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Dirigente que queria suceder Blatter é banido da Fifa

por Redação Carta Capital — publicado 24/07/2011 10h40, última modificação 24/07/2011 10h40
Mohamed Bin Hammam, ex-membro do Comitê Executivo, foi acusado de comprar votos na disputa pela presidência da federação neste ano

A comissão de ética da Fifa, entidade máxima do futebol mundial, considerou procedentes as acusações de corrupção contra Mohamed Bin Hammam, do Catar, e decidiu bani-lo do esporte. A decisão foi tomada neste sábado 23 após audiência que durou dois dias.

Desse modo, o ex-presidente da Confederação Asiática de Futebol não poderá mais se envolver em atividades promovidas pela Fifa ou por suas confederações nacionais e continentais afiliadas. Hammam tornou-se também o dirigente de mais alto escalão a ser banido da entidade, informa a BBC. Ele era membro do todo-poderoso Comitê Executivo da Fifa.

O cartola foi acusado de tentar comprar votos nas eleições para presidente da Fifa. Ele chegou a ser candidato contra a reeleição do suíço Joseph Blatter, mas retirou sua candidatura após as denúncias. Hammam teria enviado malas de dinheiro, por meio do também dirigente Jack Warner, a delegados da União Caribenha de Futebol em troca do apoio ao catariano. O escândalo forçou Hammam a retirar sua candidatura, deixando o caminho livre para a reeleição de Sepp Blatter.

Já Warner, que ocupava a vice-presidência da entidade, teve de pedir demissão ao ver seu nome relacionado ao esquema.

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