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Política

Eleições 2014

PSB decide apoiar Aécio Neves no segundo turno

por Agência Brasil publicado 08/10/2014 19h35, última modificação 12/10/2014 10h26
Em reunião, 22 membros da legenda votaram pelo apoio a Aécio, 7 pela neutralidade e apenas 1 votou pelo apoio a Dilma
Valter Campanato/Agência Brasil
Roberto Amaral e Aécio Neves

Apesar de ter votado pela neutralidade do partido, Roberto Amaral cumprimenta Aécio Neves

Botão Eleições 2014A Executiva Nacional do PSB decidiu, na quarta-feira 8, apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência da República, no segundo turno. Após três horas de reunião, 22 membros da Executiva votaram pelo apoio a Aécio, 7 pela neutralidade e apenas o senador João Capiberibe (AP) votou pelo apoio a Dilma.

Os que escolheram pela neutralidade foram a senadora Lídice da Mata (BA), o senador Antônio Carlos Valadares (SE), Katia Born, o secretário de Juventude Bruno da Mata, o presidente do partido Roberto Amaral, a deputada Luiza Erundina (SP) e o secretário da Área Sindical, Joílson Cardoso.

Mais cedo, o PV também declarou apoio ao tucano no segundo turno das eleições. A Executiva Nacional do partido deu 33 votos para Aécio e 6 para Dilma, além de 3 abstenções. Entre os apoiadores de Aécio no partido, de acordo com o jornal O Globo, está Eduardo Jorge, que discursou a favor do tucano. O candidato obteve 630.099 votos no primeiro turno desta eleição, 0,6% do total.

Outro que já declarou voto no ex-governador de Minas Gerais foi o Pastor Everaldo (PSC), candidato à Presidência derrotado no primeiro turno. “Pelos seus ideais, o partido faz opção pelo senador Aécio Neves. Estaremos daqui a pouco com ele para manifestar nossa decisão em favor do seu nome”, disse o pastor.

Já a candidata do PSOL à Presidência Luciana Genro divulgou que o partido permanecerá neutro. Contudo, afirmou que esta não seria uma posição totalmente neutra, porque, embora não se alinhe a qualquer dessas opções, nega o voto em Aécio Neves, do PSDB. Apesar da decisão da Executiva do PSOL, Luciana não pretende declarar se votará pessoalmente em Dilma, em branco, ou se anulará.