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Número 815,

Cultura

Artes Visuais

Tomie Ohtake traz panorama do design dinamarquês

por Redação — publicado 30/08/2014 02h29, última modificação 30/08/2014 12h14
Entre objetos e mobiliário, cinquenta peças expostas contam a trajetória do século XX até os dias de hoje
Kenia Ribeiro
Design

A icônica cadeira Panton, uma só peça moldada em plástico

Pequeno, porém abrangente. Assim é o panorama do design dinamarquês que a mostra Mestres e Ícones apresenta no Instituto Tomie Ohtake, onde 50 peças, entre objetos e mobiliário, contam a trajetória construída do século XX até hoje.

Da clássica e refinada luminária PH, de 1926, do designer Poul Henningsen, uma resposta crítica ao formalismo técnico e estético vigente, a obras de nomes contemporâneos, como Morten Voss, Louise Campbell e Foersom&Hiort-Lorenzem, a curadoria de Lars Dybdahl, do Museu de Design da Dinamarca, mostra de que modo o desenho orgânico, com peças leves e flexíveis, individualizou e popularizou a produção de cadeiras, luminárias, objetos de cozinha e outros tantos que integram o dia a dia de qualquer um.

A tradição dinamarquesa de qualidade na cultura de interiores tornou-se a ótica dos designers do país após a Segunda Guerra Mundial. Móveis com alto grau de elaboração, produtos cuja forma comunica o uso, o artesanato “emocional, inteligente e sensitivo” comprovam a tradição de mente aberta do país.

Entre as atrações, produtos da era de ouro do design, 1950 e 1960, criados por mestres como Finn Juhl, Hans Wegner e Arne Jacobsen. Nas décadas de 1980 e 1990, destaque para Jorgen Rasmussen, Verner Panton e sua confortável cadeira de plástico moldada numa só peça, e Nanna Ditzel.

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