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As manifestações em SP, RJ, BH e Brasília em 17 de junho

por Redação — publicado 17/06/2013 15h26, última modificação 18/06/2013 00h04
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congresso nacional manifestantes ninja

Em Brasília, manifestantes pediram mais investimentos em transporte público

Nesta página, CartaCapital acompanhou em tempo real as manifestações contra o preço das tarifas de ônibus em algumas das maiores cidades do país. Saiba como foi:

00h00: Ainda há manifestantes em diversas cidades brasileiras, mas o grosso dos protestos chegou ao fim. Para esta terça-feira já há uma nova manifestação convocada para às 17h, em São Paulo.

23h46: O jornal Estado de Minas publicou um balanço oficial da PM segundo o qual cinco manifestantes foram presos e três ficaram feridos em Belo Horizonte. De acordo com o jornal, a PM negou ter iniciado os confrontos, mas admitiu ter usado balas de borracha, contra recomendação do governo estadual. Esses tiros, segundo a PM, foram dados de forma a "atingir os alvos da cintura para baixo".

23h33: Os confrontos na Alerj, no Rio de Janeiro, deixaram 20 policiais feridos segundo informou a Secretaria de Segurança Pública ao jornal O Globo. A GloboNews noticiou a chegada de diversas viaturas do Batalhão de Choque da PM à região, o que provocou a saída dos poucos manifestantes que mantinham o confronto com os policiais.

23h26: De acordo com a Folha de S.Paulo, o encontro entre os manifestantes e a Polícia Militar no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, não ocorreu porque o governador Geraldo Alckmin (PSDB) teria ordenado a saída dos policiais da frente da residência oficial. Ainda segundo a Folha, Alckmin segue no local com seu secretariado.

23h12: Em Porto Alegre também houve confronto no fim das manifestações. Iniciado na frente da Prefeitura da cidade, o protesto perdeu o rumo na esquina das avenidas Ipiranga e Azenha. Segundo o jornal Zero Hora, nesta local alguns manifestantes depredaram uma concessionária de motos e foram dispersados pela Tropa de Choque da Brigada Militar. Ainda segundo o ZH, na avenida João Pessoa algumas pessoas depredaram uma viatura da BM, um ônibus e atearam fogo em contêineres de lixo.

23h00: No Rio de Janeiro, o fim das manifestações é marcado por muita violência na Assembleia Legislativa. Manifestantes cercaram o prédio da Alerj, onde ficaram acuados cerca de 80 policiais militares. As duas partes estão em confronto e haveria, segundo a BandNews, dois feridos a bala.

21h48: Manifestantes chegam ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo. As emissoras Bandeirantes e BandNews mostram manifestantes chutando e empurrando um dos portões e tentando invadir o palácio.

21h39: Em São Paulo, grupos que estavam voltando para a avenida Paulista já chegaram. São cerca de 10 mil pessoas.

21h26: Segundo estimativa da Polícia Militar do Rio de Janeiro, em torno de 100 mil estiveram presentes na manifestação no centro da cidade.

21h20: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um breve comentário sobre as manifestações em sua página no Facebook. Confira a íntegra:

Ninguém em sã consciência pode ser contra manifestações da sociedade civil porque a democracia não é um pacto de silêncio, mas sim a sociedade em movimentação em busca de novas conquistas.

Não existe problema que não tenha solução. A única certeza é que o movimento social e as reivindicações não são coisa de polícia, mas sim de mesa de negociação.

Estou seguro, se bem conheço o prefeito Fernando Haddad, que ele é um homem de negociação. Tenho certeza que dentre os manifestantes, a maioria tem disposição de ajudar a construir uma solução para o transporte urbano.

21h17: O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, divulgou uma nota sobre os protestos em sua página oficial no Facebook. Confira abaixo a íntegra:

Os protestos devem ser compreendidos antes de rotulados. Vivemos num mundo novo e as redes sociais permitem um inédito compartilhamento de ideias e sentimentos. É nítida a existência de um forte sentimento de insatisfação, especialmente entre os jovens, e que, ainda que de forma difusa, ganha as ruas e precisa ser respeitado. São brasileiros de diversas partes do país se mobilizando, entre outras questões, contra o aumento de passagens, contra a baixa qualidade dos serviços públicos, de transporte, de saúde e de educação, contra os desvios éticos na política e contra a pressão exercida pelo aumento do custo de vida. São brasileiros que enviam um recado à sociedade, em especial, aos governantes, e que precisam ser escutados.

21h07: O grupo que ocupou a avenida Vinte e Três de Maio, em São Paulo, seguiu pela avenida Ibirapuera e chegou ao prédio da Assembleia Legislativa. Na região do Parque Ibirapuera, se encontraram com grupo que caminhava desde o Largo da Batata. Em conjunto, o novo (e maior) grupo começou a retornar para a avenida Paulista.

21h03: No Rio de Janeiro, segundo o jornal O Globo, houve confrontos na Rua Primeiro de Março, em frente à Assembleia Legislativa e na travessa ao lado do Paço Imperial. Alguns dos manifestantes jogaram coqueteis molotov contra os policiais e colocaram fogo em um carro.

20h48: Em meio à série de protestos pelo país, a presidenta Dilma Rousseff avaliou nesta segunda-feira 17 que as manifestações pacíficas são próprias da democracia. A informação é da ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas. “A presidenta Dilma Rousseff considera que as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia e que é próprio dos jovens se manifestarem”, relatou a ministra.

Dilma acompanha a mobilização que está tomando as ruas em várias cidades do país. No começo da noite, ela se reuniu com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para tratar do assunto. Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está preocupado com os protestos, e quer garantir diálogo com os movimentos para entender “anseios importantes” que têm levado as pessoas a se manifestar.

(da Agência Brasil)

20h37: Em São Paulo, a avenida Vinte e Três de Maio foi fechada nos dois sentidos. (por Gabriel Bonis)

20h35: De acordo com o portal G1, duas pessoas estão internadas em hospitais de Belo Horizonte, feridas no protesto que reuniu mais de 20 mil pessoas. Uma das vítimas é um jovem de 18 anos, que caiu do Viaduto São Francisco, sobre a Avenida Antônio Carlos.

20h29: Paralelamente à manifestação em São Paulo, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, um grupo de 70 pessoas contra a proposta de tarifa zero do transporte. O protesto é organizado pelo Libertários, grupo político cuja doutrina se baseia nos princípios da desregulamentação do mercado e no fim das concessões a empresas, retirando do Estado a responsabilidade da prestação de serviços públicos, tais como saúde, infraestrutura, educação e transportes.

(Por Ricardo Rossetto, de CartaCapital).

20h15: Em São Paulo, um dos grupos de manifestantes está na ponte Estaiada. Parte deles grita palavras de ordem contra a TV Globo, cuja sede paulista fica naquela região. Na avenida Paulista, manifestantes estão próximos da avenida Brigadeiro Luís Antônio, onde gritam palavras de ordem contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

(por Gabriel Bonis e Piero Locatelli)

19h55: Em Brasília, parte dos manifestantes conseguiu chegar à parte superior do prédio do Congresso Nacional. A intenção desse protesto não está clara.

19h54: De acordo com o Datafolha, pelo menos 65 mil participam da manifestação em São Paulo, no quinto ato contra o aumento da tarifa do transporte público. O número difere do da PM, que fala em cerca de 30 mil manifestantes.

19h50: Segundo estimativa da CET, 3 mil manifestantes foram para a avenida Paulista protestar.

(Por Gabriel Bonis, de CartaCapital)

19h48: Na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, um grupo de pichadores vandalizou a agência do banco Santander. Em resposta, um grupo maior de manifestantes passou a gritar "sem vandalismo" e fez os pichadores limparem as inscrições.

(Por Clarice Cardoso, de Carta na Escola)

19h38: Em São Paulo, parte dos manifestantes chegaram à avenida Paulista e tomaram a pista sentido Paraíso. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou os dois lados da avenida.

19h30: A Caixa de Assistência dos Advogados do Estado do Rio de Janeiro (Caarj) mantém uma equipe de cerca de 15 advogados criminalistas de plantão, para dar assistência jurídica aos participantes da manifestação contrária ao aumento da tarifa. À Agência Brasil, a vice-presidenta da entidade, Naide Marinho, disse que uma rede de voluntários nas delegacias alertará a direção da Caarj sobre a necessidade da presença de um advogado para apoiar juridicamente manifestantes  detidos. Segundo ela, a maior parte dos advogados está nas ruas, acompanhando a evolução da passeata.

19h20: Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vão acompanhar os inquéritos e os procedimentos da polícia em relação a possíveis abusos cometidos contra os manifestantes. Um observador da Comissão de Direitos Humanos da OAB será designado para receber denúncias.

Um grupo de dez manifestantes brasilienses foi recebido nesta segunda-feira 17 pelo presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado. Ele destacou a necessidade de diálogo com as autoridades para assegurar a realização dos protestos pacíficos e também garantir o direito à livre manifestação. A OAB pretende ser “ponto de equilíbrio” e atuar como mediadora entre as autoridades de segurança pública e os manifestantes, para que sejam respeitados os direitos públicos e privados.

(da Agência Brasil)

19h11: No Rio de Janeiro, manifestantes reunidos na Candelária rumaram pela Avenida Rio Branco em direção à Cinelândia. A região está completamente tomada por uma multidão impressionante.

19h06: Segundo a PM, em Belo Horizonte cerca de 20 mil pessoas participam das manifestações.

19h03: O comandante-geral da PM de São Paulo, Benedito Roberto Meira, sugeriu aos representantes do Movimento Passe Livre (MPL) que fizessem um protesto pela prisão dos condenados do processo de Mensalão, segundo reportagem de Ricardo Galhardo, do portal IG. Os representantes ignoraram o pedido, interpretado como uma tentativa de politizar os protestos contra o aumento das passagens do transporte público.

18h58: Em São Paulo, há dois grupos de manifestantes. Um deles está na marginal Pinheiros. O outro na avenida Brigadeiro Faria Lima, aparentemente rumo à Ponte Estaiada, um dos pontos simbólicos da cidade.

(Por Piero Locatelli, de CartaCapital)

18h47: A Brigada Militar de Porto Alegre estima que 3 mil pessoas estejam participando do protesto em frente à Prefeitura. De acordo com o portal G1, os manifestantes ocupam a Praça Montevidéu, além de parte do Largo Glênio Peres. O ato começou por volta das 18h.

18h45: Em São Paulo, manifestantes tomaram a marginal Pinheiros, uma das maiores avenidas da cidade

18h40: Os manifestantes que estão no Largo da Batata, em São Paulo, parecem ter certa repulsa pelas vias políticas tradicionais e desconfiam dos partidos. Esta faceta ficou clara nesta segunda-feira 17. Bandeiras de grupos como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e União da Juventude Socialista (UJS), ambas ligadas ao PCdoB, e da Juventude do PT apareceram em peso na manifestação – as duas primeiras entidades estavam ausentes dos primeiros protestos, enquanto os petistas apareceram de forma tímida.

Ao encontrar os manifestantes, os militantes foram recebidos com hostilidade e gritos de “sem partido”. Uma integrante da Juventude do PT teve a bandeira que carregava bruscamente arrancada de suas mãos. “Acho normal esse tipo de reivindicação, só não concordo com a forma violenta que tomaram a bandeira de uma militante”, disse Eduardo Silva, 30 anos, intérprete e integrante da Juventude do PT.

(Por Rodrigo Martins, de CartaCapital)

18h32: Cerca de 5 mil pessoas participam do protesto em Brasília. Os manifestantes chegaram ao Congresso e um grupo invadiu o espelho d'água. Mais cedo, a PM lançou bombas de gás lacrimogêneo para separar uma confusão entre um grupo do PSTU e manifestantes. As informações são do jornal Correio Braziliense.

18h27: Em Porto Alegre, segundo o Twitter da Rádio Gaúcha, centenas de pessoas se reúnem em frente à prefeitura. Alguns estão vestidos com capacete, óculos e máscaras para se protegerem de uma eventual ação violenta da PM.

18h20: Segundo o jornal O Correio, mais de 1 mil pessoas estão na manifestação em Salvador. O protesto teve inicio na região do Iguatemi e manifestantes ocupam uma faixa da avenida Tancredo Neves. O ato já segue em direção à avenida Paralela.

18h18: Segundo o Portal G1, a Ronda Tática da Capital (Rondac) estima em 2 mil manifestantes no protesto em frente ao Mercado de São Brás, em Belém. A concentração do ato acontece no início da avenida Almirante Barroso. A PM e os Bombeiros estão no local.

 

18h13: Pelo Facebook, Movimento Passe Livre convoca novo protesto para São Paulo para esta terça-feira 18. O local do encontro é a Praça da Sé, no centro da capital paulista.

18h04: Conflitos também ocorrem em Belo Horizonte. A Tropa de Choque da PM lançou bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha para dispersar as cerca de 10 mil pessoas que tentavam se aproximar do estádio do Mineirão. A confusão começou próximo à UFMG, na Região da Pampulha, quando alguns jovens tentaram furar o bloqueio para subir a Avenida Abrahão Caram. A PM tem orientação para evitar que os manifestantes cheguem ao estádio. As informações são do Estado de Minas.

17h59: A PM lançou bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes em Brasília. Segundo o jornal Correio Braziliense, os integrantes do protesto bloquearam todas as faixas do Eixo Monumental. Os policiais fazem um cordão de isolamento e tentam liberar quatro das seis pistas. Segundo o jornal, o gás foi lançado para conter uma confusão entre os manifestantes e um grupo do PSTU. A PM estimou há pouco em 2,3 mil o número de pessoas no protesto.

17h44: Em Belo Horizonte, a Tropa de Choque da PM bloqueou o acesso de cerca de 10 mil manifestantes ao estádio do Mineirão. No local, acontece o jogo da Copa das Confederações entre Taiti e Nigéria. Os manifestantes vinham de uma caminhada da Praça Sete, no centro da cidade. As informações são do jornal Estado de Minas.

17h30: Segundo informações atualizadas do jornal Correio Braziliense, perto de 2,3 mil pessoas estão reunidas na Praça do Museu da República, na Esplanada, para a "Marcha do Vinagre". Cerca de 400 policiais estão no local. A PM pediu que os manifestantes não ultrapassassem as duas das seis faixas do Eixo Monumental autorizadas para o ato. Eles também solicitaram que os manifestantes não invadam prédios públicos ou agridam os policiais.

17h22: Cerca de 300 pessoas estão na Praça do Museu da República na Esplanada, em Brasília, para participar da "Marcha do Vinagre". Os manifestantes devem fazer um minuto de silêncio em frente ao Congresso, às 18h. As informações são do jornal Correio Braziliense

17h18: Líderes do Movimento Passe Livre (MPL) e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), teriam feito uma reunião sigilosa na manhã desta segunda-feira 17. A informação é do blog de Renato Rovai, da Revista Fórum.

De acordo com o blog, foram discutidas “possíveis soluções para financiar o transporte público com o objetivo de impedir que seja bancado quase que exclusivamente pela população”. Ainda segundo o blog, Haddad teria dito aos manifestantes que “há pautas comuns” entre sua administração e o MPL, como o repasse de parte da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para os municípios.

O MPL e a prefeitura não confirmaram a existência da reunião.

17h07: Segundo o Twitter da Rádio Gaúcha, um grupo de 20 manifestantes está na frente do prédio da Prefeitura de Porto Alegre com cartazes. No centro da cidade, um cordão isola a entrada no Paço Municipal. A manifestação deve começar às 17h.

17h03: Manifestantes já estão reunidos em frente à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, para os protestos desta segunda-feira contra o aumento do preço das tarifas de transporte na cidade. Foto: Twitter / Pablo Grilo (@apgrilo)

16h57: Em São Paulo, vinagre dá cadeia. O repórter de CartaCapital Piero Locatelli narra sua prisão por "porte de vinagre", na quinta-feira passada, revela a violência contra detidas e lamenta que não-jornalistas não tiveram a mesma sorte e seguiram presos.

16h52: Os protestos e a falência moral do Brasil. Leia a análise de José Antonio Lima sobre a repressão policial de quinta-feira.

16h48: Imagem mostra o Largo da Batata, em São Paulo, às 16h20 desta segunda-feira. O local é o ponto de encontro dos manifestantes paulistas nesta segunda. (foto: Lino Bocchini, de CartaCapital)

16h43: O ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), realizou um discurso duro em entrevista. Segundo ele, o governo federal não vai tolerar manifestações que tentem impedir jogos, diz Aldo Rebelo

16h28: Após a selvageria da quinta-feira passada, quando a PM deixou várias pessoas feridas, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu proibir o uso de balas de borracha para conter nas manifestações. A Tropa de Choque também não deve participar da "segurança" nesta segunda-feira.

16h08: Por volta das 16h, cerca de mil pessoas já estão no local da manifestação em São Paulo, o Largo da Batata, na região de Pinheiros. Estão presentes militantes de diversos movimentos, como os partidos PSTU e PCO, a Assembleia Nacional de Estudantes – livre (Anel), a Central Sindical e Popular (Conlutas) e a Aliança Juventude Revolucionária (AJR). O efetivo da força de segurança, por enquanto, é de 100 PMs, em 2 ônibus, e 50 em motos (Rocam)
Lino Bocchini, editor do site de CartaCapital

15h57: Confira a agenda de protestos para esta segunda-feira.

15h54: Em Belo Horizonte, as manifestações seguem pacíficas. A PM e sua tropa de choque fazem cordões de isolamento ao redor dos manifestantes.

15h41: De acordo com o portal Terra, a manifestação próxima ao estádio do Mineirão, em BH, é comandada por professores e sindicatos ligados à educação. Eles se reuniram inicialmente na Igreja da Pampulha, próxima ao estádio.

(Foto: Natalia Quaresma / leitora)

 

 

 

 

 

15h32: Duas grandes manifestações contra o aumento do preço das tarifas de transporte coletivo estão programadas para às 17h desta segunda-feira em São Paulo e no Rio de Janeiro.

15h20: Nesta segunda-feira, Belo Horizonte amanheceu com uma grande presença de militares do Exército ocupando diversos pontos estratégicos da cidade. Em entrevista à TV Alterosa, de Minas Gerais, o tenente-coronel Messeder, chefe da Comunicação da 4ª Região do Exército, disse que a intenção é proteger a cidade, uma das sedes da Copa das Confederações. Questionado sobre a possibilidade de o Exército trabalhar em parceria com a Polícia Militar para conter manifestantes, Messeder disse que as Forças Armadas estão "prontas" a ajudar a PM. "Inicialmente a PM tem totais condições de cumprir a sua missão. Nós esperamos que não seja necessária a atuação do Exército para atuar nesse sentido, mas nós estamos prontos", afirmou.

15h15: De acordo com o portal R7, da TV Record, há 12 mil pessoas nos protestos de Belo Horizonte nesta tarde.

15h: Manifestantes, cerca de 2,5 mil segundo o jornal Estado de Minas, estão nas ruas de Belo Horizonte. Eles ocuparam a Praça Sete, no centro da capital mineira.

 

 

 


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