Você está aqui: Página Inicial / Mais Admiradas / “Não fiquemos com pessimismo”, diz Abilio Diniz a empresários

Mais Admiradas

As empresas mais admiradas no Brasil

“Não fiquemos com pessimismo”, diz Abilio Diniz a empresários

por Redação — publicado 10/11/2014 22h29, última modificação 11/11/2014 00h03
Em evento promovido por CartaCapital, fundador do Grupo Pão de Açúcar pediu que presidentes das maiores companhias no País ajudem a impulsionar o crescimento
Yghor Boy
Abilio Diniz

Fundador do grupo Pão de Açúcar destacou o potencial do mercado brasileiro, com 200 milhões de pessoas, e ressaltou como é bem visto no exterior

O presidente do conselho da BRF e criador do grupo Pão de Açúcar, Abilio Diniz, fez um apelo aos empresários brasileiros, na noite desta segunda-feira 10, durante a premiação As Empresas Mais Admiradas No Brasil 2014, organizado por CartaCapital.

O empresário pediu que os presidentes das maiores companhias do País deixem de pessimismo e deem força à presidenta Dilma Rousseff para impulsionar o crescimento econômico do Brasil.

“Temos um papel para exercer neste momento. Temos de dar oportunidade para que a presidenta Dilma cumpra seus compromissos”, disse ao se referir ao discurso feito pela presidenta no dia da reeleição. “Aceito o diálogo, aceito o diálogo de seus representantes. Não fiquemos com pessimismo e achando que nada vai dar certo e que tudo está perdido. É o momento de dizermos pra presidente Dilma que conte conosco. Somos o motor da economia. Vamos apoiar, vamos dar força. O Brasil realmente precisa crescer e vai crescer”, afirmou Diniz.

Abilio Diniz também procurou destacar o potencial do mercado brasileiro, com 200 milhões de pessoas, e ressaltou como esse mercado é bem visto no exterior. “Todo mundo olha aqui para dentro. São 200 milhões de pessoas, um imenso mercado de consumo. Todas as indústrias se voltam pra cá, querendo estar aqui dentro, querendo ampliar participação nesse mercado”, ressaltou.

Diniz, no entanto, mandou um recado para Dilma. De acordo com ele, as empresas brasileiras têm muito a reivindicar e o governo precisa “estender a mão” para “conversar”. “Temos muito a reivindicar, temos muito a exigir. Temos direito a pedir que [o governo] diminua as incertezas. Pior ou melhor que seja o futuro, tire as incertezas da frente”, afirmou.

registrado em: ,