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Política

Atentado a bomba

Instituto Lula interpela Danilo Gentili na Justiça

por Redação — publicado 13/08/2015 18h00, última modificação 13/08/2015 18h00
Pelo twitter, o apresentador afirmou que atentado a bomba contra escritório do ex-presidente Lula teria sido armação
Divulgação

O Instituto Lula protocolou nesta quinta-feira 13 um pedido de interpelação judicial contra o apresentador de tevê Danilo Gentili. Em seu perfil pessoal no Twitter, Gentili afirmou que o atentado a bomba sofrido pelo instituto no fim de julho teria sido “forjado” para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se “fizesse de vítima”.

O resulto da ação, segundo Gentili, teria sido o oposto ao planejado. Para o apresentador, as pessoas acabaram por lamentar o fato de a bomba não ter atingido o ex-presidente. A interpelação judicial é um procedimento anterior à ação judicial, com o objetivo de oferecer a Gentili a oportunidade de explicar suas palavras, provar suas afirmações ou se retratar. 

O atentado contra o Instituto Lula está sendo investigado pela Polícia Civil. A investigação ainda não apresentou resultados.

Aprofundamento das investigações

Também nesta quinta-feira 13, 33 deputados estaduais paulistas de diversos partidos assinaram um manifesto pelo aprofundamento das investigações do atentado contra o Instituto Lula. O documento foi entregue ao presidente da Casa, deputado Fernando Capez (PSDB), que encaminhará para o secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes.

“Uma vibrante democracia como a nossa não pode admitir, em nenhuma hipótese, um ataque a bomba contra seus cidadãos, contra sede de instituições públicas ou privadas, sendo intolerável quando o ataque é desferido contra um ex-presidente da república e, mais especificamente, Lula”, diz o manifesto. Entre os deputados que assinam o documento está o deputado Coronel Telhada (PSDB), ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo, que parabenizou a iniciativa e classificou o ataque ao Instituto Lula como crime.