Política

Pesquisa Ipec mostra vantagem de Lula sobre Bolsonaro no Sudeste e Nordeste

O ex-capitão lidera a disputa no Norte, Centro-Oeste e Sul

Lula e Jair Bolsonaro. Fotos: Ricardo Stuckert e Evaristo Sá/AFP
Apoie Siga-nos no

A primeira pesquisa Ipec (ex-Ibope) do segundo turno, divulgada na quarta-feira 5, mostra que o ex-presidente Lula (PT) lidera no Nordeste e Sudeste enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece à frente no Norte, Centro-Oeste e Sul.

No resultado geral, o petista soma 51% das intenções de voto contra 43% do ex-capitão. Brancos e nulos são 4%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos, Lula tem 55% e Bolsonaro, 45%. Neste caso, são excluídos os votos em branco e os nulos e os eleitores indecisos

Segundo o levantamento, o Sudeste é a região em que a vantagem do ex-presidente sobre o atual é menor: 47% x 45%. No primeiro turno, nos quatro estados [São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo], Lula ficou com 42,6% dos votos e Bolsonaro com 47,6%.

De acordo com o instituto, no Nordeste o petista 69% das intenções de voto e o ex-capitão fica com 26%. Na primeira etapa da eleição, Lula teve 67% dos votos válidos na região.

No Norte e Centro-Oeste, diz o Ipec, Bolsonaro tem 53% das intenções contra 43% do ex-presidente. No primeiro turno, Bolsonaro foi melhor nas duas regiões: Centro-Oeste (53,8% contra 37,8%) e Norte (47% a 45,5%).

Por fim, no Sul, a pesquisa mostra que, hoje, o atual presidente lidera com 54% das intenções de voto e Lula fica com 37%. No dia 2 de outubro, a distância foi de 54,6% a 36,8%.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo