Mundo

Juíza francesa pede permissão aos EUA para fazer investigação em Guantánamo

Sophie Clement, que investiga as acusações de tortura e atos de barbárie apresentados por três ex-detidos franceses, pede para “proceder a todas as constatações materiais úteis na base americana da baía de Guantánamo”.

Apoie Siga-nos no

PARIS (AFP) – Uma juíza francesa, que tem em seu poder as denúncias de três ex-detidos franceses da prisão de Guantánamo, pediu às autoridades americanas permissão para investigar no local, segundo um documento consultado nesta terça-feira pela AFP.

Em uma Comissão Rogatória Internacional (CRI) datada de 2 de janeiro, a juíza Sophie Clement, que investiga as acusações de tortura e atos de barbárie apresentados por três ex-detidos franceses, pede para “proceder a todas as constatações materiais úteis na base americana da baía de Guantánamo”.

A juíza pede às autoridades americanas permissão para “tomar conhecimento e fazer cópia de todos os documentos em seu poder” relativos a Murad Benchellali, Nizar Sasssi e Jale Ben Mustafa, os três ex-presos franceses.

A juíza pede, em particular, os documentos “relativos às condições de sua detenção, de sua transferência e seu encarceramento em um campo militar em Kandahar (Afeganistão), e sua posterior transferência e detenção na base americana de Guantánamo”.

A juíza investiga desde 2005 supostos episódios de sequestro e detenção arbitrária, e, em 2009, obteve a autorização de incluir na investigação eventuais atos de tortura e barbárie.

PARIS (AFP) – Uma juíza francesa, que tem em seu poder as denúncias de três ex-detidos franceses da prisão de Guantánamo, pediu às autoridades americanas permissão para investigar no local, segundo um documento consultado nesta terça-feira pela AFP.

Em uma Comissão Rogatória Internacional (CRI) datada de 2 de janeiro, a juíza Sophie Clement, que investiga as acusações de tortura e atos de barbárie apresentados por três ex-detidos franceses, pede para “proceder a todas as constatações materiais úteis na base americana da baía de Guantánamo”.

A juíza pede às autoridades americanas permissão para “tomar conhecimento e fazer cópia de todos os documentos em seu poder” relativos a Murad Benchellali, Nizar Sasssi e Jale Ben Mustafa, os três ex-presos franceses.

A juíza pede, em particular, os documentos “relativos às condições de sua detenção, de sua transferência e seu encarceramento em um campo militar em Kandahar (Afeganistão), e sua posterior transferência e detenção na base americana de Guantánamo”.

A juíza investiga desde 2005 supostos episódios de sequestro e detenção arbitrária, e, em 2009, obteve a autorização de incluir na investigação eventuais atos de tortura e barbárie.

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo