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Nos EUA, bater é legal

por Paulo Daniel — publicado 03/04/2011 13h16, última modificação 03/04/2011 13h16
Em 20 estados, em pleno século XXI, ainda é utilizada a famosa palmatória. A maioria fica no sul do país. Por Paulo Daniel

Nos EUA, considerado um país desenvolvido, em 20 estados, em pleno século XXI, ainda é utilizada a famosa palmatória. A maioria dos Estados são do sul, onde a palmatória está enraizada na vida social e familiar de algumas comunidades.

Uma contradição enorme é que, se os pais fizessem a mesma coisa que os diretores e professores com seus filhos, a possibilidade de ir para a cadeia é muito grande. De acordo com estimativas do Departamento de Educação federal, 223.190 crianças foram alvo de punição corporal nas escolas durante o ano escolar de 2005-2006.

Algo interessante a destacar, que grande parte do sul norte-americano foi “conquistado”, pois até o século XVII pertencia ao México, será que mantém esse rigidez, para não falar estupidez, para expressar quem é o “mandatário”?

Pelo processo educacional, percebe-se claramente o conservadorismo, o preconceito norte-americano, representados principalmente no partido Republicano e no Tea-party, haja vista, George Bush Jr. ao declarar que quem não estivesse com os EUA seria aliado de terroristas. Provavelmente Bush Jr. e seus irmãos tiveram uma educação similar a essa.

A educação é essencial para a formação do indivíduo, na formação de valores e se conquista na sua forma dita formal na relação e no convívio com outros alunos e professores e informal com outras amizades, os pais e a família.

Portanto, se toda uma geração passa por esse tipo de educação, a dita cuja palmatória, o norte de construção de uma sociedade é a violência e sobrevive e vive nesta sociedade o mais forte, isso nos torna animais irracionais.

Talvez agora, fique mais fácil de se compreender e condenar desde os filmes norte-americanos com alto teor de violência e os contínuos ataques de jovens suicidas em escolas ou contra a sociedade.

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