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Em 2012, mais uma opção de partido

por Paula Thomaz — publicado 05/10/2011 15h45, última modificação 05/10/2011 19h16
TSE aprova criação do PPL, de origem no MR8. Ministro diz que Brasil está "ingressando no hiperpartidarismo"

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Uma semana depois da criação oficial do Partido Social Democrático (PSD) do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, surge a 29º sigla na seara política brasileira. É o Partido Pátria Livre (PPL), que já se articula em todo o Brasil na montagem das chapas para as eleições municipais de 2012.
Na segunda-feira 3, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiram o pedido de criação PPL, por unanimidade, que utilizará a sigla 54. Com 1,2 milhão de assinaturas, o partido foi criado essencialmente por integrantes do Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR8) e de “ativistas e líderes sindicais e movimentos estudantis e feminino”, diz Irapuan Santos, o presidente do partido no Rio de Janeiro - que também compõe a executiva nacional.
De acordo com Santos, o projeto político do mais novo partido brasileiro é o de resgatar a “trajetória que temos do ponto de vista da afirmação da nossa nação e aprofundar as transformações que conseguimos conquistar com o governo Lula, com características de investimentos na nação e no povo”.
Para ele, a marca de 1, 2 milhão de assinaturas, os nove diretórios em vários estados do País e o cumprimento de todas as exigências do TSE para a criação da sigla, desmitifica duas questões importantes: a primeira de que já existem muitos partidos no Brasil (“isso não é verdade”, garante ele ) e a outra, a de que o brasileiro não quer saber de política. “Todos que nos apoiaram sabiam que estávamos criando um partido para defender os trabalhadores”.

Por outro lado, na sessão do TSE que deferiu o pedido de criação do partido, o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, fez um comentário crítico, dizendo que o Brasil está inovando na ciência política. “Estamos indo além do pluripartidarismo, estamos ingressando no hiperpartidarismo. É uma novidade que criamos no Brasil”, afirmou.
Diferentemente do rebuliço que causou a criação do partido de Kassab, o PPL -foi praticamente ignorado pela mídia enquanto estava em gestação. Isso, agora, deve mudar, acredita Santos. “Pouca gente vai ficar sem falar do Pátria Livre nas eleições, não vai ter como a mídia não falar da gente”.
O novo partido elenca cinco pontos considerados básicos que servirão como guia, inclusive para disputar as eleições do ano que vem. De acordo com Santos, estes pontos que serão vinculados com a situação de cada município em que disputarão eleições são: o fortalecimento do mercado interno, para geração de mais emprego e maiores salários; redução de juros; desenvolvimento de tecnologia de ponta, a conquista da "economia plena"; e saúde e educação igual para todos.

No Rio de Janeiro, o partido já se organiza para as eleições em cidades importantes como Campos, Resende e Barra do Piraí. O presidente estadual da sigla falou ainda na possibilidade de apoio a outros partidos, sem citar nomes. “Não teremos problema em apoiar candidatos e partidos que tenham afinidade com o nosso programa e vice-versa”.
Alguns deles podem ser os mesmo que estiveram presentes na ocasião de lançamento da sigla, em 2009: além de centenas de filiados e lideranças do PMDB, partido que abrigava os militantes do MR8, compareceram ao ato representantes do PT, PCdoB, PSB, PDT, PCB e do Partido Comunista da Bolívia.
Segundo o estatuto do partido, a sigla “se orienta pelos princípios e pela teoria do socialismo científico. Ele forma os seus filiados no espírito da independência, da soberania, do coletivismo e da solidariedade internacional entre os trabalhadores e os povos de todos os países.”
Trajetória
O Movimento Revolucionário 8 de outubro surgiu de uma dissidência do PCB e atua desde o final da década de 1960. De orientação marxista-leninista, o movimento promoveu combate à ditadura e lutava pela instalação de um estado socialista no Brasil. O nome da organização era uma forma de lembrar o dia em que o socialista Ernesto “Che” Guevara havia sido preso pela CIA na Bolívia - 8 de outubro.
Desde o início do processo de redemocratização do país, o movimento participou partidariamente dentro do PMDB e com atuação concreta nos movimentos sociais.
Em 2008, após cogitar a integração ao partido ao PT, chegou-se a conclusão de criar um novo partido.
O presidente da sigla é Sergio Rubens de Araújo Torres, personagem importante dentro do MR8 na luta pela liberdade nos últimos tempos e ex-secretário do movimento.
Cumprimento de Exigências
De acordo com o voto da ministra Cármen Lúcia, o PPL cumpriu todas as exigências legais para o deferimento do registro. Não houve pedidos de impugnação. O partido apresentou cópia da ata de fundação, em 21 de abril de 2009, com 122 membros fundadores domiciliados em mais de um terço dos estados. Comprovou também a criação de dez diretórios regionais, número atestado pela Procuradoria-Geral Eleitoral, superior portanto ao mínimo de nove diretórios regionais exigidos.
Ainda segundo o voto condutor da ministra, o Partido Pátria Livre coletou o número suficiente de assinaturas, com o apoio de 482.811 eleitores, conforme certificado pelos tribunais regionais eleitorais dos estados. A PGE atestou o caráter nacional do partido, que atingiu 492 mil apoios acima dos 491 mil exigidos pela legislação.
A legenda organizou e encerrou a coleta de mais de 1,2 milhão de assinaturas em 22 unidades da Federação. O partido obteve o Registro de Órgão de Partido Político em Formação (ROPPF) junto aos TREs de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Pará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso, totalizando 11 Estados e, novamente, superando o mínimo exigido pela legislação eleitoral.
De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9096/1995) e a Resolução 23.282/2010 do TSE, a criação de um partido pressupõe o apoio mínimo de 0,5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados na última eleição, percentual equivalente a cerca de 490 mil eleitores. Esse apoio deve estar distribuído em pelo menos nove Estados (um terço), entre outros requisitos previstos na legislação.
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Em 2012, mais um opção de partido
Uma semana depois da criação oficial do Partido Social Democrático (PSD) do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, surge a 29º opção de sigla para os eleitores brasileiros. É o Partido Pátria Livre (PPL) que já se articula em todo o Brasil na montagem das chapas para as eleições municipais de 2012.
Nesta segunda-feira 3, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiram o pedido de criação PPL, por unanimidade, que utilizará a sigla 54. Com 1,2 milhão de assinaturas, o partido foi criado essencialmente por integrantes do Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR8) e de “ativistas e líderes sindicais e movimentos estudantis e feminino”, diz Irapuan Santos, o presidente do partido no Rio de Janeiro que também compõe a executiva nacional.
De acordo com Santos, o projeto político do mais novo partido brasileiro é o de resgatar a “trajetória que temos do ponto de vista da afirmação da nossa nação e aprofundar as transformações que conseguimos conquistar com o governo Lula, com características de investimentos na nação e no povo”.
Para ele, a marca de 1, 2 milhão de assinaturas, os nove diretórios em vários estados do País e o cumprimento de todas as exigências do TSE para a criação da sigla, desmitifica duas questões importantes: a primeira de que já existem muitos partidos no Brasil, “isso não é verdade”, afirma. E a outra, de que o brasileiro não quer saber de política. “Todos que nos apoiaram sabiam que estávamos criando um partido para defender os trabalhadores”.
Por outro lado, na sessão do TSE que deferiu o pedido de criação do partido, o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, fez um comentário crítico, dizendo que o Brasil está inovando na ciência política. “Estamos indo além do pluripartidarismo, estamos ingressando no hiperpartidarismo. É uma novidade que criamos no Brasil”, afirmou.
Diferentemente do rebuliço que causou a criação do partido de Kassab, o PPL que por dois anos passou praticamente em branco agora vai ter efeitos na mídia, acredita Santos. “Pouca gente vai ficar sem falar do Pátria Livre nas eleições, não vai ter como a mídia não falar da gente”.
O novo partido elenca cinco pontos considerados básicos que servirão como guia, inclusive para disputar as eleições do ano que vem. De acordo com Santos, estes pontos que serão vinculados com a situação de cada município em que disputarão eleições são: o fortalecimento do mercado interno, que gera mais emprego e maiores salários; redução de juros; desenvolvimento de tecnologia de ponta, conquistar nossa economia plena; e saúde e educação igual para todos.
Segundo o estatuto do partido, a sigla “se orienta pelos princípios e pela teoria do socialismo científico. Ele forma os seus filiados no espírito da independência, da soberania, do coletivismo e da solidariedade internacional entre os trabalhadores e os povos de todos os países.”
No Rio de Janeiro o partido já se organiza para as eleições em cidades importantes como Campos, Resende e Barra do Piraí. O presidente estadual da sigla falou ainda na possibilidade de apoio a outros partidos, sem citar nomes: “não teremos problema em apoiar candidatos e partidos que tenham afinidade com o nosso programa e vice-versa”. Alguns deles podem ser os mesmo que estiveram presentes na ocasião de lançamento da sigla, em 2009: além de centenas de filiados e lideranças do PMDB, partido que abrigava os militantes do MR8, compareceram ao ato representantes do PT, PCdoB, PSB, PDT, PCB e do Partido Comunista da Bolívia.
Cumprimento de Exigências
De acordo com o voto da ministra Cármen Lúcia, o PPL cumpriu todas as exigências legais para o deferimento do registro. Não houve pedidos de impugnação. O partido apresentou cópia da ata de fundação, em 21 de abril de 2009, com 122 membros fundadores domiciliados em mais de um terço dos estados. Comprovou também a criação de dez diretórios regionais, número atestado pela Procuradoria-Geral Eleitoral, superior portanto ao mínimo de nove diretórios regionais exigidos.
Ainda segundo o voto condutor da ministra, o Partido Pátria Livre coletou o número suficiente de assinaturas, com o apoio de 482.811 eleitores, conforme certificado pelos tribunais regionais eleitorais dos estados. A PGE atestou o caráter nacional do partido, que atingiu 492 mil apoios acima dos 491 mil exigidos pela legislação.
A legenda organizou e encerrou a coleta de mais de 1,2 milhão de assinaturas em 22 unidades da Federação. O partido obteve o Registro de Órgão de Partido Político em Formação (ROPPF) junto aos TREs de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Pará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso, totalizando 11 Estados e, novamente, superando o mínimo exigido pela legislação eleitoral.
De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9096/1995) e a Resolução 23.282/2010 do TSE, a criação de um partido pressupõe o apoio mínimo de 0,5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados na última eleição, percentual equivalente a cerca de 490 mil eleitores. Esse apoio deve estar distribuído em pelo menos nove Estados (um terço), entre outros requisitos previstos na legislação.
Trajetória
O Movimento Revolucionário 8 de outubro surgiu de uma dissidência do PCB e atuante desde o final da década de 1960. De orientação marxista-leninista, o movimento promoveu combate à ditadura e lutava pela instalação de um estado socialista no Brasil. O nome da organização era uma forma de lembrar o dia em que o socialista Ernesto “Che” Guevara havia sido preso pela CIA na Bolívia
Com o início do processo de redemocratização do país, o movimento passou a atuar partidariamente dentro do PMDB e com atuação concreta nos movimentos sociais.
Em 2008, após cogitar a integração ao partido ao PT, chegou-se a conclusão de criar um novo partido.
O presidente da sigla é Sergio Rubens de Araújo Torres, personagem importante dentro do MR8 na luta pela liberdade nos últimos tempos.

Entrevsita com Irapuan Santos, presidente do PPL Rio de Janeiro e integrante da executiva Nacional.
desde o começo incorporou lideranças politicas e sinsicadis do brasil inteiro. Todos do MR8 migraram para o PPL. Em função da crise do mundo capitalista, ´partindo e uma avaliação de que as crises foram momento sde que o Brasil deu um salto importante e a referencia é o ano em que
projeto: resgatar trajetória que temos do ponto de vista da afirmação da noss a nação aprifundar as transformações que conseguimos conquistar com o governo Lula com características de investimentos na ancao e no povo.
5 pontos: fortalecimento do mercado interno, mais empregio e salario
Redução dos juros, um entrave importante para o crescimento do pais, precisamos retomar o crescimento
Questão de concentração de recursos de estado ... desenvolvimento de tecnologia de ponta, cinquista da nossa economia pkenas
Saúde e educação igual para todos.
Realizamos o segundo congressoaprovados nesses cinco pontos para o procimo período. Vamos buscar fazer vinculo da situação dos unicipios com essese pontos nas eleições municipais.
Do ponto de vista da judstica eleitoral a sessão de registro foi publica assimk como o Kassab foi mais rápida
Há 2 anos lançamos o manifesto de criação e de lá pra cá, npis cumprimos todas as etapas, criamos direretório estaduais. Fizemos a coleta de 1 milhao e 200 assinaturas e somos um partido que temos características diferentes do Kassab não é dissidência e nem sugiu de brigas politicas, foi criada por uma militância aguerrida que conta com ativistas lideres sinidcais e movimentos estudantis e feminino. É um partido que cada assinatura coletada foi baseada num programa. Nos acreditamos que o fato de termos conseguido esse apoios de mais de um mulhao de assinatura diusmistificad duas questpes importantes a primeira de que já existe muyits partido no brasil, não é verade.
De que o povo na quer saber de política e tal. Todos qie apoiaram sabiam queestavamos criandp um partido para defender os trabalhadores.
Pou ca genete vai ficar sem falar o pátria livre nas eleições, a mídia.
No Rj já estamos nos organizamos poara as eleições com candidatos em cidades importantes como campos, resende barra do pirai.
Não teremos problema em apiar candidatos que
As fguras centrais são pessoas qiue tem experiência bastabte grande, não são pessoas que passaram por um processo eleitoral. A lídia Correia em SP é figura expressiva. Em São Carlos, o vce prefeito, RS, Werner Rempel, na verdade essas lideranças do PPL vão ser uma novidade importante na roxima eleição. A nossa forma de contruir o partudo não foi centrar na certa figura a central é o Sergio Rubens de Araujo Torres. Personagem importante pela luta pela liberdade nos pultimos tempos. Ele tem, dado controibbuição importante do nosso fundador companheiro.

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