
Vende-se, por estas bandas, a ideia de que dinheiro de imposto é dinheiro subtraído da sociedade. Um argumento tão repetido pela mídia (e pela oposição ao governo) que, para muitos, se tornou uma verdade. Foto: Foto: Bruno Huberman
O Brasil é mesmo um país de contradições. Na manhã da terça-feira 13, um grupo de pessoas acompanhou a contagem do Impostômetro, o marcador gigante instalado pela Associação Comercial de São Paulo no centro da cidade para medir a arrecadação do governo. Neste ano, diz a entidade, atingimos a marca de 1 trilhão de reais 35 dias mais cedo do que em 2010. A cifra foi acompanhada por vaias do grupo de pessoas aglomerado diante do display. Não as culpo. Vende-se, por estas bandas, a ideia de que dinheiro de imposto é dinheiro subtraído da sociedade. Um argumento tão repetido pela mídia (e pela oposição ao governo) que, para muitos, se tornou uma verdade.
Virou quase lugar-comum dizer que o Brasil é um dos campeões mundiais em impostos, e comparar nosso pacote de serviços públicos com os oferecidos por países com carga tributária igual ou maior. Esses argumentos deixam de lado dois detalhes importantes: somos também destaque mundial em desigualdade social, e temos uma massa de desassistidos comparável apenas a países como China e Índia. Ou seja, sai caro, muito caro, para uma nação com tal perfil, oferecer, mesmo precariamente, uma estrutura de amparo universal.
Logo, uma alta arrecadação é algo a ser comemorado, e não lamentado. É sinal de que o governo eleito democraticamente dispõe de mais recursos para atender às necessidades da população que o elegeu. Como alguém em sã consciência pode reclamar da saúde e da educação públicas e querer ir às ruas protestar por menos impostos? Exigir das autoridades o melhor uso possível dos recursos do orçamento é um dever cívico em qualquer país, assim como cobrar o combate permanente à corrupção. Mas imaginar que um governo será capaz de, com menos dinheiro, sustentar a máquina estatal, fazer os investimentos necessários (para ontem) em infraestrutura e melhorar o pacote de serviços à população é simplesmente absurdo!
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Em um brilhante artigo publicado recentemente no Valor Econômico, o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, mostrou que a desigualdade social, medida pelo índice Gini, caiu 9,5% entre 2003 e 2009. Sem os gastos em programas de transferência de renda realizados na última década, a melhora teria sido de apenas 1,5%. No mesmo texto, Pochmann levanta uma questão que tem méritos de sobra para tirar o sono dos brasileiros: por que os ricos pagam, proporcionalmente, tão menos impostos?

'A reforma tributária pela qual nossos formadores de opinião deveriam se empenhar passa, necessariamente, pela troca de impostos que recaem sobre o consumo'
A reforma tributária pela qual nossos formadores de opinião deveriam se empenhar passa, necessariamente, pela troca de impostos que recaem sobre o consumo – e penalizam os consumidores indistintamente – por uma estrutura mais progressiva. É possível, sim, criar novas (e mais altas) alíquotas de IR para faixas de rendimento mais elevadas, elevar os encargos sobre itens supérfluos e de luxo, taxar grandes fortunas (a exemplo do que faz a Inglaterra e outros países desenvolvidos) e aparelhar melhor a equipe da Receita Federal até que ninguém consiga passar um fim de semana tranquilo em sua mansão no Guarujá sem a certeza de estar em dia com o Leão.
A estrutura social brasileira é perversa sobretudo porque dá àqueles que deixam a base da pirâmide a sensação de estar muito acima da maioria. Ainda que continue a anos-luz de distância do topo, parte da classe média é mortalmente tentada a comprar um discurso que interessa apenas a quem está lá em cima.
Não se iludam: um cofre público mais gordo revela que a economia está em crescimento, e que a inclusão social trouxe mais gente para dividir o fardo de sustentar o País. A alta na arrecadação também pode indicar avanços do Fisco no combate à sonegação – um mal tão danoso à sociedade quanto a corrupção. O combate à evasão tributária deveria ser festejado sobretudo por quem tem sua fatia descontada diretamente no salário, e não conta com recursos de “engenharia financeira” para pagar fugir às obrigações, nem remete recursos a paraísos fiscais…
[...] Leia também: Imposto pago não é dinheiro roubado [...]
Acho que todos concordam que não é a questão de quanto se paga de imposto,mais sim do retorno dos serviços que esse dinheiro tem que proporcionar.Se como exemplo pagessemos 10 reais de impostos e pelomenos 5 reais voltasem em forma de beneficio,já seria bom levando em conta a realidade atual dos desvios,porem acho que desses 10 reais pago 0,50 centavos é o que retorna o restante temos a impressao que é desviado.
Tenho certeza se povo brasileiro sentice que esta sendo bem cuidado pagaria até o dobro do que é pago.
O problema não são os 1 Trilhao indo pro Governo! O problema é o retorno deste dinheiro à população, que não acontece na sua totalidade.
André, se o povo reclama de um valor de imposto super alto arrecadado pelo governo, é por que obviamente não estão tendo o devido retorno que deriam ter. A saúde, por exemplo, todos nós sabemos a calamidade da saúde publica no Brasil,quase todos os dias são anunciados em jornais (Aliás, parabéns midia, por nos mostrar a realidade de um povo brasileiro, por nos mostrar que o dinheiro cobrados de um povo trabalhador não está sendo aplicado nos serviços publicos, ou seja, não estão tendo o seu devido destino). O Brasil arrecada tanto impostos, então por que a qualidade de vida de uma nação não melhora? so tem aqueles que podem pagar por serviços privados.
Prazer, João Gouveia, sou o sinal de porcentagem (%). Faço comparações relativas. Que tal aprender um pouco mais sobre mim e descobrir que o que meço é proporcional a alguma variável extensiva? Podemos ser grandes amigos e eu posso evitar que você faça comentários ridículos. Saudações!
É, só enquanto a economia brasileira cresce R$1,00, a conta bancária de um político cresce R$10,00. Tem cada vez mais político vendo que desvio da dinheiro e começando a roubar, enquanto nois ficamos pagando essas verbas desviadas. A grande porcaria é que pouca gente se interessa em saber disso.
Chegamos a um ponto no Brasil que nem somos mais contra os desvios e todo tipo de roubalheira dos senhores representantes,apenas queremos que ao menos ajudem o povo tambem,já não tenho ilusão de acorda um dia e ver o Brasil sem ladrões,apenas queremos que tbem olhem para nós,saúde ao menos que é para não morrermos,pois eu sei que educação nunca vão dar,não entereça aos politicos sermos inteligente o bastante para virarmos esquidista estremos,pós muitas coisas que achamos normal aqui e outros países vira é motivo para virar guerra civil.Para o senhor André Sigueira é comodo escrever esse absurdo,ja que o faz provavelmente de seu nootbok,seu escritorio,talvez de sua casa de internet de banda larga,mais infelizmente a realidade no Brasil é outra,esse imposto sobre o feijão,arroz,sobre o seu pão,essa taxa abusrda é a diferença entre,como no meu caso combra uma carne ou ficar mais uma vez no ovo ou frango.Desculpa os erros de portugues o governo não me deu uma boa educação fundamental.
Para pararmos de reclamar e começarmos a AGIR. Até que a sociedade se apodere do Estado como deve ser.
http://www.consocial.cgu.gov.br/
PARTICIPE. O ESTADO SOMOS NÓS.
[...] Por André Siqueira – Subeditor de Economia de CartaCapital. Via Viomundo. [...]
[...] Vende-se, por estas bandas, a ideia de que dinheiro de imposto é dinheiro subtraído da sociedade. Um argumento tão repetido pela mídia (e pela oposição ao governo) que, para muitos, se tornou uma verdade. André Siqueira – Subeditor de Economia de CartaCapital. andresiqueira@cartacapital.com.br, su… [...]
Os brasileiros que vão atrás do impostometro, alegam entre outras coisas, que arrecadamos como a Noruega, Finlandia e Dinamarca, e não recebemos contrapartida equivalente. Esquecem-se por desinformação ou má fé que esses países tem população na média de 4.000.000 de habitantes, com uma renda per capita exuberante. Nós temos um País de 190.000.000 de habitante e uma renda per capita, ainda que tenha crescido, pífia, os Países citados não servem de parametro, pois a conta não bate. Falta reflexão e informação para esse pessoal da direita.
Ok, muita conversa, mas até quando vamos arrecadar TRILHOES, e não parar com essa cultura de robalheira, ate quando ??
Interesseante o sofisma que voce utiliza! A população brasileira e aquilo que voce chama de mídia não reclamam de pagar impostos elevados, reclamam sim dos desmandos, desvios e mal uso do dinheiro público que assolou a país, principalmente nos ultimos oito anos. Todos sabem que o governo nao gera riqueza, apena administra o dinheiro gerado pela sociedade, a sociedade espera, por seu turno, que o governo use com eficiencia esses recursos e ,no Brasil, mensaleiros,sangue- sugas, dentre outros nos provam que o dinheiro fruto do nosso trabalho é usado somente em beneficio de alguns.
Sinceramente não consigo acreditar no que acabei de ler. [2]
Tem gente que gosta de ser roubado.
Concordo plenamente com o André.
Afinal, por que reclamar? pagamos, sim, impostos, mas recebemos tudo do estado. No Brasil, ninguém precisa de plano de saúde…a saúde pública é uma beleza. Somente a desprezam os esnobes, os golpistas que preferem pagar planos da burguesia. Nosso grande líder, Lula ALI BABA da silva, não tem plano de saúde nem nunca foi a um hospital da iniciativa privada, ele sempre foi atendido no SUS.o O próprio André, não deve ter plano de saúde… o SUS o atende de braços abertos.
Tudo isso graças ao módico imposto que pagamos. Toda vez que telefonamos pagamos 25%… do que ganhamos pagamos 27$… quando compramos um celular.. 40%… um carro… cerca de 50%… realmente, é uma bagatela…
Sinceramente não consigo acreditar no que acabei de ler.
desconto todos os meses no meu holerite 300,00 trezentos reais de IR,sinceramente,gostaria de descontar muito mais,porque é sinal que não sou tão pobre,a nivel de Brasil.Os mendigos e os miseraveis são os que pagam o imposto mais alto,pois são socios de uma impresa chamada Brasil,não obstante,alguem está se apropriando,indevidamente de seus dividendos.Te liga malandragem.
André, desculpe, mas você erra quando classifica àqueles que não concordam com o montante da carga tributária como expositores do senso comum.Economicamente falando, seu discurso não se sustenta. O excesso não é algo que “tornou-se verdade após ter sido repetido pelo mídia”, são dados oficiais, que registram quase 40% sob PIB. Você parte do pressuposto de que mais recurso nas mãos do governo significa necessariamente mais benefícios para a população, mas não há dados econômicos para estabelecer tal prova. A Europa está aí para mostrar a falência do modelo keynesiano, basta enxergar. Acredito que você tenha boas intenções, porém há ingenuidade ao pensar que o estadista está a serviço do povo e não de seu partido ou de seus próprios interesses.
Claro que é certo pagar impostos, para que tenhamos uma excelente educação, saúde, estradas enfim, serviços em contrapartida a este pagamento.
Mas o que temos? Quanto desviaram mesmo dos transportes?
Quanto é desviado de todos os outros ministérios?
É contra isso que somos. Não o pagar impostos. Mas o fim que dão a eles.
E o senhor compreende isso muito bem. Só está querendo confundir, não é?
O papel do estado está distorcido. Quando arrecadamos mais impostos estamos abdicando da nossa liberdade para dar aos governantes o direito de escolha do que fazer com a renda do pais. A geração de bens publicos é sim geradora de bem estar, e concordo plenamente que é possivel fazer politicas de redução de desigualdade o que não pode é distorcer preços com subsidios ou impostos infundados como o IPI para carros importados. A redução do estado é sim benéfica para população pois o governo é um instituição ineficiente e corrupta.
Minha sugestão final é que é que voce abra um livro de economia e estude pra ver o impacto dos impostos sobre preço e bem estar
INFELIZMENTE:
1. NOSSO POVO LÊ POUCO
2. QUANDO LÊ É MAL INFORMADO.
3. OS NOTICIÁRIOS, NA TV, EXIGEM TELESPECTADORES JÁ BEM INFORMADOS
QUE POSSAM DISTINGUIR AS NOTICIAS DO ENGODO.
4. NÃO SABE DISTINGUIR ARRECADAÇÃO DA MÁ UTILIZAÇÃO DO DINHEIRO.
5. NÃO APÓIA OU É INDIFERENTE, QUANDO SE FALA EM AUMENTO PROPORCIONAL
DO IMPOSTO PESSOA FÍSICA, GRANDES FORTUNAS ETC.
6. CONDENA OS LADRÕES E CONTINUA VOTANDO EM QUEM “ROUBA MAS FAZ”.
7. RESUMINDO: NÃO SE INVESTE EM EDUCAÇÃO E TUDO CONTINUA, ASSIM, MANI
PULÁVEL POR AQUELES QUE TIRAM PROVEITO DESSA SITUAÇÃO.
Desmistificar as finanças públicas não é fácil! O grande capital e a mídia querem nos fazer pensar que o Estado deve ser mínimo para o social e o máximo para ele! Justiça Fiscal é um princípio que vimos defendendo há muitos anos e que agora começa a ocupar as atenções de todos. O Estado não é neutro e temos que defender que ele seja usado para melhorar a igualdade social e econômica no Brasil. Assim, a arrecadação, a despesa e o controle dos recursos devem sempre considerar a Justiça Fiscal. Quando não observarem este princípio, devem ser severamente criticados.
Desde o ano passado vimos discutindo o tema no blog http://justicafiscal.wordpress.com/ e neste ano culminamos com a criação do Instituto Justiça Fiscal. Temos que aperfeiçoar o sistema fiscal brasileiro para que ele seja um instrumento de melhoria da igualdade e contribua para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Quanto à corrupção, ela é crime e deve punir corruptor e o corrupto. Da mesma forma, o sonegador!!!
PROVALMENTE O ARTIGO QUER DIZER QUE, SE O POVO E NOSSOS REPRESENTANTES CONTINUAREM ACHANDO Q É DINHEIRO ROUBADO VÃO SE ACHAR NO DINREITO DE ROUBAREM UM POUQUINHO, QUEM TEM OPORTUNIDADE É CLARO.
LADRÃO Q ROUBA LADRÃO TEM 100 ANOS DE PERDÃO!!!!!!!
Os Planos de Doença devem bilhões ao SUS. Empresas devem bilhões à Previdência. A Carga Tributária Líquida, a que mede o tamanho do Estado, mal chega a 14%. E a Carga Bruta é tremendamente regressiva, incidindo mais sobre o consumo do que a renda.Nosso patamar está na margem da OCDE. Finlândia, Suécia, Dinamarca, Noruega, estão acima de 43%.
FATOS que os demófobos, plutocratas, dão “uma de migué” passando por alto, porque apenas tiram proveito da discussão de impostos para pregar retórica de Tea Party.
E o mais importante de tudo: o governo não importa.
O que importa é o ESTADO. Ele, O ESTADO, é perene. Precisa de impostos para realizar os preceitos que fundamentam a Constituição da República Federativa. E para alcançar os fundamentos constitucionais precisamos de 1 – educação de qualidade e de fácil acesso para TODOS; 2 – justiça tributária; e 3 – orçamento público planejado e fiscalizado com a plena participação da sociedade.
Eis o que faz com que o imposto seja um JUSTO ÔNUS SOCIAL PARA MANUTENÇÃO DO ESTADO. Se não é justo, lutemos pela reforma fiscal que tribute os que tem recursos e desonere o consumo básico e o trabalho. Se a educação não PUBLICA não é de qualidade, VAMOS TRANSFORMÁ-LA. Se o orçamento não é aberto e claro, vamos transformá-lo em transparente e controlado. Vc que reclama conhece a CONSOCIAL (WWW.CGU.GOV.BR/CONSOCIAL/). Se não tome conhecimento e lute pela transparência e controle. Ou sua fala é inútil e sua razões simples REPETIÇÃO. O ESTADO É NOSSO REFLEXO.
Se o imposto é cobrado sobre renda e consumo, ele não faz nada para reduzir a desigualdade entre o rico e o pobre. Isso porque o rico já tem patrimonio formado, sua renda é pouco tributada (ele tem assessoria para não pagar quase nada de imposto, talvez ele nem trabalhe) e seu consumo é concentrado em produtos no exterior. Já o pobre paga uma fortuna em tudo que ele compra graças aos impostos. Ele não consegue aspirar ter as coisas do rico porque são muito caras. E se ele trabalhar duro e ganhar um salário melhor vai ter que pagar mais imposto, e portanto vai demorar muito mais para acumular o patrimonio do rico. Imposto é roubo sim, só não diz isso que tem interesse em proteger o governo
O imposto é a única forma de financiamento do Estado que uma sociedade pode arcar sem se comprometer.
Ainda passa a ter a responsabilidade sobre a gestão do que é seu, por direito de existência e por obrigação de cuidar do investimento efetuado que é o IMPOSTO PAGO.
Tomar ciência sobre o que significa finanças pública ajuda a entender e a abandonar a mínida.
Quando se pensa no impostometro e na atitude que a maioria adota de PAPAGAIO DE PIRATA influenciada pela mídia você já pensou apensas em duas ou três questões básicas:
1 – como é aplicado o imposto arrecadado (que exerce influencia sobre a qualidade da sociedade – saúde e educação – e no montante de recursos aplicados nos que ganham com o Estado – e que muitas vezes financiam os “impostometros” e a mídia…).
2 – questione o motivo pelo qual quem ganha menos paga mais imposto em dias trabalhados proporcionalmente a aquele que ganha mais. Verás, então, que quem paga é o pobre assalariado e quanto mais se recebe menos…
Coerente! Exatamente o que se tem de fazer é exigir uma reforma tributária como afirma, mas enquanto isso não acontece, brigar feio contra a corrupção, como verdadeiros fiscais desse $ arrecadado, para que ele se destine aos projetos sociais, punir exemplarmente os desvios e má versação do erário, os super salários e benefícios, o tráfico de influências e ainda cada um de nós por a mão na consciência para banir de vez a tal cultura do “jeitinho”,aí sim poderemos aplaudir em paz a arrecadação.
PS: Os corruptos que no poder estão são uma amostra de nosso povo, ou não?
Respeitosamente, não concordo com o artigo.
A sensação que todos temos, peloa menos aqueles que realmente trabalham, é que são roubados quando pagam uma guia de imposto.
Eu tenho essa sensação quando vejo que a qualidade dos serviços públicos é muito ruim,e que se quiser algo de uma qualidade melhor, preciso contratar particular, ou seja, pagar pela segunda vez.
E quando vemos os escândalos de corrupção que aparecem todos os dias, além de salários milionários de uma elite de “servidores” que ganha mais do qeu a constituição permite (e por favor, não venha culpar “mídia golpista”), como você tem coragem de dizer que o imposto não é roubo. Ele é o dinheiro meu e de qualquer um que paga, indo para onde não devia, seja pela pura e simples corrupção, seja porque certos grupos tem um poder de pressão maior.
Percebo que a maioria das pessoas que comentou aqui não deu a devida atenção à reportagem ou não possui a competência da interpretação textual. O autor não defende em momento algum que sejamos passivos quanto a arrecadação de impostos, mas sim que tomemos medidas para que esse dinheiro seja REVERTIDO JUSTA E CORRETAMENTE em prol de nossa nação. Totalmente correto.
O problema não é a carga tributária e sim a renda do brasileiro que é baixa, haja vista que são os consumidores finais geralmente trabalhadores que pagam a conta, os ricos repassam os impostos na forma de custos fixos ou variáveis na formação dos preços nos seus ramos de negócio. O que deveria baixar era o IRPF ( NAFONTE), para aumentar o salário do trabalhador então o consumo seria conseqüência e no fim todos ganham, trabalhadores, governo e empresários. Também é prioritário abordamos a necessidade, de criarmos urgentemente mecanismo para melhorarmos de forma justa a arrecadação fiscal, sugiro criarmos o: lucrômetro, sonegômetro, corruptômetro e também o concentometro de renda, este concentrometro ira fornecer a informação para ser cobrado o imposto de quem ganha mais, forçando uma distribuição JUSTA de renda.
Só uma pergunta, você não faz parte da mídia também?
O problema é que NÂO EXISTE serviços publicos condizentes com o dinheiro arrecadado. Pode se preparar meu amigo, quanto mais educado for a população mais vaias existirão para o modelo de falência copiado erradamente dos países europeus. Enquanto houverem Sarneys, Dirceus e Malufs comando o Brasil, continuaremos a pagar impostos sem termos serviços adequados para qualquer nível da pirâmide social, seja pobre ou seja rico. Se você gosta de trabalhar 1/3 do ano para a burocracia corrupta do nosso modelo de estado probela é seu. Parabens aos fiscalizadores da democracia que alertam a sociedade para o que estão fazendo com o dinheiro dos “contribuintes”.
E o mais grave é que a turma que reclama tanto de impostos, só repete o que vê dizerem nas “grobos” “band(ida)”, SBT, Record, etc. Provavelmente nunca se deram ao trabalho de ver quanto é a arrecadação por habitante, no Brasil e nos países que idolatram, EUA e UE, pra entender a diferença do atendimento em educação, estradas, etc., sem contar que lá não há um sistema que tenta ser universal como o SUS no quesito saúde. É na base do “quem pode mais chora menos”. Nunca se deram ao trabalho de ver quanto dessa grana fica realmente em Brasília e quanto é arrecadada ou repassada de Brasília pros seus governadores e prefeitos e o que é feito com toda a grana que fica nas suas cidades e estados. Satisfazem-se em “malhar” o governo federal, certamente por terem tentado eleger o “outro”.
Como alguém pode não reclamar da saúde e da educação nesse país?Mais “Joãozinhos” têm acesso à educação,mas esse “plus” continua saindo da escola sem saber o essencial e sem chance de alcançar postos de trabalho de qualidade a longo prazo.
Sustentamos a política do “pão e circo”,e ainda há quem acredite que devamos celebrar aumento de arrecadação…..só falta pedir para aplaudirmos a absolvição de Jaqueline Roriz e a não punição do jogador de futebol Edmundo pelo homicídio em acidente de trãnsito.”É a treva”!!!
Conforme consta na matéria “Exigir das autoridades o melhor uso possível dos recursos do orçamento é um dever cívico em qualquer país, assim como cobrar o combate permanente à corrupção”, é o que se pretende ao tempo em que queremos deixar claro que não aceitaremos a criação de novos impostos para custear a saúde ou reduzir a miséria, pois o que se constata é que recursos existem (veja os valores roubados)o que acontece é a malversação desses recursos.
Tiradentes morreu por reclamar de 20% = 1/5 ou o Quinto dos Infernos. O que faria agora com 46% – não diga 36% porque não é verdade.
Outra coisa que muita gente parece desconhecer é que a sonegação hoje é mínima pois paga-se o imposto na origem e dessa forma só escapa de uma parte do imposto, o contrabando. Elite hoje é quem ocupa altos cargos governamentais pois o empresário brasileiro esta é abrindo o bico(com exceção daqueles que tem negócios com o governo); não esta longe o dia em que seremos um fazendão da China pois nossos produtos estarão tão caros que as empresas fecharão as portas, e aí pergunto: você sabe manejar uma enxada ou um ancinho?
Creio eu, que a partir do momento que os impostos arrecadados não são aplicados da forma que deveriam ser, devido aos desvios. Então a concepção
deste dinheiro ser extraído da sociedade torna-se pertinente, e não um equívoco absoluto.
O último parágrafo do artigo sintetiza tudo que eu penso a respeito desta questão. Chegamos a 1 trilhão de reais arrecadados, 35 dias antes do que ocorreu em 2010, porque o governo melhorou a arrecadação e porque mais pessoas (físicas e jurídicas) entraram com suas contribuições. Eu mesmo devo ter pago mais IR esse ano (meu salário aumentou e fiquei fora da taxa de isenção em alguns casos), isso sempre ocorreu e sempre ocorrerá quando existem crescimento economico. Aliás essa é uma dor de cabeça boa: pagar mais IR. No mais vão chorar na cama que é lugar quente.
O problema não é a carga tributária, isto é, a porcentagem da renda nacional sob tributação, mas sim: 1) a distribuição destes tributos entre os segmentos sociais mais ricos ou pobres; 2) os investimentos que são feitos com estes recursos. É um fato que, se queremos mais saúde, educação, saneamento, moradia, infraestrutura, transporte coletivo e ciência, precisamos de recursos públicos e dos funcionários públicos necessários para isso. Se queremos que a arrecadação e gasto públicos sejam instrumentos de justiça social, precisamos desonerar o consumo popular, instituindo um imposto direto e progressivo sobre a renda, a herança, propriedade territorial, grandes fortunas, poluição e um imposto indireto sobre o consumo de luxo. Mas também precisamos acabar com essas concessões de créditos e isenções fiscais para os ricaços nacionais e internacionais, combater a sonegação, regular as remessas de lucros. Enfim, há muito o que fazer para construír um país mais justo!
Prezado André Siqueira,
Venho aqui, de forma respeitosa, discordar de sua conclusao. Acredito ser legitima o descontentamento da populacao com a carga tributaria, mesmo levando em conta nossas desigualdades sociais. O bolsa familia, por exemplo, consome apenas 0.5% do PIB!! Juntando todos os programas similares que conheco, excluindo previdencia que deveria financiar a si propria se os absurdos da previdencia publica fossem suprimidos, gastos sociais consomem 2,3%. Saude + educacao consomem juntos outros 8%. Isso da uns 12, 13% do PIB. Como justificar os outros 22%? O que ocorre no Brasil e a presenca um funcionalismo que exige salarios > 10.000 para trabalhar (senao entra em greve), uma quantidade absurda de cargos, ineficiencia extrema, roubos, um legislativo que consome quase 10 bilhoes de reais, um tribunal de contas com conselheiros indicados politicamente. Ou seja, o Estado usa os 10% do PIB de gastos sociais para justificar uma carga de 38%. Isso e inaceitavel.
Esse camarada aí queria mesmo que, menos de duas semanas depois de ver a Jaqueline Roriz ser absurdamente absolvida por ter roubado dinheiro público, enfiando vídeo e tudo “goela” abaixo da gente, o povo fosse lá aplaudir o tal recorde?! É um circo esquisito esse, em que os palhaços que precisam aplaudir.
E o pedágio em São Paulo que é um dos mais caros do mundo. Porque eles não falam? Pedágio caro encarece fretes e encarece mercadorias, que todos pagam. Isto tudo é demagógico. Neste impostômetro, tinha que estar os impostos em separado, o que é do governo federal, estadual e municipal. Isto tudo é para desinformar e colocar a culpa no governo federal, como só ele que é responsável arrecadador.
ADOREI!!! Sou uma das poucas pessoas que não reclama dos impostos que paga. É um absurdo os pobres (que são maioria) repetirem feito papagaio o discurso dos ricos e muito ricos, justamente os menos tributados (enquanto que, vivessem em qualquer país minimamente decente, seriam tributadíssimos!).
Quero ver a Associação Comercial colocar o display chamado CORRUPTÔMETRO, mostrando o montante de impostos que são roubados da população brasileira pelos políticos e empresários corruptos! E, aí, vamos contar a grana da corrupção???
Estou de queixo caído com que acabo de ler.. “Como alguém em sã consciência pode reclamar da saúde e da educação públicas e querer ir às ruas protestar por menos impostos?”
Exatamente por isso meu amigo, meu dinheiro e o seu vai para o ralo na mão da BURROcracia, falta de eficiência e da corrupção do governo, ao inves de ir pra onde deveria (educação, saúde, segurança, etc) e ainda assim tu acha que quem está insatisfeito com isso não está em sã consciência..Apavorante.. Tenho quase certeza que das 64 pessoas que comentaram a favor desse artigo, não têm 5% que geraram algum emprego um dia, ou pagaram alguma quantia razoavel de imposto.. dai é fácil!
Não há duvida de que uma nação eficiente também precisa ter uma máquina de arrecadação de tributos eficiente. E ninguém acha que está sendo roubado só por pagar os tributos devidos. O cidadão vê que está sendo roubado SIM, quando percebe diariamente que não há dinheiro que chegue para tanta corrupção, desvios de prioridades, obras inúteis, inchaço desnecessário de empregos no governo e tantos outros “sumidouros” do dinheiro público.
Ou seja, o roubo não é o recolhimento do imposto, afinal o contribuinte paga com boa fé. O roubo vem depois. Como todos sabem.
A despesa com serviço da dívida é exorbitante. São R$ 230 milhões por ano para as vinte mil “famiglias” abonadas. Só de juros. Nada de principal. Essa taxinha SELIC de 12% ao ano dá nisso. A “Bolsa Dubai”, ex “Bolsa Miami”, consome mais que o orçamento da educação e da saúde. É o dinheiro dos tributos que vão para pagar essa pequena despesa. O problema não é carga tributária, é a despesa com os juros, que impedem maiores gastos com investimentos em saúde, educação, segurança, tecnologia e infraestrutura. Ou seja, a população paga imposto para o governo repassar em juros para as 20 mil “famiglias”. É a derrama.
Finalmente ! A campanha da mídia privatista patrocinadora da pauta dos pouquíssimos que muito têm e que pouco imposto paga contra o interesse geral de qualquer estado-nação , é o suicídio do país e inclusive da minoria rentista que detém sua dívida . Sem imposto, não há sociedade, nem estado, nem nação, nem lei, nem segurança, nem regra, nem povo, é o Leviatã garantido para todos à exceção da minoria que detém o melhor da nossa dívida que já haverá pousado em outro território/povo/nação/estado=imposto a parasitar, e depois chamra de “processo civilizatório” ao seu parasitismo anti-imposto nas horas que convém e favores fiscais quando o estado falir. Esses parasitas globais e sua sucursal Brasileira passam dos limites em suas companhas anti-imposto que é só falar em CPMF para garantir saúde e educação melhores, SOU A FAVOR ! Pago feliz o que me couber, por egoísmo a propósito pois o meu interesse é conviver com o maior bem-estar possível da minha tribo Brasil
[...] a bunda dos policiais!’Imposto pago não é dinheiro roubadoA classe alta cresceu 54% em oito anos, mas ainda é pouco [...]
Entre nós mais Impostos é Distribuicão de Renda…….!!!!
E que venha logo a nova CPMF……..!!!!!
Discutir impostos com quem acha que os políticos são responsáveis pela corrupção no Brasil, só como divertimento. São uns 60 mil políticos eleitos e 50 mil são vereadores, só dez mil tem algum poder. Se esses 60 mil roubassem(?)dois p/cento(2%) da arrecadação de impostos, ficariam ricos em um ano. As empresas sonegam mais de um trilhão p/ano(p/cada real recolhido um é sonegado).
80% dos impostos são pagos pelos pobre e miseráveis, pois nosssos impostos são sobre o consumo.
Ricos e empresas não pagam impostos no Brasil, a não ser no tempo da CPMF.
[...] a bunda dos policiais!’ Imposto pago não é dinheiro roubado A classe alta cresceu 54% em oito anos, mas ainda é pouco [...]
Existem 20 países com maior carga tributária que o Brasil. Destes, 14 são países desenvolvidos europeus. Imposto alto é coisa de país desenvolvido. Por isto é desenvolvido.
A Noruega tem renda per capitaa de 63 mil dólares PPC e arrecada 25 mil dólares per capita, com carga tributária de 46%. O Brasil, com carga de 34% e renda per capita de 10 mil dólares PPC, arrecada 4 mil dólares per capita. Como ter padrão europeu com arrecadação de emergente? (veja o ranking em https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AuERPic3WeZGdFZOS2NrQ0lIaXZxc0JPWUtFeVdPQ0E&hl=pt_BR)
Achar que a culpa de nossa pobreza é da corrupção é moralismo udenista. A corrupção consumiu 7 bilhões de reais por ano (FGV) no Brasil. A sonegação consumiu 200 bilhões de reais por ano.
Só faltou dizer que o governo gasta muito dinheiro para manter a si próprio do que propriamente retornando esse dinheiro para a sociedade (quer dizer, a parte que não é desviada).
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O…
Excelente artigo. Perguntem ao Sr. Everaldo Maciel, secretário da Receita no governo de FHC, quantas vezes êles reajustaram a Tabela do IR?
Talvez a alegação que dá título ao artigo não seria inverídica, se uma grande fatia deste dinheiro arrecadado, que representa segundo cálculos apresentados 149 dias de trabalho do brasileiro, retorna-se satisfatoriamente como saúde, educação, segurança pública, infra-estrutura, o que não ocorre. Porém sabemos que bilhões e bilhões de reais escorrem pelos ralos da corrupção, sem contar o fato da nossa “democracia” que é representada pelos poderes constituídos ser uma das mais caras do mundo. Da mesma forma que não concordo que o dinheiro dos impostos que hoje muitas vezes são distribuídos sem critérios a milhões de pessoas com intuito de manter um grupo político no poder. O imposto é necessário porém mais necessário é a aplicação correta destes recursos.
Parabens, André! Fiquei muito feliz com o artigo, pois pegaste no âmago da questão. Até nos EUA Obama tenta taxar as grandes fortunas… . No roubo das caixas fortes (sic) do Itaú, só alguns fizeram BO. Por quê? Porque é tudo, p/ dizer o mínimo, elisão fiscal, presentes de tráfico de influência etc. Baden Powel quando tocava nos países nórdicos tinha de 70 à 90% de seu cache descontado para seguro (ñ imposto)compulsório. Um dia perguntou o por que. Responderam-lhe que poderia ficar doente, ter um acidente nos dedos e, assim, o seu show como as pessoas que haviam adquirido ingresso estariam garantidas. Vocês já se imaginaram uma reforma tributária feita pelo PSDB ou DEM? Seria um caos. A volta da concentração maior da renda nos grandes empresários e, infelizmente, nas grandes multinacionais. Continuemos assim cada vez melhor na distribuição de renda e, se este governo amolecer, coloquemos quem endureça.
Temos que acabar com os impostos que compõe a cesta básica; e aumentar a alíquota do imposto para os super salários do setor público, tais como senado, câmara e certos tribunais de justiça e autarquias. Criar o imposto sobre as grandes fortunas e para heranças.
Vamos mudar um pouco André – dinheiro pago PELO CONTRIBUINTE, NÃO É ROUBADO. Pelo contrário: é suado. Agora, já os valores arrecadados…
O Brasil arrecada muito, sofre uma gatunagem (48%= de todo o desvio do mundo) e emprega tremendamente mal o que sobra. Carece ainda lembrar que a pressão da CPMF eliminada, foi imediatamente substituída por alteração de percentuais de outros impostos, por exemplo a IOF que dobrou o valor para “não deixar a saúde no desamparo”; pergunto : foi algum centavo da IOF para a saúde? Nada.
Você sabe por que Tiradentes foi enforcado? Por causa do QUINTO, mais conhecido como o QUINTO DOS INFERNOS, e olha que era bem menor que hoje – apenas 20% contra os 47% atual (alguns teimam que é 37, mas pegue lápis e papel, faça as contas).
Bem, parece que hoje Tiradentes seria enforcado mais rápido e alguns ainda vibrariam com novas “derramas”.
Eu sempre repetia que gostaria de estar pagando o dobro do que me era recolhido. Os colegas criticavam. Seria um evidente sinal de que estaria ganhando mais. O que não se questiona tanto não é o quantum, embora saibamos que pagamos sim a maior carga tributária do mundo. O que nos indigna é saber que não há a competente reciprocidade social. O que vai não volta, parte é desvirtuada ou mal canalizada. Seria recorrente, mas não inoportuno falar do caos em que se encontra a saúde; a educação; a segurança; os problemas de infraestrutura como saneamento básico, conservação de estradas etc. Negar isso amigos é ser totalmente alienado. Não nos enganemos com as propagandas enganosas de ambos os lados. O governo exalta os seus nem sempre reais feitos, mas sabemos o quanto ainda milhões padecem, morrem à míngua, por falta do mínimo básico indispensável à sua sobrevivência. Vejamos os fatos com isenção. Não é ser ou não se governo. É a realidade que não enxergamos ou que tentamos esconder.
Disse muito bem: imposto não é roubo. Claro. No Canadá, Coréia do Sul, Suécia, EUA, Alemanha, Japão…….
Já neste país….
[...] Fonte:/politica/impostos-pago-nao-e-dinheiro-roubado Share| Posted by Gusthavo Santana at 17:56 [...]
Por que a mesma Associação não faz uma manifestação para o melhor gerenciamento do dinheiro público, isso é a questão. Esses “cansados” pensam, ou melhor, acham que somos idiotas. Aqui na minha cidade, Marília, um grupo também da Associação usaram nariz de palhaço para manifestar contra a arrecadação. É demagógico esse discurso do impostomêtro. É ridículo.
Finalmente alguém em são consciência escreveu algo em mídia nacional sobre esse tal impostômetro. Constantemente falo em sala de aula que pagar nossos impostos nada mais é que obrigação, mas obrigação também é brigar pela lisura do dinheiro arrecadado e não brigar pela diminuição. Sou professor, uso saúde privada e precisamos de proteção social, e sabemos que tudo isso em alta escala de qualidade custa muito, muito caro. Vejo muitas pessoas em instituições públicas reclamando da falta de pessoal para atendimento, e do mesmo a mídia amarela esbravejando pela diminuição de gastos públicos. Será que não percebem que ao pregar isso em telejornais, revistas e jornais, nada mais fazem do que ratificar uma visão errônea que nossos impostos tem que ser diminuídos e não melhor usado.
Excelente artigo que pode inclusive servir de inspiração para um post no meu blog. Quem tem mais idade do que eu (22 anos), deve lembrar com mais clareza ainda que a nossa atual oposição só passou a defender a redução de tributos com mais voracidade depois que saiu do poder. Mas no poder, algumas trocas ainda precisam ser feitas quanto à arrecadação. Exemplo: se algum dia for realizada a tal reforma tributária no Brasil, que seja para formar um sistema tributário progressivo, que tribute mais a renda do que o consumo. Acreditem ou não, o sistema tributário de um país diz muito sobre a distribuição da renda. Vamos usar nossos teclados para reivindicar um melhor uso e uma melhor arrecadação sem a demagogia do impostômetro.
O incrível é a omissão da imprensa no trato da dívida pública.
O orçamento de 2010 foi assim dividido: Orçamento Fiscal= R$ 744,3 bilhões, Orçamento da Seguridade Social= R$ 425,5 bilhões e Refinanciamento da dívida pública federal= R$ 596,2 bilhões.
O que significa que desconsiderando os gastos em Seguridade Social, para cada 1 real gasto, pagamos mais 80 centavos a título de dívida pública e pior do que isso, quem define que devemos pagar mais ou menos é o Banco Central que ele próprio, por meio do Copom, eleva as pornográficas taxas de juro a enriquecer, sem risco algum, os que tem aplicações em títulos do governo.
O Governo TEIMA em querer pagar MUITO em juros e nenhum economista mostra essa teimosia que enriquece …quem mesmo? Todo mundo sabe que o governo gasta mal. Mas, curiosamente, pagar juros mais altos que os que pagam Chile, Uruguai e Argentina, parece natural e ninguém fala nada! Estamos falando da maior despesa do governo federal (1/3 do orçamento). Ótimo artigo!
Roberto, me desculpe, engano seu, com os impostos atualmente arrecadados daria para ter tudo isso sim, sem maiores problemas. A questão é que, além de corrupção, o dinheiro é muito mal gasto, existe muito desperdício, os governos não são bem geridos. Faço uma aposta, demite 30 ou 40 % do que temos de burocratas em Brasília e o governo continua andando normal, ninguém vai sentir falta. E isso não é conversa neoliberal, de quem quer estado mínimo, como gostam de falar. É pura constatação. É muito cargo, é muita mordomia, e muita gente encostada, é muita aposentadoria elevada, etc. etc. Se fizessemos essa análise com profundidade, te garanto que não só nãp faltaria dinheiro, sobraria dinheiro.
Otimo artigo que foge do senso comum e tem uma visão realmente imparcial da historia. Só descordo da parte em que diz que deveriamos nos orgulhar em ver os cofres publicos repletos de dinheiro.
Acredito, pelo menos é como eu penso, que o problema não é o fato de existirem milhões de impostos que elevam tanto os preços de todos os produtos. O problema é não ver o retorno desses impostos em politicas publicas eficientes, que dão ao povo aquilo que é deles por direito. Pagaria mil IPVAs feliz se não tivesse que, cada vez que saisse de casa, pagar pedágio. Pagaria imposto sem reclamar, se nao tivesse que pagar plano de saude, colegio para meus filhos, se não fosse subordinada por policiais em blitz… O fato é, pago imposto sem problema, mas que eu veja esse dinheiro sendo revertido para o bem comum, e não para pagar jatinhos, empregadas domesticas, muito menos, parar em cuecas alheias.
O problema é a incompetência na hora de empregar esse dinheiro.
Se a oposição fosse governo, a arrecadação não estaria nesse patamar; acredito que estaria bem abaixo dessa. Não por tributar menos, mas sim, por manter a economia achatada e não se preocupar com a inclusão social. Criticar a arrecadação relacionando-a à corrupção é uma fuga da realidade.
Que tal fazer o calculo de quanto custaria ter saneamento, segurança, saúde, educação de primeiro mundo prá toda a nossa população ???? Aí saberão que os impostos que o gaverno cobra não seria suficiente…..
Que absurdo tudo isso, existe um ditado que ate já esta um pouco antigo
“TODO POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE” o congresso que esteve aí, o que ainda está e o que virá, vai ser tudo a mesma coisa, nós temos que ter consciência de que não temos leis nesse país, todos dias vemos na imprensa corrupção e mais corrupção, sabe quando será votado leis serias aqui nesse país com certeza nunca então pagamos impostos elevados também pra sustentar a corrupção, algum corrupto vai preso, devolve o dinheiro, lógico que não, e o povo brasileiro assiste a tudo isso e continuam votando nos mesmos…..eta povinho…
Os empresários que organizam vaias ao impostometro,argumentavam que a CPMF encarecia os produtos de 2 a 3%.A CPMF foi extinta e eles continuam a nos cobrar o imposto,pois nenhum produto baixou de preço após sua extinção.O falso impostometro ignora os benefícios fiscais,as isenções que os empresários ganham,isto é cobram o imposto dentro do preço,mas não recolhem ao governo/povo.
O IMPOSTOMETRO É FALSO
A Noruega,considerado o País mais rico do mundo,tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo:44%.O impostometro,imposto ao povo pela Associação Comercial de SP,trata a questão tributária com leviandade.O aumento de arrecadação,motivado por uma economioa revigorada,é maldosamente confundido com aumento de carga tributária.
O empresário e político Afif Domingos e a elite paulista que intalaram o impostometro,tratam a questão com leviandade, sensacionalismo e demagogia tentando tirar votos deste tal aparelho
Ó (vocativo), André. Com esse título, descobristes a pólvora. Sabemos que isso é real em paises que, realmente, devolvem
esse imposto de maneira correta à sociedade dos mesmos. Agora, aqui nesse pais, todos nós, brasileiros pensadores e críticos mordazes, sabemos que nada é feito à favor da maioria da plebe ignara e, além disso, quando nos devolvem, é em conta-gotas. Não sou tão patriotário para pensar de maneira diferente.
RF
A difusão dessa leitura é originada na total falta de contrapartida entre arrecadação e prestação de serviços. Na haveria nenhum problema se não vivenciássemos tantos caos, saúde pública calamitosa, educação desqualificada e segurança corrupta. Mudar o perfil da arrecadação também é urgente. Elevar tributação sobre a renda propiciando a redução sobre o consumo, única forma de minimizar a perda dos pobres…
Em que país o Sr. André vive?? Gostaria de morar lá e ver o dinheiro público ser INVESTIDO e não USURPADO.
O problema de pagar impostos e ruim agora, o que mais magoa a gente, nós cidadãos, é não ver o retorno deles, pois estamos com segurança ruim, escolas ruins, hospitais ruins, transporte de massa ruim, etc.
Eles acham que nosso dinheiro é fácil de se conseguir, o salário médio do brasileiro é muito ruim !
Se eles administrassem com competência e patriotismo, ganhariam todos, até esse monte de gente que a gente elege para nos “ajudar”…
ah sim. dos 300 reais, no mínimo 150 foram de imposto. Incentivo a comprar jogo pirata!
Ao lado do impostometro, a própria Associação Comercial poderia instalar o Lucrômetro. Depois poderíamos comparar qual seria maior: o impostometro ou o lucrometro.
Não falou nenhuma novidade…
Paguei 300 reais num Playstation: doeu no bolso, mas valeu a pena.
Passo a vida inteira pagando impostos abusivos: quase toda a melhoria de vida que eu tenho parte do meu esforço. Se eu ficar doente eu não tiver um plano de saúde eu tô fudida.
A gente desembolsa pensando em investimento. Quando não temos o retorno esperado, nos sentimos roubados. Lógica simples, mané! Imposto no brasil é roubo sim senhor. O escritor desse post recebeu 10% do dinheiro desviado do PAC. kkkkkkkkk
Nós temos que questionar é a qualidade do gasto público, onde vai o dinheiro arrecadado. Esse papo furado, as elites não querem isso, as elites não querem aquilo, … Quem é elite hoje no Brasil ? Grandes empresarios ? Quantos são esses ? Elite hoje no Brasil é quem está muito bem instalado nas verbas dos governos, funcionarios públicos que tem ganhos elevados ( 120 diretores no senado, etc., etc. ). Dizer que um empresário médio, que tem uma tremenda responsabilidade, paga imposto para todo lado,responde por vários empregos e que as vezes ganha menos que um desses funcionários é elite ? Ora, nossa carga tributária, em torno de 40% é enorme, pela qualidade dos serviços que recebemos. Temos carga de país rico e serviços sofríveis.
Este artigo faria sentido se tivessemos servicos publicos que fizesse jus ao imposto que pagamos.
O problema e que o mamute estatatl e corrupto, burocratico,e ineficiente.
E e o mais caro do planeta.
Estao nos roubando sim.
Quando vejo pessoas da classe média, elite ou estes economistas liberais atacando a carga tributária, já falo logo: então vá para África, lá estão os países com menores cargas tributárias do mundo. Alguns chegando a menos de 10% do PIB. Ou se preferir, vá para a Suécia, Noruega, Finlândia, que estão entre os países com maiores cargas tributárias, que chega em alguns casos a 50% do PIB. É só escolher!
E o melhor exemplo de liberalismo econômico do mundo é a Somália: a carga tributária é baixíssima (muito menor que a americana), e o estado é falido e não manda nada (ele é tão pequeno que foi afogado numa banheira. É o paraíso de Ronald Reagan).
Tem que ser muito Zé-Povim pra cair no conto do impostômetro, ou melhor, o Affiffômetro…como tem “patinho” na lagoa paulistâna!
André Siqueira imposto pago não deveria ser dinheiro roubado, mas está sendo. Injusta é esta cobrança, incompetente é sua aplicação e desonesto é o seu desvio.
O PT não fez distribuição de renda, e olhe que já votei 6 vezes acreditando neste discurso. Lula destinou migalhas para as camadas miseráveis da população. A classe média e as pessoas informadas criticam porque pagam os tributos e não tem os serviços. E a roubalheira continua solta no meio do mundo
O problema nao e a alta carga de impostos mas sim o uso ineficiente e desvio do dinheiro publico, e nisso o Brasil e campeao. Se a populacao tivesse educacao, saneamento, saude e seguranca de qualidade certamente nao haveria reclamacao quanto a cobranca. Como nao ha eu nao condeno quem sonega. Infelizmente!!!
O autor parte tamb’em do pressuposto que o montante arrecadado em impostos ‘e integralmente bem aplicado pelo governo. Ignorando a corrupc~ao que rola solta por ai’. Tenho certeza que a revolta desses que vaiaram o n’umero atingido pelo impost^ometro se da’ muito mais pelo mal uso desse dinheiro do que pelo valor em si.
Sejamos sinceros, atualmente, no Brasil, se faria o mesmo com muito menos em arrecadac~ao, se boa parcela n~ao fosse desviada pelos corruptos ou mal gerida, mal aplicada, ou qualquer coisa que fazem com nosso dinheiro, como as obras da copa e olimp’iadas que vem por a’i superfaturadas. Acho que ‘e v’alido lembrarmos desse lado.
Se o dinheiro arrecadado fosse de fato direcionado para os fins a que se destina, não haveria problema. Mas sabemos muito bem que isso não acontece. Não adianta ter um volume de arrecadação dessa ordem, se não há uma administração eficaz e um manejo adequado da verba. Sem falar na sua distribuição…
Thiago Souza,
E continuando o raciocínio…
O mesmo ocorre com o sistema de saúde: é a existência de um sistema universal de saúde que força o hospital privado a ser melhor. Quem pagaria por hospital privado se ele não fosse melhor?
Mas não se engane, o objetivo principal da saúde privada não é manter a saúde da população. Se a saúde vira negócio, porque ter uma população pouco saudável seriam ruim??
Esse é um dos sérios problemas do sistema de saúde americano, que é muito ruim em relação a outros países com mesma renda per capitã, e é por isto que o Obama está tentando criar um “SUS” americano.
E o ensino privado também não está comprometido com o desenvolvimento da sociedade, com a qualidade de educação e em usar a educação para melhorar o país.
No mundo inteiro se paga imposto e caro. Faz parte do Estado Capitalista essa necessidade do Estado abocanhar parte do que se produz. A logica é a mesma de qualquer empresario, é preciso ter lucro para fazer reservas, para investir, para pagar funcionarios, para financiar obras, etc…. Agora pergunte à elite se ela quer o fim do sistema capitalista do qual o proprio Estado é reflexo e criação.
Excelente artigo! Um dos mais lúcidoos sobre o assunto, Parabéns e obrigado pelo valioso esclarecimento.
Só lamento que alguns comentários contrários de pessoas que não tiveram a paciência de refletir que a justiça na cobrança de impostos é muito mais importante que a qua a quantidade de impostos em si.
Um abraço
Paulo.
Thiago Souza,
A realidade é um pouco mais complexa.
Se no ensino básico no Brasil, as escolas particulares são melhores que as escolas públicas, é porque existe um sistema universal de ensino básico público, até porque, se a escola particular não oferecesse um ensino melhor que o ensino público, ninguém colocariam seus filhos numa escola particular. Ou seja, a existência de um ensino público universal força as escolas particulares a serem melhores (não é porque são privadas). No ensino superior brasileiro (que não é universalizado), as escolas públicas em geral são muito melhores que as escolas particulares, porque, como o ensino superior público é restrito, existirá grande demanda para o setor privado. E é muito comum universidades particulares simplifiquem as matérias de seus cursos, tornando-os agradáveis, fáceis, para “segurar” o aluno, a garantindo receita para universidade, ainda que isto causa prejuízo ao país e ao aluno no futuro, quando ele entrar no mercado de trabalho.
Sério mesmo? Na minha opinião, todos que concordaram com o escritor dessa matéria estão fazendo esforço excessivo para parecerem intelectuais. “Não se iludam”? Por favor… Todo mundo sabe que este país é podre.
Arrecadação de mais impostos significa SIM que a economia está boa. A economia do Brasil é tão boa que o país pouco sofreu com a crise recente. As vaias não são direcionadas à arrecadação, e sim ao baixo desenvolvimento do país em relação à contribuição feita pela nação.
Muitos países que arrecadam muito menos que o Brasil mostram um nível de desenvolvimento anual superior. Não acho válido apontar a alta desigualdade social como desculpa para essa “necessidade” de arrecadar muito dinheiro. Na minha opinião, este artigo não foi escrito com embasamento profissional.
Que análise completamente equivocada. Vc deveria ser demitido da Carta por uma opinião tão arcaica, quanto partidária. O excesso de arrecadação não reflete o quanto a economia está indo bem. Só está demosntrando que o sistema arrecadatório está se tornando mais eficiente, mas qual a contrapartida? Vc está colocando que eu tenho de pagar muito imposto para sustentar aqueles que são pobres? Que tal mudar o conceito esquerdista e ampliar seu horizonte. O governo deve fomentar o trabalho e não a assistência. O básico deve ser garantido, serviços e não dinheiro.
Ahhh….só pra finalizar…. vc parte de uma premissa de esquerda muito errada… de que o governo tem que pagar tudo pra todos.
O que é melhor: escola pública? OU pegar o dinheiro que se gasta em escola pública e dar pra cada pai escolher uma escola particular???
É melhor gastar dinehiro com um hospital público ou dar o dinheiro pras pessoas escolherem um plano de saúde particular???
Infelizmente no Brasil não temos uma direita que represente o pensamento libertário clássico. A classe política somente se preocupa com cargos e quanto vai poder tirar de verba pra se manter no poder..(Sem contar a corrupção)…
Parabéns! Pela primeira vez uma discussão consciente sobre a carga tributária brasileira. Se pessoas como o comentarista Vítor acham que os serviços não atendem à população é porque não necessitam deles. A qualidade é baixa? Claro. Mas o que fazer quando a quantidade de pessoas que necessitam desses serviços é muito maior do que as que podem pagar?
Interessante. A mesma elite que reclama o tempo todo dos impostos é aquela cujos filhos são incentivados a estudar para passar num concurso público e viver de salários pagos…pelos impostos!
4) Quando se aumenta o imposto diminui-se a vantagem competitiva das empresas e portanto se tem menos criação de empregos…Basta ver oque aconteceu quando o Lula começou a baixar em 2008 o imposto pra vários produtos…uma explosão de vendas e criação de empregos…
5) Pergunta: o que é melhor um emprego ou uma bolsa-família? Claro que é o emprego. Então esse discurso keinesista de que o Estado tem que sustentar todo mundo é uma baita duma besteira.
6) O Brasil é o anti-penultimo pais em termos de competitividade, justamente por coisas como impostos altos e burocracia elevada. Conseguimos perder pra paises toscos como Gabão….
6) Se o governo decidisse uma reforma que baixasse os impostos no pais e diminuisse a burocracia, nós poderíamos crescer co0mo a China já cresceu… 10%-15% ao ano. O Braisl é uma nação maravilhosa mas perde muita chance por causa de idéia ultrapassadas….
Bom dia,
Primeira vez que leio seu aritog mas descordo veemente dele:
1) Pregar que imposto alto é necessário pra diminuir a desigualdade social é uma tremenda besteira. Somente funciona para locais miseráveis com extrema probreza aonde as pessoas não tem acesso a renda nenhuma. (E mesmo isso não consome 1% da carga tributária – portanto é balela…)
2) Aumentar alicota para pessoas ricas é tão simplório e sem eficácia que chega a ser hilário… Primeiro pq ricos jogam despesas em pessoa jurídica e quase não pagam imposto como pessoa física. Segundo porque gente rica se pressionado a pagar por outra via vai para qualquer outro lugar do mundo pagar imposto de renda.
3) Dar dinheiro pro povo e depois tomar como imposto não reduz desigualdade social. Pq o pobre tem que pagar 30 mil num carro novo? quando em outros países com esse dinheiro se combra uma BMW nova? Aqui pobre e classe média sofrem pra comprar as coisas…ai a industria reclama que o produto importado é mais barato…
Precisamos urgentemente combater a corrupção , só assim teremos esse um trilhão investidos realmente nas necessidade da população.
É recorrente, na história brasileira, a manipulação das massas populares para o ficticio apoio a grandes decisões ëm defesa do povo¨, quando o povo é o segmento mais ausente nesses cenários. Foi assim na proclamação da independência e da república; nos golpes de estado; campanha das diretas; impedimento de Collor de Mello por trair os interesses dos seus criadores (caras-pintadas apenas compuseram as cenas externas). Agora, mais uma vez, os proprietários dos grandes meios de comunicação ardilosamente buscam manipular o povo ¨em defesa dos seus interesses¨. Não interesses do povo, e sim, deles, os magnatas da comunicação.
Em quantos meses ou semanas os EEUU arrecadam 1 trilhão? um dia chegaremos lá!
Você só errou ao dizer que “vende-se, por estas bandas, a ideia de que dinheiro de imposto é dinheiro subtraído da sociedade”. O mais correto seria banCas.
Caro André. Me mostre onde o governo atende as necessidades da população? O que você acha da saúde e educação pública no país? E da segurança? Os aumento da arrecadação não tem como reflexo a melhora do atendimento a população.
Elite brasileira reclama de tributos que sonega, da corrupção que fomenta e de uma legislação trabalhista que sistematicamente descumpre.
Estes caras que criaram o impostometro, os caras que o defendem o os jornalistas que o mostram insistentemente não são anarquistas, são apenas RIDÍCULOS.
27.04.2012
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