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Economia

Desemprego sobe para 6,7%, aponta o IBGE

por Agência Brasil publicado 25/06/2015 10h12, última modificação 25/06/2015 10h14
A taxa é a mais alta para maio verificada pelo instituto nas seis regiões metropolitanas pesquisadas desde 2010
Fernando Frazão / Agência Brasil
Desemprego

No Rio de Janeiro, sindicalistas protestam contra as medidas provisórias 664 e 665, em frente a Central do Brasil, em janeiro

O desemprego em seis regiões metropolitanas do país subiu para 6,7% em maio, informou hoje a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio do ano passado, o desemprego estava em 4,9%.

A PME produz indicadores mensais sobre a força de trabalho que permitem avaliar as flutuações e a tendência, a médio e a longo prazos, do mercado de trabalho. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

De março para abril deste ano, a taxa subiu de 6,2% para 6,4%, subindo 0,2 ponto percentual. Já a variação de abril para maio foi de 0,3 ponto percentual, considerada estatisticamente estável.

No início do ano, o desemprego era 5,3%, e uma trajetória de alta o levou para 5,9% em fevereiro e 6,2% em maio. Com o resultado de maio, o crescimento do desemprego acumula 1,4 ponto percentual este ano.

A taxa é a mais alta já registrada para um mês de maio desde 2010, quando alcançou 7,5%. Desde então, a taxa vinha caindo na comparação com o mesmo período do ano anterior e registrou sua primeira alta em 2015 frente a 2014.

A população ocupada e a população não economicamente ativa se mantiveram estáveis em ambas as comparações e houve queda de 1,8% no número número de trabalhadores de carteira assinada no setor privado em relação a 2014. Frente a abril, o emprego formal no setor privado ficou estável.

A região metropolitana que registra a maior taxa de desemprego é Salvador, com 11,3%, seguida por Recife, com 8,5%, São Paulo, com 6,9%, Belo Horizonte, com 5,7%, Porto Alegre, com 5,6%, e Rio de Janeiro, com 5%.

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