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Fundador do WikiLeaks ganha liberdade condicional

por Redação Carta Capital — publicado 16/12/2010 12h03, última modificação 16/12/2010 12h13
Recurso do governo sueco que impedia a soltura de Julian Assange foi negado. O australiano responde a processo de crimes sexuais

Recurso do governo sueco que impedia a soltura de Julian Assange foi negado. O australiano responde a processo de crimes sexuais

Depois de passar nove dias na prisão o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, ganhou liberdade condicional concedida pelo Tribunal Superior de Londres, nesta quarta-feira 16. Para que seja solto Assange deve pagar fiança de 200 mil libras ou cerca de 530 mil reais. Seu passaporte será confiscado e ele será monitorado eletronicamente.

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A soltura foi determinada pelo juiz da Alta Corte de Londres Duncan Ouseley que disse que definirá os termos da condicional na próxima terça-feira 20.

O anúncio foi dado logo após o tribunal rejeitar o recurso apresentado pelos advogados que defendem os interesses da Suécia, pedindo sua extradição para que seja julgado pelo processo de crime sexual. Ele teria tido relações sexuais sem o consentimento de duas mulheres suecas sem camisinha.

O fundador do WikiLeaks, que estava em local desconhecido no Reino Unido desde o dia 7 de dezembro, foi quem se entregou à polícia britânica. Assange, de 39 anos, é responsável pelo vazamento de mais de 250 mil documentos secretos da embaixada americana. Em sua defesa, afirma ser inocente e que a ordem de prisão do governo sueco é uma retaliação ao trabalho de divulgação de documentos secretos.

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