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Bee Gees

Robin Gibb morre aos 62 anos

por Redação Carta Capital — publicado 21/05/2012 11h46, última modificação 06/06/2015 18h23
O cantor já lutava contra o câncer de cólon há cerca de dois anos e recentemente ficou ainda mais debilitado após descobrir um tumor secundário no fígado
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O cantor era o líder dos Bee Gees, banda que revolucionou a música disco

Robin Gibb, do Bee Gees, morreu no domingo 20, aos 62 anos, vítima de um câncer de cólon. O músico estava internado há cerca de um mês em uma clínica particular em Londres e no mês passado chegou a passar mais de uma semana em coma depois de contrair uma pneumonia.

Gibb já estava se recuperando do câncer, diagnosticado em 2010, mas recentemente teve de ser submetido a uma operação no intestino e acabou descobrindo um tumor secundário no fígado, que o deixou ainda mais debilitado. Na última semana, após ter sido submetido a uma traqueostomia, o cantor já não conseguia falar e estava se comunicando apenas por meio dos olhos.

A morte foi anunciada por sua família, através de um breve comunicado: "A família de Robin Gibb, do Bee Gees, anuncia com grande tristeza que Robin faleceu hoje na sequência da sua longa batalha contra o câncer e cirurgia intestinal. Pedimos que a privacidade da família seja respeitada neste momento muito difícil".

Robin Hugh Gibb nasceu no dia 22 de dezembro de 1949. Formou com seus irmãos Maurice (seu gêmeo) e Barry na Austrália, no final dos anos 50, o Bee Gees --um dos grupos mais populares dos anos 70 e 80.

O trio revolucionou a música disco e seu auge foi o álbum da trilha sonora do filme Os Embalos de Sábado à Noite, com temas como Stayin Alive e Night Fever.

Passando por diversos ritmos musicais, do rock psicodélico às baladas, do country à música disco, pelo R&B, da música romântica ao pop rock moderno, o Bee Gees vendeu ao todo mais de 250 milhões de discos.

O cantor deixa a esposa Dwina e três filhos.

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