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Política

Dilma na ONU

'Somos mais respeitados lá fora'

por Redação Carta Capital — publicado 26/09/2011 13h41, última modificação 06/06/2015 18h57
A presidenta faz balanço de seu discurso na ONU e destaca que a voz brasileira tem cada vez mais respeito dos outros países

Em seu primeiro programa semanal depois do discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta segunda-feira 26, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que as opiniões do Brasil estão sendo cada vez mais respeitadas lá fora. E reforçou que os países ricos são os principais responsáveis pela crise econômica atual.

No Café com a Presidenta, Dilma comentou que se disse honrada por ter aberto o discurso e que voltou muito animada. “Levamos para o mundo as nossas experiências, as nossas ideias e a nossa forma de encontrar soluções para os problemas”, disse ela. Dilma destacou o modo como o Brasil tem reagido à crise econômica. “O Brasil está mostrando ao mundo que é possível fazer a economia crescer e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas melhorem de vida”.

A  posição defendida pelo país, na semana passada, durante o encontro em Nova York é que a saída para a crise econômica mundial seja discutida por todos os países, de forma conjunta.

“É claro que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade muito maior, porque foi lá que a crise começou. Mas todos os outros países sofrem as consequências de alguma forma, ainda que indireta. Então, todos devem ter o direito de participar das soluções”, ressaltou.

A presidenta lembrou também da sua participação na reunião de Alto Nível

sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, na qual incentivou a quebra de patentes de remédios pela indústria farmacêutica e divulgou o programa Farmácia Popular.

No discurso de abertura, Dilma Rousseff deu um “puxão de oelha” nos países ricos, ao responsabilizá-los sobre a crise econômica e desemprego e cobrou mais ação política em sua contenção. Além disso, tocou na questão do reconhecimento palestino e dos conflitos protagonizados pelos Eua de forma incisiva.

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