Política

Taxa de reeleição de prefeitos é a menor da história

Dos mais de 2,7 mil prefeitos que buscaram a reeleição, 55% tiveram sucesso, menos que em 2000, 2004 e 2008

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Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostrou que, no primeiro turno das eleições de 2012, foi reduzido de forma acentuada o sucesso dos prefeitos que buscaram a reeleição. Segundo o estudo, a taxa de reeleição foi a menor da história, dando a 55% dos prefeitos que entraram na disputa mais quatro anos de mandato, abaixo dos 65,9% de 2008 e dos 58,2% registrados em 2004 e 2000, quando começou a valer a regra da reeleição para os pleitos municipais.

Segundo o estudo da CNM, 3.659 prefeitos poderiam concorrer à reeleição em 2012, mas apenas 2.736 escolheram fazer isso. A taxa é de 74,8%, inferior à de 2008 (78,6%), mas acima de 2004 (63,3%) e 2000 (62%). Desses 2.736 prefeitos, 1.505 (55%) permanecerão em seus cargos. Essa taxa ainda pode aumentar até o fim das eleições, pois alguns prefeitos que buscam a reeleição terão de enfrentar o segundo turno em cidades grandes, como Sebastião Almeida (PT) em Guarulhos (SP) e João Castelo (PSDB) em São Luís.

Em termos absolutos, os três estados com mais municípios foram os que tiveram mais prefeitos reeleitos: Minas Gerais (185), São Paulo (182) e Rio Grande do Sul (163). Proporcionalmente, a taxas de reeleição foi liderada por Rio Grande do Norte (69,7%), Paraíba (68,4%) e Rio Grande do Sul (67,3%).

Um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostrou que, no primeiro turno das eleições de 2012, foi reduzido de forma acentuada o sucesso dos prefeitos que buscaram a reeleição. Segundo o estudo, a taxa de reeleição foi a menor da história, dando a 55% dos prefeitos que entraram na disputa mais quatro anos de mandato, abaixo dos 65,9% de 2008 e dos 58,2% registrados em 2004 e 2000, quando começou a valer a regra da reeleição para os pleitos municipais.

Segundo o estudo da CNM, 3.659 prefeitos poderiam concorrer à reeleição em 2012, mas apenas 2.736 escolheram fazer isso. A taxa é de 74,8%, inferior à de 2008 (78,6%), mas acima de 2004 (63,3%) e 2000 (62%). Desses 2.736 prefeitos, 1.505 (55%) permanecerão em seus cargos. Essa taxa ainda pode aumentar até o fim das eleições, pois alguns prefeitos que buscam a reeleição terão de enfrentar o segundo turno em cidades grandes, como Sebastião Almeida (PT) em Guarulhos (SP) e João Castelo (PSDB) em São Luís.

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