíveis ou mais.Ou quem sabe,em alguma mesa de bar com os amigos,algo que lhe acrescenta uma experiencia de vida,e melhor,da SUA vida e não da vida de bonequinhos que você vê do outro lado da sua “telinha”.
Está certo que nas redes sociais temos vários “pseudo-intelectuais”,aqueles que curtem e compartilham coisas que nem sabem do que se tratam,mas o fazem para se parecer mais intelectuais ou até mesmo,mais DESCOLADOS! Os feitos dessas pessoas podem até serem chamados de “clichê”.Mas e os outros que realmente usam as redes socias para compartilhar de seus interesses ou desinteresses, não podem ser engolidos e rotulados por essa palavra que costumam vomitar por qualquer motivo.
Clichê mesmo é rotular tudo como “clichê”!!!! Por Karoline Alonso
306 comentarios para um só artigo. Nunca vi algo parecido na Carta Capital. O que isso significa? Apenas que O assunto é do interesse de muita gente, queiram ou não. Ignorar é pra quem honestamente pode…
ESSE TEXTO É UMA IRÔNIA PESSOAL…..PRA QUE TANTA REVOLTA? SE DESARMEM E TENTEM PERCEBER A REAL INTENÇÃO DO AUTOR…
Perfeito o entendimento! Achei que fosse o único a ter entendido dessa forma!!!Rs
Cara eu entendi perfeitamente o q vc quis dizer e até comentei sobre no Facebook. N é questão de assistir BBB ou não, pq eu tb n assisto, é a questão de querer mostrar “n assisto BBB, sou cult, vc que assiste n tem cérbero”. Ahh me poupe! Isso tá ficando muito chato nas redes sociais. Eu entendo q cada pessoa tenha seu gosto, mas isso n dá o direito de ng discriminar outra pessoa pq ela tem o gosto diferente do seu, pq gosta dessas músicas q nada agregam, de programas q nada agregam. Cada um sabe da sua vida e essas correntes anti -qualquer coisa estão tornando a rede social muito chata. Se vc tá achando ruim pq o cara só posta música de pagode no Facebook, sai do Facebook, ignora então. Melhor do que ficar fazendo campanha anti qualquer gosto, sou muito mais a favor de cada um postar o que gosta e pronto. A gente vive em sociedade, quem se acha superior, mais culto e que tudo que os outros gostam não presta, que vá viver isolado então.
Só faltou um item pra fechar o manual com chave de ouro: escrever uma crônica pseudo-consciente criticando todos os clichês das redes sociais! hahaha! Brincadeiras à parte, o texto tá massa, cara. É isso mesmo que rola. Infelizmente deixamos de viver para si mesmos, e apenas nos importamos com o Outro, com o público. ê, laiá…
Cliche é “cliche”, palavra bonita e pseudo cult e cult, “cult” é pseudo cult, “pseudo” é pseudo cult, falar da vidas dos outros rotulando-os como algo também é pseudo “cult”, é não tem nada mais pseudo cult do que rotular grupos e afins…Afrim de fazer uma espécie de analise e fazer com que as pessoas se encherguem ali ou como a maioria exerguem os conhecidos. Só acho que podemos falar de algo que motive as pessoas para um bem comum, pois essas manifestações já estão fracassadas e não têm um objetivo util além de se promover….
Mais um clichê: Pobre Brasil, cheio de analfabetos funcionais que não entendem os textos….
Não sei o que é mais engraçado: o texto ou as pessoas militando contra o texto. Adorei e vou postar no meu Facebook, porque também quero ser cult e por isso compartilho Carta Capital. E a Veja é um lixo! rs
Matheus, mandou benzao! hahahaha
infelizmente quem não entender a menssagem se tornara um anti Matheus Pichonelli! aeoaueouae
E você, Matheus Pichonelli, adequa-se em que lado: dos anti-BBB o dos que são a favor? Há clichês para todos.
É complicado opinar, criticar, julgar e até falar sobre preferências pessoais e porque? Porque são PESSOAIS.
Entendi o texto e o que o autor quis com ele mas sinceramente?
Ele só inverteu aquilo que está condenando nos que considera pseudo-intelectuais e elitistas.
Creio que ele seja um telespectador de tudo isso que é condenável por quem não gosta do tipo de entretenimento oferecido pelo BBB e afins e isso o incomoda.
O que aconteceu é que enquanto uns usam contas do Twitter, Facebook e Orkut pra demonstrar essa indignação ele aproveitou a conceituada Carta Capital e o espaço para expor suas frustrações pessoais.
Chique ele. Não?
Parem de falar em sucesso, como se fazer ou ter sucesso numa sociedade falida fosse algo de valor!!!
amigo, infelizmente seu jargão de termos rebruscados se perdeu no meio da sua argumentação… eu não sei se você está querendo pregar uma pegadinha em todos que estão lendo, mas a princípio ficou parecendo que você se considera especial porque não faz nada que pessoas fazem em redes sociais, estou entendendo isso corretamente?
o álbum do facebook se não serve pra compartilhar momentos vividos na sua vida com seus amigos, serve pra quê? pra você ficar colocando foto do seu rosto sozinho em casa?
se você quer opiniões gerais, e não somente de um ou dois amigos, você não pode pedir sugestões no facebook? você tem q ligar um por um ou mandar sms pra ter certeza que você vai aos lugares que seus amigos (que provavelmente compartilham gostos similares aos seus) vão?
ou você está querendo dizer que você deve manter seu álbum de fotografias guardado em casa com suas fotos tiradas com câmeras que ainda usam filme, lendo suas revistas intelectuais que lhe diz aonde ir, quando ir, e por quê ir?
eu até entendo algumas coisas, como pessoas falando pra não falar de BBB mas já falando né, ou pessoas que dizem não gostar do michel teló e sabem a letra de cor… mas muito do q vc falou soou como um qualquer frustrado em saber que sua vida não é tão boa quanto a q os outros tentam fazer parecer
Quer dizer que temos só duas opções? Ou aderir ao lixo ofertado para os analfabetos funcionais ou aderir aos estilosos e fashions? Bota maniqueísmo nisso!!
Primeiro de tudo achei engraçado o texto, pois me vi em algumas das situações citadas, em outras vi amigos meus. Enfim, não muda em nada minha relação com eles. E depois de todo blá-blá-blá no meio do texto, saquei a do autor (acho eu): “Ninguém vai dar a mínima, mas o importante é ficar bem com a gente mesmo.” E ponto final, ele não ta incriminando ninguém por isso ou aquilo, apenas citou situações do nosso cotidiano nas redes sociais. Terminou de ler o texto? Reflita um pouco, volte a trabalhar, esqueça, e seja feliz.
Seguem dois posts meus publicados ontem no Facebook:
1)
“Até agora NENHUM amigo aqui comentou SOBRE o BBB. Em compensação chovem textos e fotinhas de campanha contra. Tô começando a desconfiar de quem é chato de verdade…”
2)
“Na mesma linha do que eu disse no post anterior, acho que esse tipo de ‘intolerância’ é uma grande babaquice.
Ninguém é melhor do que o outro porque curte a música erudita feita pelo seleto grupo de anões filósofos de um condado do norte da Mongólia. Ou ainda porque assiste o conteúdo da TV virtual educativa sobre política grega.
BBB existe porque tem quem consome, simples. Se sua mãe assiste e te educou pra ‘ter instrução’ ela é menos foda?
Acredito que todos temos um pouco de ‘brega e chique’, mas de boa, quer ser CULT? Seja! Mas tem que ser chato também?
Eu já vi BBB, não vejo mais porque simplesmente perdi o interesse, e não porque me acho foda demais e preencho o tempo que estaria em frente à TV lendo Platão!
Liberdade de expressão anda junto com o limite de direitos. E eu aprendi com a minha mãe que o do outro começa onde o meu termina. O outro tem direito de gostar e, desde que isso não cause nenhum mal, eu RESPEITO.
Já falei demais, vou preencher o horário do BBB jogando Xbox! Posso?
Enfim, o mundo é dos NET’s! hahahahaha”
Para Diego Vargas:
12 de janeiro de 2012 às 14:53
Oi Diego, concordo totalmente com você. Cada um no seu quadrado, algo mais brega que essa expressão? Mas não vejo maior verdade… Quer ser Cult, problema seu, mas tem que ser chato? Deixa o povo ser feliz, mas não torra a paciência porque não gosto! As pessoas preocupam-se demais com o alheio, pra mim essa é a conclusão.
Eu acho que o autor confunde cultura popular com cultura de massa. Além do mais, acabar tendo uma postura contraditória, ajudando a criar outros clichês.
Mas entendi o que o autor quis dizer e concordo em parte…
Matheus, certamente existe a falsa-crítica e existem aqueles que esperam parecer mais inteligentes a partir de uma rejeição sem essência da cultura de massa, popular, populesca etc.
Mas como disse Guilherme em algum comentário abaixo, também é verdade que o supra-sumo da crítica-fake-facebookiana é justamente o seu texto: aquele que ataca os pseudo-intelectuais, algo como ladrão que rouba ladrão.
E como afirmou Renato, é errado que a rejeição ao BBB figure na sua lista de atitudes descoladas. Primeiro porque muitos dos críticos deste programa não partem de um “nojinho pelo populesco”, mas justamente do contrário: que o BBB de popular não tem nada. Ele é uma fantasia global como qualquer outra. E, sendo assim, se vale daquele terrível clichê de que a TV é um escape à vida cotidiana miserável e monótona – ou seja, a programação, para ser popular, deve vir preenchida de gente loira, sarada e heterossexual.
Normal. O ser-humano se sente bem “sendo diferente”, ignorando que até o “diferente”, hoje em dia, é padronizado. Ou sei lá. Clichê é o que não falta.
Alguém mais se sente como se tivesse acabado de ler um diagnóstico perfeito sobre 70% dos seus ‘amigos’ de redes sociais? Eu sim.
Acho que temos uma tendência de gostarmos de coisas mais simples… Tudo tem o seu lugar… Precisamos nos esforçar para gostar de coisas sofisticadas, tudo é uma questão de escolha… Mas todo mundo tem uma coisa pop que gosta… Ninguém é 100% cult, se não fica chato demais…
Háháháhá. Eu quero mesmo é falar mal do BBB. Sem filosofia de boteco em cima disso.
Não ficou claro para todo mundo o tom de ironia? Não é mais uma critica ao BBB (criticar o bbb é redundância). Tiração de sarro de quem se acha cool por criticar o programa. Dane-se o bbb.
Concordo com a Carolina Maria Ruy , pra mim ficou claríssimo o tom de ironia, como se todos fôssemos obrigados a gostar de BBB ou de Michel Teló e gostar de Chico Buarque ou o que é realmente de bom gosto fosse um crime… tem dó. Esse aí já vi que é fã da apelação do BBB. Lamentável!!!
Não, Silene. Não foi isso o que a Carolina disse.
Matheus Pichonelli , Quis criticar o clichê por parte dos anti-BBB, mas acabou contradizendo pois ele mesmo abusou de usar nesse texto clichês de quem é a favor do BBB.
( Parabens ao Michel Teló , pelo refrão mais cantado de uma riqueza fantastica [ ''Ai se eu te pego''], isso é muito poetico, daqui a uns meses ninguem irá lembrar quem é esse cantor, afinal musicas de modinha não duram muito tempo, e acho que é a única musica dele que ta fazendo sucesso se eu não estiver enganado.
É um texto de humor, não há motivo pra se irritar com isso mas só para rir. O pessoal não tem senso de humor? Vamos descontrair gente!
gente que não entendeu a ironia no texto…
Que discussão mais tola essa. Basta cada um respeitar a individualidade. Cada um possui a liberdade de gostar daquilo que admira, postar aquilo que gosta e assistir o programa que lhe interessa. Assim como respeito este texto, respeito todos os demais gostos, por mais que eu não compartilhe, das outras pessoas. Críticas tolas e vazias, o Brasil está cheio. Quero ver alguém colocar a “mão na massa” e tomar uma atitude concreta face as grandes dificuldades do nosso país. Foquem o importante. O fútil, com o perdão do trocadilho, é muito fútil.
Engraçado que no Brasil, é só você não gostar de algo popular, como esse lixo do BBB, que você é qualificado como seguidor de “clichê”.
Assim como nas redes sociais, temos que respeitar os amigos que postam os “acontecimentos mundiais” do BBB, quem não gosta do programa deve ter direito ao contraditório e também postar sua insatisfação de ver a maior emissora do país, dispensar 3 meses da sua grade de programação, para ver a vida de 16 acéfalos dentro de uma casa, sem produzir nada de significativo no país. Aliás, o direito ao contraditórios está previsto em nosso ordenamento jurídico, logo, isso faz parte de uma democracia. Sem ser julgado como uma pessoa que gosta de adotar clichês.
Uma coisa, são as pessoas que são contra a tudo que é popular, e outra coisa, são pessoas que tem opiniões pontuais contrárias ao que é oferecido pelos meios de comunicação e artístico.
No mais, concordo com boa parte do que o autor escreveu no texto, quanto ao comportamento sobre os clichês, mas achei de uma infelicidade sem tamanho, colocar o ” BBB” como um alvo do movimento de clichês.
O que a Carta Capital está fazendo com suas colunas?
Esse texto é completamente inútil em seu conteúdo!
Eu esperava uma crítica com embasamentos psiquiátricos, uma crítica que demonstrasse como o “mundo” das redes sociais valida as vontades de explicitar suas vontades mesmo que de mentira.
Não perco tempo querendo “ser popular” nas redes sociais, apenas aproveito SIM para deixar ali, virtualmente, o que eu quero!
Texto fracassado, sem nada que me agregue!
O mais hilário é essa crônica se tornando web-hit no Facebook. Internautas compartilhando um link da Carta Capital (olha que cult!) que satiriza o comportamento dos usuários de redes sociais. O texto poderia ser mais construtivo e crítico, e seria melhor se não citasse nomes… alguém já parou para pensar como o Facebook e a internet em si, com sua rapidez, viabilizam a contrução desses clichês? Não há como fugir disso. Eis que o texto é só mais um destes tantos, só que com um quê de misantropia.
Artigo lamentável pelo que grande parte já disse aqui. Não precisa ser intelectual ou pseudo-intelectual para ter ojeriza à BBB, Michel Teló e coisas dos gênero. É só o bom-senso em ação. Maria-vai-com-as-outras terá tanto para quem gosta, como para quem não gosta dessas coisas citadas.
O texto tem sim suas verdades, porém caiu em uma contradição terrível, ao criticar os pseudo-intelectuais, o autor da crônica acabou agindo como um hipster. Que nada mais é que um pseudo-intelectual “arrumadinho”. Daquele tipo que diz “Nossa, esse ai ta citando Clarice Linspector mas nem entende a idéia transmitida por ela em seu momento de êxtase literário!” e outras ladainhas a mais, e este na minha opinião, é o segundo pior tipo de pseudo-intelectual, a primeira posição pertence aqueles que compartilham este artigo como “espantalho”, ou seja, lêem por cima e acham que se trata de uma “desculpa” para continuarem a assistir BBB.
1 o título fala sobre o clichê anti BBB e nem todas as posturas correspondem ao perfil de quem posta este tipo de coisa, na verdade, o BBB representa o máximo da estupidez humana através da futilidade, superficialidade, culto ao indivíduo, consumismo, a maioria dos que estão vendo uma casa com piscina, vão passar a vinda inteira limpando uma pra poder viver talvez…
2 A crítica dos usuários é válida, os comentários sobre BBB podem ser feitos em particular na mesma rede social, desnecessário perturbar os que não gostam por conta de uma vaidade, nada mais é do que respeitar o espaço alheio, em um espaço, em tese, público…
O que mais me espanta é nos comentários as pessoas ignorarem o tom de ironia do texto, que obviamente não está criticando quem desgosta do BBB e é fã do Almodóvar ou conhece toda a discografia dos Beatles. Eu estou inclusive relendo o texto pra ver onde é que está a propaganda favorável ao Big Brother… cadê o autor negando que o programa é pão e circo?
Está nítido que a crítica vai pra quem ofende o BBB apenas para parecer cult, apenas pra querer se mostrar melhor só porque não ingere populaxo. Mandam ler um livro quando nem o Pequeno Príncipe conhecem; falam do programa quando passam duas horas com a bunda no sofá assistindo 22 homens correndo com uma bola ou falando sobre vídeo-game. Qual o sentido de passar 9 meses do ano falando sobre frivolidades e chegar em janeiro e fazer o culto? Detalhe: só pela timeline do facebook.
Do mesmo modo, o texto expõe padrões dos intelectuais de redes sociais que vivem pra postar sobre “Chico”, “Caetano” e “Betânia” (assim, usando só o primeiro nome mesmo) quando secretamente se remexem com Michel Teló e nem saber o que foi a Tropicália, sabem. Se você que leu o texto não é assim, o texto não é sobre você ou os seus gostos.
Aí eu não sei se os críticos abaixo não entenderam a mensagem, ou só estão pagando de desentendidos pra fazer muxoxo. Porque, olha, vamos combinar: ficar ofendidinho com um texto que critica pseudo-intelectualidade soa como carapuça servida.
Tem também as fotos e os relatos das viagens ao exterior, em que se compra tudo o que tem aqui no Brasil, só que pagos em dólar e nenhum relato de visitas a museus ou teatros.
Ou discursos cansativos, com murais cheios de frases feitas de como sou feliz hoje, porque a maioria do pessoal das redes sociais parece não ter problemas. É tudo uma felicidade só.
Tem também a turma sem senso crítico que, para se enturmar, se achar politicamente correto, sai dando gostei em qualquer assunto da moda.
Quanto ao bbb, confesso, eu assisto, como também desenho animado, programa infantil, banalidades.
Porque é bom saber o comportamento tanto da propaganda das crianças, como as manifestações do povo brasileiro sobre os participantes.
Falar de sujeito, sem ensinar o nome das coisas é que não dá.
tô impressionado… acho que 90% dos leitores tem algum problema de interpretação aqui… o texto é excelente e a maior parte das criticas aqui colocadas são sem pé nem cabeça… alguem precisa fazer um desenho pra essa galera.
Mt bom mesmo, quem se sentiu ofendido tem problemas de afirmação, sofria bullying no colegio, sei lá.
Meus amigos, me parece uma gde contradição criticar o BBB e “existir” no FB.
Mais uma vez, parabens pelo texto.
Excelente o texto!! Parabéns ao autor!!! (várias exclamações – fã de pagode??)
o pseudo intelectual. esse texto tá mais pra roteiro de stand up
Texto fraco, acha que a vida é preta e branca, além de trazer vários preconceitos, quer dar lição de moral bem meia boca.
Só deixo um video aqui interessante sobre BBB http://www.youtube.com/watch?v=lzefF9i_Ucw
Pelo que me parece, o Facebook tbm é mtoooo popular, pq você não deleta a sua conta??? e outra, se no final você diz q o importante é a gnt viver de bem com a gnt mesmo, pq você quer impor oq devemos ou não fazer????
SEU TEXTO É UM LIXO. uma criança de 10 anos é mais coerente que você
Qual é o problema em ser clichê? Acho a palavrinha tão bonitinha, charmosa, com um toque levemente francês…Eu gosto do que gosto, sem nenhuma preocupação à não ser ter prazer no que ouço, assisto, leio e faço e não abro mão da minha liberdade de escolha pelo que vão pensar de mim. O texto é bom, porque é coerente e bem escrito. Só discordo da tentativa de transformar o Facebook, que é apenas entretenimento e não palanque político, em uma “feira de vaidades”(oops, clichê esta) onde as pessoas publicam e compartilham o que pensam, sentem e vivem apenas para aparecer…ai, ai, viu…
Descordo totalmente. Foi a 2º maior audiência da história do BigBosta com 34 pontos (a primeira teve 59) como algo que só é malhado por um grupo menor pode ser considerado clichê? O Cara também se perde nos misturando clichês de facebokistas que querem ser populares com aqueles que se consideram vanguardistas.
São pessoas assim, que se alimentam dos excrementos da Globo, cujo próprio autor classificou assim, sem pestanejar que atrasam realmente este país.
Pera ae, então o certo é assistir o Big Brother? Bom mesmo é o Pedro Bial? João Gilberto e Chico Buarque são medíocres?
Bom, acho que esse texto foi escrito unicamente como uma desculpa para que seu autor faça o que mais gosta, masturbação mental assistindo o BBB, afinal, talvez no seu íntimo, ele na verdade deseje estar na casa mais vigiada do Brasil. Não me surpreenderei se ver seu nome lá em 2013!
Meu amigo(camarada não!), sentirás vergonha do que escreveu daqui a alguns anos, porque mais do que criticar pseudo intelectuais, tu defendeu uma forma de proliferação midiática que sensura tua revista (empregador).
Criticar intelectualóides sim, agora, sem exaltar a ignorância, por favor!
A questão não é gostar de BBB ou não, a questão é estar contra alguém por que gosta de BBB, com pensamentos inúteis assim que se começam menosprezos e ignorâncias.
Não critique algo pelo simples fato de você não gostar, o sentimento de paz é muito maior que isso, por pensamentos assim que há tanto preconceito entre culturas e dentro da própria cultura.
O texto está excelente.
A questão de ele inserir nome de artista é de que muitos se padronizam em apenas um gosto musical mais influente e não mostram o que realmente gostam por pensar que estaria saindo do padrão de uma sociedade.
“Tome duas doses de Clarice Lispector todos os dias. Adicione, de vez em quando, aquele poema da Fidelidade do Vinícius de Moraes (“de tudo ao meu amor serei atento antes…”) e algum pensamento do dia escrito por Mário Quintana ou Caio Fernando Abreu (se não tiver nenhum livro deles em casa, jogue no Google alguma letra sobre despedidas cantada pelo Alexandre Pires. Se não citar a autoria, todo mundo vai achar o máximo)”. Com certeza a melhor parte, por favor, desconectem “O pensador” ao facebook!
Concordo com boa parte do que Matheus Pichonelli escreveu. Vamos combinar que a classe merrrdia brasileira, a qual eu me incluo, é hipócrita sim! E uns chacoalhões de vez em quando fazem bem. Fiz uma pergunta no facebook há mais de um mês e só uma pessoa respondeu meu ‘post’, que era: “Vc sabe se a Defesa Civil de sua cidade está preparada para os eventos meteorológicos de janeiro?”. Pareceu-me que os quase 600 de minha lista estavam mais preocupados em escrever frases de auto-ajuda e coisas do gênero citadas no texto.
Parabens pelo texto!! Pena q a maioria desses animais nao sabem interpretar texto e tampouco conseguem ser imparciais pra avaliar um texto que contem pitadas de ironia. Parabens!!
BBB não deixa ninguém mais burro, nem mais inteligente… Se não quer assistir, é só desligar a televisão. O que leva uma pessoa que Já falou 500 vezes que não gopsta do BBB a Ficar entrando em noticias relacionadas sobre o tema ? Será que é tão difícil? Rolleyes!
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ESQUECEU SÓ DE MENCIONAR QUE VOCÊ TAMBÉM PODE ESCREVER UM TEXTO CLICHÊ COMO ESSE E PUBLICÁ-LO NA INTERNET. NINGUÉM VAI DAR A MÍNIMA, MAS VOCÊ VAI PARECER CULT!!!
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Olha, esse texto é péssimo. Podia até ser engraçadinho tentar categorizar “tipos encontrados no facebook”, mas generalizar uma série de atitudes e enquadrá-los num bloco só para cair matando encima é ignorante. Cadê o respeito à diversidade? Além de ser pouco esperto: a maioria dos leitores devem ter se identificado com ao menos 1 citação e se sentido criticado, ofendido… e odiado o autor. Parabéns autor! Vc ganhou nada!
Fantástico. Faltou que dizer, para ser o bacana nas redes sociais, é importante ler textos como este e postar por lá, acompanhado de dizeres como “é bem por ai mesmo”
E, por fim, compartilhe este texto raso na sua página pessoal do Facebook como se fosse um texto, além de original, incrivelmente surpreendente. Seus amigos todos também compartilharão e assim serão todos descolados e profundos apreciadores disso aí que não consigo sequer nomear.
Parabéns!
BBB é uma cambada de come e dorme. Diria o filósofo Away de Petrópolis. Programa vazio q bota pessoas em situações constrangedoras e instigando a ganância. Ganhar dinheiro sem fazer nada.
queres posar de popular falando mal de pseudo intelectuais?
esse seu texto parece que vc ta dizendo aquele ditado: “gosto não se discute”, mas eu discordo do seu texto, pois ele é que é cliche, porquanto, gosto se discute sim, pois gosto se cria, e a midia podre é responsavel por criar gosto por lixo. esse bbb é um lixo.
A gurizada esta empolgada,como o povo se manifesta não é mesmo???????É o nosso senso de justiça muito aguçado!!!!!
“Que sua mão esquerda não saiba o que faz sua direita” (Mateus 6, 1-4)
Não é preciso ficar ostentando cultura no facebook, mas que é um instrumento democrático de expressão de opinião, não se pode negar. É por falta de manifestações efetivas que nossos parlamentares aumentam os próprios salários na calada da noite.
É,o cara fez uma pesquisa pelos “faces” da vida,e de fato é o que vemos mesmo,mas eu prefiro ser nada a ser assim como ele descreveu,total babaquisse,tu cria algo q tu não é só para ter popularidade?Mas é a realidade,a vida sempre foi assim,pra ser aceito tu tem que ser o que não é…quanta contradição…Mas não é q teve gente que conrcodou com o escritor desta matéria,acho q ele só quis ser irônico gurizada!!!!!
seu texto é perfeito!!! Parabéns!!
Tava demorando. É assim, quase uma lei da natureza. Surge uma moda…todos amam a moda….alguns se manifestam contra a moda e um começa a rotular o outro. O que eu vejo é uma imensa falta de respeito com as opiniões.
Onde eu me enquadro? Eu não gosto de Teló, Roupa Nova e BBB. Mas o mundo não são extremos apenas. Pq eu não gosto de Teló, não quer dizer que eu ame João Gilberto etc etc
Eu gosto do que eu gosto. É assim, simples e infantil. Eu curto samba e as sinfonias mais populares Beethoven. Por que, não pode?
Eu curto Animal Planet (sim!), algumas coisas da Globo, algumas coisas do Multishow e tudo que é tipo de documentário da HBO. Olha que absurdo.
Eu leio A Batalha do Apocalipse e falo com seriedade desse que é um livro fantástico (nas melhores concepções da palavra) como falo da biografia de Einstein.
O mundo não pre preto e branco senhor articulista. As vezes as pessoas gostam mesmo do D.O.M. Qual o problema? As pessoa as vezes gostam mesmo do Michel Teló.
Seu artigo foi uma ode ao preconceito. porque, vc sabe, ideias pré-concebidas sobre algo ou alguém que não se conhece pode ter diversos origens e destinos.
Pra mim seu comentario e melhor que o texto. Tava pensando em escrever algo como isso…mas depois que li seu comentario vi que nem precisa. Parabens
Lendo esse texto perdi 5 minutos que não voltarão mais…
Acho que tem assuntos mais interessantes a serem tratados e o autor ignora o papel das redes sociais hoje em dia.
Será que é para afirmar que na opiniãol dele intelectuais não ligam a mínima para as redes e discutem assuntos ‘relevantes’ somente com a sua rodinha hermética? O texto na verdade é elitista e conclui que as redes sociais são povão, portanto dentro do povão não cabem pessoas que tenham gostos diferentes de Michel Teló ou BBB. Imagina, se alguém publica uma tela de Frida Khalo é porque quer se diferenciar e não porque simplesmente expressa o seu gosto genuíno por ela. Povão não pode gostar do que é diferente sob a pecha de ser tachado de querer ser o que não é: cool. Por que? Gente cool não faz isso?Gente cool mesmo não entra em rede social?
No fundo, o autor, como todo principiante, deve estar é curtindo o tanto de comentários que recebeu e achado que NOSSA, DELICIA assim vou ser famoso!
Concordo não. O mundo não é dividido em joio e trigo como ilustra a crônica. Nem todo mundo que gosta de músicas consideradas bregas é um chato aculturado. Nem todo mundo que gosta de vários elementos tidos por intelectualóides é um pseudo-culto-metido à besta.
O autor foi extremamente generalista, não levou em consideração que existem pessoas que realmente gostam de determinadas elementos e que não estão “maquiando” seu perfil para fazer tipinho na internet.
Concordo que tem gente, a julgar pelo exagero em mostrar ao mundo internauta o quão culto é, que realmente parece só querer ostentar o título de culto bacana. Mas condenar a pessoa pelos gostos relacionados no perfil já é um tanto exagero (afinal, a manobra serve para receber atualizações sobre tais gostos. Se eu gosto, naturalmente vou querê-las). Sei não, mas em vez de crítica, tá mais para uma crônica criada em razão de uma ou duas pessoas específicas que deixaram o autor irritado.
A propósito, tenho, desde a adolescência, todos esses gostos musicais e literários de que ele comentou, mas gosto de Raul Seixas, sim (que era de uma variedade incomparável), e não curto qualquer rock atual, apenas os mais calminhos e indies. Não, não gosto muito de Clarice Linspector, por achar seus textos um tanto auto-biográficos-e-devaneantes-demais, mas não nego seu valor. E sei apreciar o desprendimento que só um bom funk nos oferece em certos momentos. Mas realmente não curto música sertaneja de jeito algum, desculpa. Ah, e fora um compartilhamento de uma brincadeira sarcástica na internet – que achei ótima pela piada, pois anunciava mandar de volta ao orkut quem comentasse sobre o assunto no fb – não comentei nada sobre o programa de televisão referido, nem sobre seu apresentador. E agora, tenho classificação ou sou terceiro-excluído que leva a teoria do autor por água abaixo?
Desculpem-me, mas quem vestiu a carapuça do clichê foi ele, achando que o mundo é tão redondinho, tão preto-no-branco assim.
O BBB produz três tipos de chatos:
- Os chatos que assistem e só falam nisso.
- Os chatos que não assistem (ou fingem que não assistem) e só falam nisso – seja pra criticar, debochar, destilar o preconceito, ou seja lá o que for.
- Os chatos, por fim, metidos a intelectuais que produzem textos chatérrimos classificando todos os que não assistem como metidos a intelectuais.
De todos, confesso que são os terceiros que mais me irritam.
Esqueceu de citar os chatos que não assistem e se acham no direito de fazer criticas desnecessarias reclamando de quem assiste, quando ninguem perguntou a sua opinião.
Que pena. Perdi tempo lendo um elenco de exemplos de clichês de comportamento que devem fazer parte da rotina do jornalista.
Buscava uma reflexão sobre a onda de críticas rasas aos clichês da televisão e encontrei mais crítica rasa em uma matéria clichê. Me senti lendo o yahoo, aquele lance tipo “10 coisas X” (10 fotos de jacarés de bruços, 10 crianças que trabalhavam na tv e agora cresceram e continuam trabalhando na tv, etc).
Falta pauta?
Mas na maior parte do tempo, fiquei pensando que o jornalista criticava as únicas pessoas que leem esse site: os intelectuais e os pseudo-intelectuais.
Que pena, novamente.
haha. Muito bom o texto, mas não acredito realmente que qualquer manifestação de repulsão possa ser um ato “pseudo-cult”. 95% da tv brasileira não presta, contudo, as pessoas falam do BBB porque é o que está em evidência, o que levam para as rodinhas de conversa. Ñ tenho nada contra. As vezes assisto, como vejo Zorra Total. uahuahuha. Agora, discutir sobre quem é o mais carismático, mais bonito, o futuro vencedor… tenha fé… ou não. Seja feliz!
Vim até aqui a partir do perfil de uma amiga. Li seu texto. Conclusão: você já começa a ser também um clichê. Podia escrever com argumentos mais consistentes. Tese muito frágil. Perdi meu tempo e ler e escrever essa mensagem. Rs (de mim mesmo agora)
O cronista apontando para os outros, falando de si mesmo.
hahaha…eu dou risada! Facebook é uma piada. Quem ainda não percebeu isso? Todo mundo quer ser Cool nas redes sociais… cada um mete o pau no outro sem respeitar a individualidade alheia. Que individualidade? Se três já compartilham a mesma opinião…já é motivo pra uma boiada começar a pensar igual. Pessoas que alguns anos atrás adoravam Big Brother , e iam pra suas casas, desesperados pra acompanhar a sacanagem de alguma personagem, hoje ODEIAM…é claro,…não pode ficar feio. O mesmo acontece com o coitado do Michel Teló. Já que a maioria tá criticando…vou criticar também. (Essa é a atitude da maioria)…Agora quero ver no Carnaval..nas festinhas..depois de umas bebidinhas na cabeça …dançam até funk! mas não tem problema!! Você posta uma foto Cool…e todo mundo esquece! Ninguém não vai nem lembrar que vc foi um dos que mais xingaram o Michel Teló!!
O texto generaliza as questões clichês do facebook. Isso é parcial demais. Há muita coisa boa. Não sou defensor de nenhuma rede social, porém reconheço, que assim como no dia a dia comum, encontramos os mesmos problemas de expressão. Pessoas manifestando sua “pseudo-intelectualidade” também existem sem rede social. O que está escrito pelo autor é real, porém parcial. Não me sinto representado nek tãopouco o meu círculo de amigos.
Qualquer forma de expressão, ou demonstração de gosto é clichê agora? Descordo totalmente de você, apoiar a promoção de um programa tão vil e imoral e banalizar pessoas que apoiam música e arte de verdade. Eu odeio BBB, eu odeio michel teló, isso é um lixo para o cérebro e o ouvido, a indústria da televisão é criminosa, polui e engana a sociedade. Eu sei que me manisfestar aqui não vai mudar grande coisa, mas pelo menos me faz sentir bem que estou contra essa correnteza.
E por favor, isso é matéria de carta capital? do jeito que as coisas tão, ta mais pra Fofoquinhas Notícias.
CC democracia se faz com debates…por favor nao me censure outra vez!!!
hahaha, a muito tempo eu não lia um texto tão ruim assim. O mais engraçado de tudo é que o pseudo ultra hipster e não esqueçamos, extremamente culto, Matheus Pichonelli sabe tudo da internet. Porque você não escreveu sobre o quanto você gosta do BBB, seria mais aceitável.
Cameras no metro,na privada,na escola,nos butecos,no sapato do padre,no rabo do cachorro…eis o mundo bbb,onde todo mundo é legalzinho,o sonho de ser superstar,tipo artista,nao precisa de talento pra nada,mostrar o pau ou o rabo basta.
Amanha muitos vao orar para deus mandar um pseudo-intelectual,feito messias,para eleborar uma alternativa contra o olho q tudo ve.
“1984″ parece mais uma profecia.
tem gente q leu sem tr entendido de fato…
nao é teu caso…mas o que é 1984?
Textos para criticar atitudes dos outros na internet é o que existe de mais clichê no momento. Sorry.
Concordo Angelo… a coisa mais clichê atualmente é ficar procurando modas pra criticar.. Esse texto representa uma coisa que me dá agonia hoje em dia: essa patrulha da internet que as pessoas gostam de fazer pra poder mostrar que são diferentes indo contra o senso comum! Não sou fã do Big Brother, acho realmente uma coisa idiota, conheço gente boa que goste. Não preciso ficar falando no facebook pros outros.. mas se eu quiser falar eu falo e se alguém discordar a gente conversa e pronto. Todo mundo anda querendo mostrar que o outro é alienado e querendo se mostrar diferente. Por um caminho diferente, o autor se encaixou perfeitamente no perfil que desenhou e de quem desdenhou. Abraço
Existem pessoas que realmente não gostam do BBB e tem o direito de não gostar. Assim como também tem o direito de dizer que não gosta.
Eu não gosto de BBB, acho uma babaquice e acho que quem assiste vai pelo mesmo lado, é que acho, é um direito meu.
Assim como tem gente que me acha um babaca por não gostar de BBB.
Acho que o povo tem que começar a respeitar o pensamento de cada um, se todos fossemos iguais qual seria a graça?
Gostei demais do texto e comungo de vários pontos feitos. Ser clichê é o q mais tem na sociedade, esses q falam mau do BBB sempre dão uma “espiadinha”, parafraseando Pedro Bial!!!
Legal teu texto! O único problema é que ele define como “clichês” grandes autores, cantores e compositores da culuta brasileira, e termina por premiar o lixo que o mercado impõe às pessoas. Num país que necessita de sérios reparos no sistema educacional e sofre pela ignorância e alienação do povo, acho que tuas citações pegaram mal.
Fora isso, tá legal o texto…
Matheus, sempre acompanho e leio seus artigos, e acho muitas vezes geniais, mas dessa vez acho que você foi tão clichê e preconceituoso como os que você critica… o preconceito e outras misérias estão implícitos em todos nós, mas devemos deixar escondidos bem lá no fundo…
Interpretação de texto, a gente vê por aqui nos comentários! Pelo amor, né? Cada um terá sua forma de entender, isso não significa ser bom ou ruim. Eu gostei e concordo com quase tudo, menos o que eu costumo fazer. hehehe!
Gente, vamos deixa pra lá o que cada um pensa. Deixa o cara escrever o que quer, pra mim ele o fez assim como aqueles que estão em Miami e querem compartilhar no face. O motivo é o mesmo. Mostrar para os outros o que pensa ou o que faz.
A regra é que todos somos iguais, com necessidades iguais em momentos distintos. Um quer mostar que foi pros EUA o outro quer mostar que faz bem uma crítica, ou seja, são iguais, ambos com necessidade de serem notados.
Assim como eu, que optei por escrever a minha opnião, igual vocês.
Simples assim.
Legal teu texto! O único problema é que ele define como “clichês” grandes autores, cantores e compositores da culuta brasileira, e termina por premiar o lixo que o mercado impõe às pessoas. Num país que necessita de sérios reparos no sistema educacional e sofre pela ignorância e alienação do povo, acho que tuas citações pegararm mal.
Fora isso, tá legal o texto
O grande problema dos pseudo-intelectuais das redes sociais é quererem impor seu gosto aos demais, julgam-se melhores. Se você não gosta de BBB nem de Michel Teló, a opção de bloquear o feed do amigo brega em questão está ai pra isso. E cada um que cuide da sua vida e ouça/veja o que quiser.
O pessoal que acessa matérias sobre BBBs, novelas, celebs e escrevem o dia todo ‘isso mudou a minha vida’ ou ‘quem é esse tal’ não gostaram desse texto hehe.
Esse texto em si é o maior dos clichês. Despreza ele, as diferenças e idiossincrasias, criticando e subjulgando qualquer manifestação, por menos digna que seja, tentanto pôr-se acima do bem e do mal, douto de uma “visão privilegiada”, porém não menos preconceituosa.
Adorei, é assim mesmo as pessoas querem passar uma senso comum aguçado enquanto não sabe de nada , todas superficiais, e mediocre e no face como em qualquer lugar é assim mesmo. valeu!
A discussao é valida. Concordo com quase tudo…
Menos com a parte do michel teló, esse cara é desprezivel, conheço uma musica dele “ai se eu te pego” e tenho vontade de espancar alguem quando toca em festas, shows e eventos em geral…
Enquanto temos grandes artistas brasileiros, com musicas sensacionais (como o proprio chico “apesar de voce, amanha há de ser outro dia”), quem faz o “nome” do brasil no exterior é o michel teló… nao conheço muito a musica dele, mas essa “ai se eu te pego” é desprezivel, diga-se de passagem essa musica é um forró da bahia (se nao me engano) ele só regravou
Eu não gosto de BBB,pelo simples fato de achar ruim,sem graça,e pq eu tenho mais de 40 canais na TV do meu quarto para escolher alguma coisa que me interesse.Se de um lado tem o povo que considera BBB uma coisa infantil ou pobre de cultura,tem o outro que vê com preconceito ainda maior quem não assiste simplesmente pq não gosta,Taxando ele mesmo de intelectualóide e metido a “cult” como vc mesmo falou.Eu nao costumo condenar uma pessoa pelo que ela assiste na TV.Ela te o direito de ver oq bem entender.Criticar e falar mal de pessoas é fácil e se mostrou que você é óbvio,que se utilizou de defeitos de pessoas para justificar o defeito de outras,Teto de vidro.
Ou criticar aqueles que criticam o BBB… E até criticar aqueles que criticam quem critica o BBB. E assim se cria um ciclo vicioso. Bem vindo ao mundo.
Virou moda agora falar mal da música sertaneja, falar mal do Michel Teló, falar mal do Big Brother Brasil, falar mal dos programas de televisão, falar mal das novelas da Globo e por aí vai… Tem muito sentido as críticas que as pessoas fazem sim. Mas é preciso tomar cuidado, porque é olhando essas coisas que se depara com a realidade de fato. O homem precisa conhecer a hipocrisia que existe dentro do próprio homem. O homem precisa ter consciência de que o próprio homem é feito de qualidades e de defeitos (por sinal, defeitos gravíssimos). Não vejo problema algum em assistir o BBB. Vejo, na realidade, que assistir ao BBB é uma oportunidade de observar a forma que o ser humano se comporta. É bastante interessante observar como o homem muda e como ele manipula seu próprio comportamento. Nos primeiros dias estão todos sorrindo, todos de certa maneira “se amando” (não estou me esquecendo que isso se dá também ao tempo que eles ficam dentro da casa).
Outra questão, temos a forte mania de criticar algo dos outros que também fazemos, cometemos. Criticamos atitudes que vemos nos outros, mas se observarmos também fazemos quase que da mesma forma.
E essa é a vida. Vamos vivendo e aprendendo.
só esqueceu daqueles que passam o dia reafirmando suas posições vegans ou de ativistas dos direitos animais com fotos de animais estrupiados.
Tenho Facebook à menos de 6 meses.
Alguns amigos sempre comentavam que “o pessoal lá é mais sério e o nível é melhor que o do Orkut…”, depois de relutar por alguns meses criei um profile e, bom, não demorou muito tempo para começar a constatar exatamente o descrito na crônica hehehehe muito bom Matheus, ótimo texto e com uma conclusão épica hehehehe
[ ]‘s
Está certíssimo, só que ao contrário: agora é cool não falar mal do BBB e Michel Teló. O movimento já ganhou forma e peso, o texto é só mais um clichê a agregar. A moda agora é ter os braços abertos. Então sejam cools, mudem o seu discurso para o do momento. Seus cools.
Impressionante como este texto serviu pra muita gente que está comentando aqui. Pseudo-intelectual é o fim da picada!
O texto cumpre bem a função de abrir a discursão. Vejo isso mais como uma briga entre pagodeiros e metaleiros e acaba que todos acabam flodando as redes, com reclamações baseadas em gostos pessoais, uns muito preocupados com a propria imagem de super-intelectuais e outros despreocupados e curtindo assistir seus big brothers, esquecendo que nem todos que lhe seguem, ou são seus amigos no face, podem não compartilhar do mesmo gosto. No final das contas falta uma coisa basica para todos: Bom senso
Eu também noto o quanto certos grupos que se consideram estigmatizados e coitadinhos fazem o mesmo que as pessoas citadas no texto. E esta briga entre funkeiros e metaleiros é um exemplo deste mesmo discurso.
[...] mais: O clichê anti-BBB | Carta Capital Esta entrada foi publicada em Sem categoria e marcada com a tag anti-bbb, capital, carta, [...]
Fico bestaaa, como tem gente que não entende ironia. 0.0³³³
Mas é isso mesmo, toda criatura, pra continuar com sua linha de ser humano perfeitinho e amado, respeitado é só seguir essas dicas.
Ser natural, sincero e ter personalidade não é pra qualquer um mesmo.
Eu não curto Michel Teló e muito menos Luan Santana, mas respeito quem gosta. Achar-se intelectual por gostar de rock (ou qualquer outro gênero musical) é a maior bobagem que existe. Assim como é a maior bobagem escrever um texto para criticar àqueles que não gostam de BBB. Olha, se você vê algo útil naquela programa, ótimo! Mas eu não consigo achar! Um programa que discute quem solta o peido mais fedorento? É isso mesmo, essas são as discussões do Bial com os ”brothers” da casa. E o pior: Milhões de pessoas votando e ligando (gastando dinheiro) para eliminar esse ou aquele! Os mesmos que depois reclamam da política no país, reclamam que o brasileiro é muito acomodado! Que coisa, não? Na hora de tirar um ”brother” são milhões de votos, mas na hora de protestar, cadê?
E francamente… sua ironia foi muito mal elaborada nesse texto! Ninguém gosta de Chico Buarque ou de Clarice Lispector para ser ”culto” ou para ser do contra, para ”nadar contra a corrente”! Daqui a pouco quem gosta de Chico Buarque será taxado como pseudo intelectual, como ”do contra”, era só o que faltava…
Exatamente, Pedro! Você escreveu tudo que eu queria falar! Agora virou moda criticar os gostos alheios, ninguém mais pode citar a Feira Literária Internacional de Paraty que já está pagando de intelectual! Não entendi as comparações do Matheus, acho que foi um tanto quanto preconceituoso.
Não entendi a revolta dos comentários, o autor só quis ironizar toda revolta do povo contra a cultura das massas.Ele somente demonstrou os cliches da internet de quem se acha culto.Não vi em momento nenhum resquicios de preconceito….Menos pessoal…
Matheus Pichonelli, você segue todos esses passos que citou para ser um cara legal? Se você acha alienação uma coisa “OK” , beleza. Eu nem tenho tempo para pensar/discutir BIG BROTHER. Bem PELEGO esse seu texto.
O problema com o seu texto é que, em todas as citações feitas, sejam ditas cultas ou não, falta-lhe CRIATIVIDADE. Como para todos que postam clichês éstampados e alardeados pela MÍDIA. Vivemos hoje, no Brasil, valorizando um mundo que já era e um mundo que não é. CRIATIVIDADE, CRIATIVIDADE e CRIATIVIDADE! Chega de mofo e de coisas que te levam do nada a lugar algum…
Acho que o autor foi bem feliz no texto. Nao estou falando que concordo, mas acho que este fórum mostra bem que ele atingiu os objetivos dele: gerar polemica e dar visibilidade ao artigo. Sinceramente? Sou a favor da liberdade de expressão, da adversidade, do debate. Isso fortalece a democracia. E quanto as redes sociais? Nada mais é do que um grande fórum de expressão livre. Aqueles que se incomodam se uns postam sobre o BBB, sobre violência aos animais, sobre budismo ou sobre Dostoieviski, está usando a ferramenta errada – em vez de Facebook, deveriam procurar confrarias.
muita gente precisando voltar a estudar interpretação de texto…o cara tá sendo irônico, sarcástico e o pessoal na maior viagem colérica, comentários-tese e afins! só rindo!
Eu achei que este texto tem um pouco de violência gratuíta. Será que o escrito trará benefícios à sociedade?
Texto fraco. Já ouvi isso centenas de vezes: X (música horrenda ou imbecilidade televisiva) é consumido pelas massas, se você odeia X, odeia as massas e é um pseudo-intelectual conservador, moralista, elitista, etc.. Para completar, a pessoa começa uma elucubração nonsense dizendo que X é na verdade um discurso crítico, revolucionário e emancipador, OU (se seu interlocutor for direitista) que tudo é muito relativo e que devemos respeitar a escolha de cada um no “mercado de entretenimento inofensivo e apolítico”. É uma ótima maneira de parecer mais inteligente e culto: acusar os outros de tentarem parecer inteligentes e cultos. Mas toda essa elucubração falaciosa não elimina o fato de que o BBB e 99% da programação da TV é um lixo lobotomizante que inculta uma ideologia nefasta no telespectador. Essa propaganda comercial e ideológica é mais efetiva quando a vítima não têm consciência de que está sendo manipulado. Não existe um “gosto popular” naturalizado para ser sacralizado/demonizado. É realmente trágico que a “esquerda” deste país tenha se engajado mais no culto da ignorância do que na reforma agrária. É incrível que alguém fique “indignado” por outra pessoa odiar o BBB e exprimir isso publicamente.
Eu gosto de Chico Buarque, sim. Por que não gostar? Tem tanta coisa boa que ele fez. Tem algumas coisas que ele produziu que eu não gosto. Mas a onda Michel Teló, francamente, não dá nem pra ouvir pra analisar. Eu assisto BBB porque gosto de fazer companhia à minha esposa, de boa. É engraçadinho ver uns bonitinhos lá na jaula, mas só tem isso, pouco conteúdo que rende muita publicidade (isso sim é genial, um dia eu aprendo a fazer isso). Enfim, acho uma tremenda perda de tempo. Prefiro ficar de lá pra cá no youtube, ou assistir um filme novo.
Na hora do BBB não precisa ler um livro, nem fazer nada cult. Pode-se dar mais atenção a sua família, ligar para um amigo, ouvir música, arrumar a casa, fazer sexo. A vida tá passando.
Fraquinho, fraquinho… na semana passada, li um texto seu, Matheus, e gostei. Por isso parei para ler esse. Cá entre nós, você orbitou ao redor do óbvio e acabou sendo bem bobo. Sei que a intenção não foi essa, mas pareceu querer dar uma de “o inteligentão”. O seu alvo de crítica – que compartilho – mereceria uma crítica menos óbvia. Capriche mais na próxima, Matheus.
Crítica superficial, despropositada e com enredo fraco. O tema é interessante, mas a ironia poderia muito bem ser usada como artifício para adornar argumento principal. Argumento esse que, sem dúvida, dá margem para desdobramentos que ocupariam grande parte das linhas que foram monotonamente usadas para repetir a cansativa fórmula inicial. Terminei o texto decepcionado, esperando o desenrolar de uma argumentação que mal começou.
No meu comentário anterior acabei focando no propósito da crônica, e esqueci de me referir ao “sujeito” utilizado na chamada-título, ou seja, o Big Brother Brasil… Aliás, diga-se de passagem, um apelo ou artifício muito bem sacado pelo cronista, e que acabou lhe rendendo um bom número de comentários… Voltando ao BBB vou me limitar a reproduzir um comentário que fiz em outro blog…
“Na minha casa esta programação não entra mais… Até porquê o propósito inicial do BBB Brasil de quando foi lançado, foi sendo progressivamente desvirtuado ao longo das suas edições… O que impera agora é a promoção do fútil, do torpe, e do promíscuo… E que não venham me dizer que estas últimas seleções de participantes representam por amostragem e/ou com fidelidade o que é a nossa sociedade, o que definitivamente não é verdade… Talvez represente a sociedade com que boa parte dos diretores/produtores da Rede Globo gostariam de conviver (ou convivem), mas certamente não é a mesma sociedade que a esmagadora fatia das famílias brasileiras desejam para a construção de um Brasil ou um mundo melhor… E antes que concluam pelo óbvio, informo que sou ateu… Mas, apesar dos maus exemplos, ainda primo pelos bons princípios e valores.”
Tire tudo isso e você tem um rede social sem o social hahaha. Lembrando que já é clichê ficar reclamando dos clichês do Facebook. Ora veja só que piada, o próprio artigo é um clichê. Perdeu a oportunidade de silenciar…
O brasileiro no geral gosta de porcaria, não só BBB como a programação da TV no geral, das musicas, até a diversão. Como no BBB, a maioria quer saber de conversinhas superficiais, de elevar o ego, de aparecer, vaidade, baladinhas, etc…
Mas tambem tem gente que é fresca demais com esse negocio de cultura, tem gente que viaja demais com essa coisa de cultura e arte que chega a ficar ridículo tambem.
Gente… BBB, novelas da globo e até o ZORRA TOTAL, são todos programas extremamente INTELIGENTES. É preciso todo um estudo, um projeto, para desenvolver programas que alcancem tamanha audiência, e mantenham de pé uma emissora. Os poucos programas interessantes produzidos pro publicozinho “cult”, são financiados pela grande quantidade de programas feitos para a massa. Tudo bem….acho programas tipo bbb ruins, mas tanto eu, como acredito que a maioria aqui, é minoria, se comparado ao público que assite estes tipo de programa em todo Brasil.
Sem dúvida, criticar clichês é um clichê. Pelo o que eu interpretei do texto, o autor quis ironizar a superficialidade e a superestimação da aparência que o facebook permite e da qual muitas pessoas se aproveitam. Isso reflete os valores nos quais nossa sociedade é baseada, só isso, da mesma forma que o bbb os reflete os anti-bbb acabam fazendo o mesmo, pois é nomeando o que não nos identificamos que fortalecemos nossa própria identidade.
O texto é um clichê para criticar clichês. Nao existe forma melhor. Nao suporto a carta capital. Cai aqui de paraquedas, mas achei o artigo uma boa. Se BBB de fato fosse tão ruim, nao tava no ar por 10 anos, o que independente do meu gosto que nao é da conta de ninguém. Faço coisas melhores que me qualificam muitos mais do que expondo ao sete mares o que eu penso disso ou daquilo. Na verdade é que tudo isso é inveja dos ignorantes. Sabe por que? POR QUE IGNORANTEMENTE ELE SÃO ABSURDAMENTE FELIZES. e bom BBB a todos vocês, que eu sei que assistem dentro do armário.
Amigo, não concordo com o argumento de “é bom porque vende, é bom porque tem audiência, é bom porque…” está a 10 anos no ar, sim, mas… e daí? Eu só acho legal quando as meninas saem e vão para a Playboy, não que eu fique lendo dostoievski enquanto “deixo” de assistir BBB, mas conheço outras coisas fúteis mais interessantes, existem outros canais de tv, internet, música e etc. Não gostar de Michel Teló e ficar PUTO porque a música grudenta toca por onde eu passo não é clichê, é bom senso, não existe variedade, até Adele que é bem legal eu não aguento mais ouvir porque a maldita radio toca de 5 em 5 minutos.
Eu amei seu texto, Matheus! Ótimo! E o que eu acho mais engraçado é que são justamente os que “odeiam” os que mais comentam sobre BBB na TL. Os que mais odeiam são os que mais estão por dentro do “avanço” do Michel Teló na Europa, porque, claro, eles acompanham de lá.
E os pseudo tão bombando aqui, né? Tentando se explicar. hahahaha
Essa matéria é uma das contraditórias que já li. É apenas mais um exemplo de cliché dentre os muitos que ela mesmo cita. Faz exatamente oq critica. Ou o autor quis apenas fazer uma provocação muito inteligente ou o texto é realmente péssimo. Prefiro chegar a seguinte conclusão: vamos aprender a lidar com as diferenças de pensamento, assim viveremos num mundo muito melhor.
Paulo, disseste exatamente o que eu tinha pensado! Algo me leva a crer que quem mais vai gostar desse texto, é exatamente quem mais faz o tipo de coisa que ele condena!!
Achei o artigo fraco, superficial e generalista, para não dizer preconceituoso. Em uma rede social cada um diz o que quer, e geralmente você está lendo algo de pessoas que fazem parte do seu círculo. Portanto, se está incomodado com algo, simplesmente comente diretamente a quem escreveu. Essas patrulhas sobre o que é certo ou errado não trazem nenhum valor, não agregam absolutamente nada.
Fico feliz em ver as pessoas rejeitando o BBB, eu acho isso um esgoto, mas não sou contra. Vou repetir não sou contra. Agora já que a TV é uma concessão publica da qual poucos poderosos se beneficiam, o minimo que podemos fazer é atirar pedras mesmo. Duvido que se tivessem outras emissoras( outras empresas), com programas legais, essa porcaria não ia ter o peso que tem. Já reparou que todas vão posar nua depois. Infeliz esse seu artigo.
Odiei esse texto. Quando uma pessoa diz que não gosta de Big Brother não quer dizer que ela seja ou queira ser uma pessoa culta e erudita. É que o programa é uma porcaria, um lixo, um zero à esquerda, medíocre mesmo. Não entretém certa pessoas e ponto final. Agora o cara fica todo doído e vai chorar na internet porque o povo não aguenta mais ver tanta bobagem na TV? Vai ver que adora assistir a “Casos de Família”….
Não participo de debates sobre esse programa. Eu não gosto. Parabenizo a quem consegue gostar.
É perceptível que o cronista tentou qualificar e/ou criticar, em modo geral, aqueles que estão ao alcance da sua percepção ou com os quais compartilha o meio de vivência (habitat)… Mas, apesar de certamente conseguir enquadrar em sua crônica alguns “personagens reais” com características jovens, demonstra ignorar ou esquecer que o mundo e a diversidade de seus habitantes é muito maior que o curto alcance da sua visão pode identificar… Então vejamos: A sua descrição exemplifica ou aponta quase que exclusivamente para aqueles que vivenciam o cotidiano urbano ou metropolitano e se distancia muito do “caráter” rural ou interiorano – que é a realidade a qual vivencio à muitos anos; No meu caso especificamente – um humilde técnico em informática – não frequento as ditas redes sociais virtuais; Não aprecio ópera e muito menos funk; Não participo do processo político-eleitoral por considerar o atual sistema uma verdadeira fraude contra o povo brasileiro; sou contra o desarmamento compulsório da população e não me curvo à facínoras – reajo a balas se necessário; Não sou adépto da famosa “Lei de Gerson” e não gosto de “espertinhos”; Sou intolerante com injustiças, mas sempre gentil com aqueles que se fazem razoáveis; Não costumo me entregar a modismos e/ou futilidades; Sou voltado para a família; Não sou ambicioso; Sou ateu, mas respeito a fé alheia; Me considero um observador da natureza humana; E sou feliz na medida do possível… Entre outras peculiaridades… Portanto meu caro Matheus Pichonelli, creio que torna-se notório que fujo completamente – à exemplos de muitos outros(as) – aos traços de personalidade e hábitos descritos em sua crônica.
EM TEMPO: Ainda me dirigindo ao jovem articulista/cronista, digo que apesar de ter me visto obrigado à por terra a sua visão de mundo (nada que o tempo não corrija), informo que já me dei a oportunidade de ler outros trabalhos de sua autoria, o que na minha humilde opinião me permite apontar-lhe um grande futuro neste exercício… E se isto não se tornar um acerto, pelo menos que se faça um desejo sincero.
Nelson de Azevedo Neto
Maricá – RJ
ótimo !!!! A parte do Caio F Abreu é muito boa!!!
Adorei o artigo! É tão imbecilmente clichê que ele se auto-explica: faz sucesso criticando qualquer coisa! Meta linguagem! Genial! E inútil.
Teria algum valor se refletisse que o facebook só oferece a opção “like”. No mundo virtual agente só “gosta” das coisas…
eu estabeleço a seguinte tabela de valores:
globo – abaixo de zero;
abaixo da globo – tudo que passa na globo.
Perdeu seu tempo escrevendo isso? Questionou o direito do exercício democrático nas redes sociais, classificando-o como “tentativa de auto-afirmação”? Preconceitizar quem não gosta de um programa como BBB? Ganhou o que com isso, além de uma boa dose de desrespeito de muita gente? Texto infeliz demais. Tiro no pé. Quando o senhor conta com essa visibilidade, é melhor pensar antes de escrever. Pode trabalhar na Carta Capital sem ter noção de mundo? Se é isso que o senhor faz com seu espaço, vou mandar meu currículo para a CC. Eu faço bem melhor. O BBB não tem a qualidade que o senhor imagina, infelizmente. O senhor comparou a competência de uns (que merecem o respeito pelo conjunto de seus trabalhos) com a incompetência de um programa televisivo que, queira o senhor ou não, compõe o que há de menos competente na televisao brasileira. Repito; queira o senhor ou não. BBB não é competência na TV, longe disso. Fosse eu um dos nomes que o senhor coloca nesta comparação, o senhor estaria em maus lençois. Vou me lembrar do seu nome e da bobagem que o senhor esreveu. Vá defender as baleias, ou algo que valha a defesa. A sua foi a pior crônica do ano até agora.
Me parece pelo seu texto que vc age exatamente como o alvo da sua crítica, só que ao contrário.
Ops, parece que a moda agora não é mais ter repúdio aos comentários que envolvam o BBB. É postar a “crônica online do momento” da Carta Capital.
O próprio texto foi feito pra que essa babaquice continue. Ou melhor, pra que a babaquice mude de rumo: o negócio agora é ser do contra. Foda-se você que gosta de Chico e Noel, mas não sabe nenhuma música decorada, escuta só porque curte a voz. Foda-se você que gosta das frases de Caio Fernando Abreu e Clarice Lispector roubadas do Google, mas não leu nenhum livro. Foda-se você que economizou 1 ano inteiro o dinheiro do lanche pra realizar uma viagem dos sonhos e postar as fotos no facebook, no orkut, no perfil do msn ou onde bem entender, porque as fotos são suas, você faz o que quiser com elas e ninguém tem nada a ver com isso.”Os incomodados que se mudem” (Desculpa, prefiro os ditados populares aos clichês)
GOSTAR, verb. transitivo: ACHAR (algo) agradável; apreciar, sentir prazer em.
Minha opinião: não. Hoje em dia você não pode achar agradável, apreciar ou sentir prazer em. Porque se você fizer isso e não for um colunista de jornal, escrever crônicas em blogs ou for formado em história, você é um panaca que não tem o direito de GOSTAR de algo, faz isso porque seus dias se resumem a enfiar a bunda na cadeira procurando autores, músicos, filmes, vídeos E LINKS “clichês” que vão fazer as pessoas te acharem interessante. Aliás, não precisa nem se dar ao trabalho. Basta ver no facebook do amigo e clicar no botão COMPARTILHAR: assim até quem nunca comprou uma Carta Capital na vida fica sabendo do que se trata via online. “Maldita Inclusão Digital”! Ops, Falei a frase! E agora? Me considerar o resto da vida uma panaca sem opinião rotulada por pessoas inteligentes que falam bonito? Eita, esqueci que a moda mudou. Reformulando: “… rotulada por pessoas que SE ACHAM inteligentes e que falam bonito?” Porque, na verdade, a inteligente aqui sou eu que estou me manifestando contra. Né assim que funciona?)
Acho mais que justo incluir, na crônica, a dica que o amigo ofereceu acima: “E por ultimo, compartilhe esse texto no facebook como se você fosse um intelectual de verdade.” Resume toda essência.
A rede social é exatamente para exercitar a liberdade de expressão. Quem critica a publicação de qualquer manifestação, critica a essência da rede social. Respeite a liberdade de expressão ou saia da rede social se “não curtir”.
o carta capital tem caderno teen? não sabia..
Acertou o calo de muita gente… inclusive o próprio. Mas dei muita risada de um bocado de gente.
Caro Matheus Pichonelli, pior do que qualquer uma dessas coisas citadas, é escrever um texto medíocre, óbvio, hipócrita e debochante como este. Sem originalidade nenhuma, visto que já há centenas desse gênero só nessa semana pela internet.
comecei a ler o texto pensando que seria bom, mas o texto é mais clichê do que os próprios clichês cansativos de pseudo-intelectuais que rolam por aí. Honestamente não curti.. porque é vazio, besta e até um pouco exagerado.
Caro Matheus Pichonelli, Como pode perceber em muitos comentários aqui postados, muitos dos citados no seu texto estão presentes kkkkk…Parabéns!
Ah, faltou falar do programa Silvio Santos que muitos assistem mas não tem coragem de assumir.
O texto pretende ser uma crítica, mas apenas mostra o preconceito do autor e o grau de patrulhamento que parte da chamada “elite intelectual” destila contra as pessoas da classe média e/ou classe média-alta. Sinceramente? Deixa o povo se expressar!! Claro que ninguém vai falar que teve um arranca rabo em casa! Ou o autor do texto espera que alguém fale isso? É bom sinal de saúde mental não colocar essas coisas no Facebook! Claro que alguém vai postar uma foto de Paris quando estiver em Paris… O que tem de mais? Agora não vai mais poder colocar foto de Paris porque, quem sabe, alguém vai falar que quem posta é esnobe? Vamos deixar de dizer que o BBB é um lixo (e não é?) porque alguém pode nos achar pretenciosos? Sinceramente, isso é um patrulhamento muito moralista! Assim como temos que respeitar os fãs pagodeiros, temos que respeitar os fãs de um rock soturno meio elitizado… Deixa o povo se manifestar! Deixa falar mal do que queira falar mal! Chega de patrulhamento bocó às avessas!
E por ultimo, compartilhe esse texto no facebook como se você fosse um intelectual de verdade.
(decepcionante)
Excelente comentário, hahahaha.
Resumiu bem o que eu estava pensando.
O melhor é saber que pra ser bacana na internet também ajuda muito postar o link pra essa materia.
Tem um pessoal aí nos comentários precisando fazer curso de ironia…
Carambis! escreve muito bem… serviu de auto-reflexão, eu (mesmo me achando moderado no Facebook) ainda caio nessas breguices. Muito bom!
Muito bla bla bla, mas o BBB continua um lixo. Tem que dizer que gosta e que não perde um pra não parecer pseudo-alguma coisa?
Parabéns pelo título apelativo a mais uma das milhares de listas que fazem sobre comportamento no Facebook.
Achei super inteligênte o artigo, e o contrário da maioria eu entendi. Ninguém está defendendo o BBB no artigo, apenas se trata de um exemplo que muitas pessoas acham no facebook, orkut e etc que para serem bem vistas tem que falar mal do BBB, e é verdade. Tenho amigos que assistem e ao mesmo tempo não assumem e falam mal. Assim como tem vergonha de demonstrar certas coisas na internet com medo de passar uma imagem diferente do que eles realmente são. É disso que o texto fala. Pessoas que criam perfis pensando no que os outros vão achar, fala de “fakebooks”, esse seria o termo ideal. O artigo não está rotulando ninguém e muito menos dizendo como as pessoas tem que criar seus perfis mas é bem verdade o que diz no texto.
Parabens ao autor.
Muitos comentarios indignados, provavelmente pessoas que fazem o que o texto diz.
A falsidade e hipocrisia impera nos tempos das redes sociais, infelizmente.
A minha vontade é de pegar uns supostos adoradores dessas coisas e perguntar “vem cá, aprofunde-se mais no assunto”, ou então “o que você conhece sobre isso à parte aquele vídeo que tá rolando no youtube?”. Se conseguirem me convencer, ponto – ganha minha admiração (que só é necessária pra mim). Senão, é alguém que sabe do valor de algo, mas que não consegue adequar seu gosto, talvez por preguiça de pesquisar, talvez por não sentir necessidade.
Pior que inclusão digital, é inclusão editorial.
Carta Capital, pf.
Tá rolando uma Vejização da Carta Capital é isso? Perdi minutos valiosos da minha vida lendo essa porcaria? Me senti lendo a Vejinha… uahhh… #TEDIO
Não se pode mais expor uma opinião por meio de uma rede social ? Ela não serviria justamente para isso?
não é a primeira vez que a Carta Capital faz patrulhamento acerca da vida e do cotidiano.
o primeiro (que me lembro) foi sobre o Guia do Imbecil Politicamente Incorreto.
está virando clichê fazer guias nesta revista, como se os colunistas ditassem o modus vivendi de cada indivíduo.
lamentável!
Diga-me, Matheus, quem são os verdadeiros seres superiores, afinal?
O texto está em tom irônico, galera. Calma aí! Mas se ele defende o BBB, isso eu sei que é típico de esquerd@lha. Vindo da CC, não é novidade.