Centrais Sindicais lançam campanha para manter auxílio emergencial de 600 reais

Bolsonaro prorrogou por mais três meses o pagamento do auxílio, mas cortou o valor pela metade

Centrais Sindicais lançam campanha para manter auxílio emergencial de R$600. Foto: Reprodução

Centrais Sindicais lançam campanha para manter auxílio emergencial de R$600. Foto: Reprodução

Política

Centrais sindicais lançaram, nesta quinta-feira 17, a campanha “600 Pelo Brasil”, que pede para que o presidente da Câmara dos Deputados,  Rodrigo Maia (DEM), mantenha o auxílio emergencial no valor de 600 reais até dezembro.

O governo federal prorrogou por mais três meses o pagamento do auxílio, mas cortou o valor pela metade.  A medida provisória foi enviada para o Congresso, mas já começou a valer a partir do momento de sua publicação.

Caso Maia não coloque a medida em pauta, o governo poderá manter os 300 reais até o final do ano. A ideia da campanha é reunir assinaturas e enviar para Brasília.

“Diminuir o valor restringe a capacidade de milhões de famílias brasileiras enfrentar as consequências da crise sanitária causada pela pandemia do coronovírus, especialmente para pagar alimentação, moradia, transporte, bens de consumo básicos, além de todas as outras necessidades”, diz o documento.

Em evento de lançamento, feito de forma virtual, os presidentes dos 11 sindicatos participantes subiram o tom e disseram que vão para as ruas lutar pelo auxílio.

“A hora que os preços começam a subir, o governo decide cortar o valor pago aos trabalhadores. Isso é um crime”, afirmou Miguel Torres, um dos idealizadores da campanha.

Assinam conjuntamente o documento representantes da CUT, Força, UGT, CTB, CSB, NCST, CGTB, Intersindical, CSPConlutas, Intersindical e Pública.

 

 

 

 

 

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Repórter do site de CartaCapital

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