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O cara e a América Latina!

por Leonardo Calvano — publicado 19/01/2011 09h47, última modificação 19/01/2011 09h47
Enquanto a Doutrina Bush estava preocupada em caçar terroristas pelos quatro cantos do mundo e enxergava a Alca como um meio de manter o controle da situação na sua vizinhança, nosso país crescia e se aproximava dos países latino-americanos

O papel de liderança que caberia naturalmente aos Estados Unidos no continente, em particular na América Latina, claro se a potencia não tivesse planos sempre tão obscuros e uma politica devassa de dominação, foi facilmente conquistado pelo Brasil, após uma política de aproximação, reconciliadora e de igualdade do governo Lula e que deve ter continuidade na gestão de Dilma governo que agora chega.

Enquanto a Doutrina Bush estava preocupada em caçar terroristas pelos quatro cantos do mundo e enxergava a Alca como um meio de manter o controle da situação na sua vizinhança, nosso país crescia e se aproximava dos países latino-americanos.

Não foi a toa que o ex-presidente Lula escolheu a Argentina como seu primeiro destino internacional assim que assumiu a presidência, em 2002. Ao longo dos oito anos de seu governo, Lula se fortaleceu como líder, virou referência na América Latina e estreitou os laços com nossos vizinhos.

Lula aproximou a Venezuela do Mercosul, intermediou e encontrou uma solução para crises diplomáticas do ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, com Hugo Chávez e Rafael Correa, do Equador. Assim como em Honduras, onde teve papel de destaque após o golpe de estado que isolou Manuel Zelaya, em 2009. Depois de ter sido obrigado a deixar seu país, Zelaya se refugiou na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde ficou por quatro meses.

Gerenciou a crise do gás boliviano. Apesar de muito criticado, disse que a nacionalização dos recursos naturais da Bolívia era uma medida soberana e aceitou renegociar, sem retaliação. No Haiti, já comandava uma força de paz quando um terremoto arrasou o país mais pobre do continente no ano passado. A permanência do exército brasileiro não tem data para acabar, provavelmente o Brasil irá liderar a sua reconstrução.

Cuba

A amizade entre o líder cubano, Fidel Castro, e Lula já dura mais de 30 anos. Eles se conheceram na Nicarágua, em 1980, durante as comemorações do primeiro aniversário da revolução sandinista. Quando ainda era líder sindical, o ex-presidente visitou Cuba diversas vezes, assim como Fidel veio ao Brasil: ele se hospedou na casa de Lula, em São Bernardo do Campo (SP), em 1994.

O prestigio do líder brasileiro é tanto junto ao comandante, que Fidel, fato raro, veio à posse de Lula prestigiar o amigo no mesmo dia do aniversário da Revolução Cubana, 1º de janeiro.

As relações entre os dois países se estreitaram mais ainda. Entre 2003 e 2010, o ex-presidente fez quatro viagens oficiais a Cuba, nas quais assinou acordos comerciais e facilitou a entrada de empresas brasileiras na ilha. Junto de Hugo Chávez, Lula foi um dos principais defensores do fim do embargo à ilha, que já dura quase 50 anos.

Sim, Obama, Lula foi (e ainda é) o cara!

A amizade entre o líder cubano, Fidel Castro, e Lula já dura mais de 30 anos. Eles se conheceram na Nicarágua, em 1980, durante as comemorações do primeiro aniversário da revolução sandinista. Quando ainda era líder sindical, o ex-presidente visitou Cuba diversas vezes, assim como Fidel veio ao Brasil: ele se hospedou na casa de Lula, em São Bernardo do Campo (SP), em 1994.

O prestigio do líder brasileiro é tanto junto ao comandante, que Fidel, fato raro, veio à posse de Lula prestigiar o amigo no mesmo dia do aniversário da Revolução Cubana, 1º de janeiro.

As relações entre os dois países se estreitaram mais ainda. Entre 2003 e 2010, o ex-presidente fez quatro viagens oficiais a Cuba, nas quais assinou acordos comerciais e facilitou a entrada de empresas brasileiras na ilha. Junto de Hugo Chávez, Lula foi um dos principais defensores do fim do embargo à ilha, que já dura quase 50 anos.

Sim, Obama, Lula foi (e ainda é) o cara!

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