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Sindicato dos Jornalistas de SP defende apoio ao ato "contra o golpismo midiático"

por Portal Imprensa — publicado 13/10/2010 16h29, última modificação 13/10/2010 16h46
Em artigo, presidente da entidade diz que empresas de comunicação atacam aqueles que contestam seus interesses

Em artigo, presidente da entidade diz que as empresas de comunicação atacam aqueles que contestam seus interesses

Em artigo sobre as recentes demissões e atos interpretados com "censura", o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP), Guto Camargo, pontuou que as empresas de comunicação atacam aqueles que contestam seus interesses e defendeu, ainda, o apoio do sindicato ao ato "contra o golpismo midiático", que aconteceu no final do mês de setembro.

Para justificar seu posicionamento, Camargo, que também é diretor da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), citou a demissão da psicanalista Maria Rita Kehl do Estadão; as ações da Folha de S.Paulo contra o site que satiriza o jornal, criado pelos irmãos Lino e Mário Bocchini; e a "quase" dispensa de Heródoto Barbeiro da TV Cultura, supostamente retirado do comando do programa "Roda Viva" por questionar o tucano José Serra sobre o preço dos pedágios das estradas de São Paulo.

Sobre as críticas dirigidas ao sindicato por dar guarida ao ato contra a mídia golpista, Camargo respondeu que "aqueles que, por intermédio quaisquer meios, procuram calar a voz do cidadão ou do profissional de comunicação, como foi realizado com Maria Rita Khel, Lino Bocchini ou com o próprio Heródoto Barbeiro, não pode ter a desfaçatez de acusar de 'censores' os que lutam pela liberdade de opinião".

"A liberdade de imprensa é um bem público e não uma mera fantasia dos negociantes da informação", finalizou o dirigente.

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