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Jornal suíço destaca Ricardo Teixeira em nova suspeita de corrupção na Fifa

por Redação Carta Capital — publicado 29/11/2010 12h13, última modificação 29/11/2010 17h54
Segundo o periódico Tages-Anzeiger, Teixeira teria recebido até 9,5 milhões de reais de empresa envolvida em esquema de pagamento de propinas para contratos de direitos televisivos

Segundo o periódico Tages-Anzeiger, Teixeira teria recebido até 9,5 milhões de reais de empresa envolvida em esquema de pagamento de propinas para contratos de direitos televisivos

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, teria recebido até 9,5 milhões de dólares da empresa de marketing esportivo ISL, que faliu em 2001 em meio a acusações de um suposto esquema de pagamento de propinas para contratos de direitos televisivos.

As informações foram publicadas nesta segunda-feira 29 pelo jornal suíço Tages-Anzeiger. Além de Teixeira, aparecem na lista secreta de pagamentos os nomes do presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Issa Hayatou, e o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Nicolás Leoz.

O jornal informa que os valores seriam divididos em quantias que variam de 250 mil a um milhão de dólares e teriam sido repassados à Teixeira entre 1992 e 1997.

Os três nomes que compõem a lista fazem parte do grupo de 22 dirigentes do Comitê Executivo da Fifa que escolhe, na próxima quinta-feira 2, as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. Recentemente, a entidade máxima do futebol viu-se envolvida em uma escândalo de venda de votos que tirou dois dirigentes da votação.

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