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Estudantes chilenos vão às ruas por melhoras na educação

por Redação Carta Capital — publicado 30/06/2011 22h13, última modificação 30/06/2011 22h16
Movimento, que arrebatou cerca de 120 mil pessoas em todo o país, registrou conflitos e a prisão de 121 indivíduos

De acordo com números oficiais, cerca de 80 mil pessoas foram às ruas de Santiago, capital do Chile, nesta quinta-feira 30, em uma marcha de estudantes para pedir melhoras na educação pública. Os manifestantes também reivindicavam a convocação de um plebiscito para saber a opinião popular sobre questões ligadas ao ensino e também a nacionalização de recursos naturais. No restante do país outros 40 mil se juntaram ao movimento.

No entanto, segundo o Colégio de Professores (Confech), o protesto teria reunido em todo o país cerca de 400 mil pessoas. Destas, a Federação dos Estudantes da Universidade do Chile afirma que entre 200 e 250 mil estavam em Santiago.

Na capital, os manifestantes se reuniram na Plaza Italia e foram até o Ministério da Educação e o Palácio Presidencial de La Moneda, em uma ação que registrou confrontos com a polícia. Na capital, 38 pessoas foram presas e no país ocorream 121 detenções, com 24 soldados feridos.

O Chile possui 3,5 milhões de estudantes entre a educação primária e o ensino médio, além de mais um milhão cursando o ensino superior.

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