Política
Relator pedirá quebra de sigilo bancário de Demóstenes
Odair Cunha disse que ainda não avaliou se pedirá a quebra do sigilo dos deputados citados nas investigações
Brasília – O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), vai pedir a quebra do sigilo bancário do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), investigado por suas ligações com o empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. Investigado pela Polícia Federal, o contraventor é suspeito de comandar um esquema de exploração de jogos ilegais e de traficar influência.
De acordo com o relator, a quebra de sigilo bancário dos investigados será fundamental para seu trabalho. “Com certeza pedirei quebra de sigilo do senador Demóstenes e das pessoas investigadas”, disse nesta quarta-feira 9 o deputado à Agência Brasil.
Odair Cunha disse que ainda não avaliou se pedirá a quebra do sigilo dos deputados Sandes Júnior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), citados nas investigações da Polícia Federal, que realizou as operações Monte Carlo e Vegas, objetos de análise da CPMI. “Ainda não avaliei se será necessário essa quebra de sigilo”, informou o deputado.
Também não está definido quem será o autor do requerimento. Há a possibilidade de que o pedido seja apresentado pelos deputados e senadores do PT, em nome da bancada. A intenção do partido é que o requerimento seja apreciado na próxima reunião administrativa da comissão marcada para o próximo dia 17.
Na semana passada, a CPMI aprovou a quebra de sigilo de Cachoeira. As informações bancárias que foram solicitadas ao Banco Central ainda não chegaram à comissão. A comissão pediu à autoridade monetária o relato das movimentações da conta de Cachoeria desde 2002.
*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil
Brasília – O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), vai pedir a quebra do sigilo bancário do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), investigado por suas ligações com o empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. Investigado pela Polícia Federal, o contraventor é suspeito de comandar um esquema de exploração de jogos ilegais e de traficar influência.
De acordo com o relator, a quebra de sigilo bancário dos investigados será fundamental para seu trabalho. “Com certeza pedirei quebra de sigilo do senador Demóstenes e das pessoas investigadas”, disse nesta quarta-feira 9 o deputado à Agência Brasil.
Odair Cunha disse que ainda não avaliou se pedirá a quebra do sigilo dos deputados Sandes Júnior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), citados nas investigações da Polícia Federal, que realizou as operações Monte Carlo e Vegas, objetos de análise da CPMI. “Ainda não avaliei se será necessário essa quebra de sigilo”, informou o deputado.
Também não está definido quem será o autor do requerimento. Há a possibilidade de que o pedido seja apresentado pelos deputados e senadores do PT, em nome da bancada. A intenção do partido é que o requerimento seja apreciado na próxima reunião administrativa da comissão marcada para o próximo dia 17.
Na semana passada, a CPMI aprovou a quebra de sigilo de Cachoeira. As informações bancárias que foram solicitadas ao Banco Central ainda não chegaram à comissão. A comissão pediu à autoridade monetária o relato das movimentações da conta de Cachoeria desde 2002.
*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.

