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A Rússia depois da Revolução

Nos anos recentes, uma leva de novas traduções de obras escritas na segunda metade do século XX mostra a riqueza e a variedade da literatura russa

Imaginários. Iúchka e Outras Histórias, de Andrei Platônov, acaba de sair no País, ilustrado por Rick Rodrigues – Imagem: Rick Rodrigues
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Aquilo que entendemos por “Rússia” teve diferentes denominações e desenhos territoriais ao longo dos séculos, mas uma coisa parece constante: a força e a influência da sua literatura nos mais variados contextos e idiomas. Longe de ser um monolito definido pela oposição entre Fiódor Dostoiévski e Lev Tolstói, a literatura russa é feita de uma miríade de nomes e estilos.

No que diz respeito à tradução de obras russas, o contexto brasileiro é muito positivo: nos anos recentes, várias editoras e tradutores colocaram em circulação livros de Mikhail Kuzmin, ­Ievguêni ­Zamiátin e Ivan Búnin, entre outros. Acaba de aparecer, pela editora Ars et ­Vita, com tradução de Maria ­Vragova, um volume de contos de Andrei ­Platônov: ­Iúchka e Outras Histórias.

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