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Rússia condena jogadora de basquete dos EUA a 9 anos de prisão; Biden diz ser ‘inaceitável’

O julgamento de Brittney Griner acontece em meio a uma crise entre Moscou e Washington

Foto: Divulgação/Maria Blagovolina
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Um tribunal russo condenou, nesta quinta-feira 4, a estrela do basquete norte-americano Brittney Griner a nove anos de prisão por tráfico de drogas.

O julgamento ganhou peso político internacional devido ao confronto geopolítico envolvendo os Estados Unidos e a Rússia, após a invasão da Ucrânia.

A atleta foi considerada culpada por contrabando de óleo de haxixe para o país russo.

Os países vinham discutindo a possibilidade de uma troca de prisioneiros que poderia devolver a estrela do basquete para casa. Ela está detida na Rússia desde fevereiro deste ano.

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou que a condenação é “inaceitável” e alertou que Moscou estaria detendo Griner indevidamente.

Biden pediu à Rússia que liberte imediatamente a jogadora, dizendo em um comunicado que seu governo continuará a buscar todos os caminhos para levá-la para casa em segurança.

Os diplomatas norte-americanos esperam que o presidente russo, Vladmir Putin, mude de posição e aceite a proposta de Washington para liberar a jogadora e outro prisioneiro em troca de um traficante de armas russo preso nos Estados Unidos.

Elizabeth Rood, vice-chefe de missão da Embaixada dos Estados Unidos em Moscou, chamou a condenação de Griner de “um erro judiciário”.

“O secretário de Estado Blinken, a equipe de segurança nacional do presidente Biden e todo o governo americano continuam comprometidos em trazer Griner para casa com segurança para sua família e amigos”, disse.

Marina Verenicz
Repórter do site de CartaCapital

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