Política

Partidos indicam senadores para a CPI da Braskem, que pode sair do papel

Sete dos 11 titulares da comissão já foram definidos

Registro aéreo do bairro Mutange, em Maceió (AL), em meio ao risco de colapso de uma mina da Braskem, em 1º de dezembro de 2023. Foto: Robson Barbosa/AFP
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A CPI da Braskem no Senado já tem definidos sete de seus 11 membros titulares, informou nesta quinta-feira 7 Renan Calheiros (MDB-AL), o principal articulador do colegiado.

Segundo o emedebista, a perspectiva é que a instalação da comissão ocorra na semana que vem, entre terça e quarta-feira.

As primeiras reuniões, porém, aconteceriam apenas em fevereiro, após o recesso parlamentar. Renan defende que as vítimas de Maceió (AL) sejam as primeiras ouvidas.

Renan informou que já foram indicados:

  • Jorge Kajuru (PSB-GO);
  • Omar Aziz (PSD-AM);
  • Efraim Filho (União-PB);
  • Wellington Fagundes (PL-MT);
  • Eduardo Gomes (PL-TO);
  • Renan Calheiros (MDB-AL); e
  • Cid Gomes (PDT-CE).

Os suplentes já indicados são Magno Malta (PL-ES), Fernando Farias (MDB-AL) e Leila Barros (PDT-DF).

A Defesa Civil de Maceió informou nesta quinta que o afundamento acumulado do solo do bairro do Mutange, onde a Braskem extraía sal-gema, chegou a 1,99 metro e que a velocidade da movimentação do solo é de 0,25 centímetro por hora. O deslocamento vertical verificado nas 24 horas anteriores ao relatório foi de 6 centímetros.

Diante da situação, o órgão da prefeitura alerta que permanece o risco de colapso (desabamento) do terreno acima da mina 18 da Braskem.

No relatório mais recente, os especialistas da sala de situação, formada por diversos órgãos e ministérios, avaliam que o “quadro de instabilidade geológica em Maceió está em acomodação” e melhorando diariamente. No entanto, a recomendação é de cautela máxima e monitoramento integral.

Por precaução, a Defesa Civil de Maceió sugere que a população não transite na área desocupada até uma nova orientação.

(Com informações da Agência Brasil)

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