Mundo

Nunca vi uma guerra em que a preferência é pela morte de crianças e mulheres, diz Lula sobre Gaza

A declaração foi concedida em Berlim, ao lado do chanceler alemão, Olaf Scholz

O presidente Lula em pronunciamento ao lado do chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, em Berlim, em 4 de dezembro de 2023. Foto: Michele Tantussi/AFP
Apoie Siga-nos no

O presidente Lula (PT) reforçou nesta segunda-feira 4 suas críticas à guerra entre Israel e o movimento palestino Hamas.

Para Lula, a Organização das Nações Unidas não tem cumprido o seu papel de buscar a paz.

“Não há por que haver essa guerra. A desgraça foi feita no primeiro atentado [do Hamas], e a ONU deveria intervir para que encontrassem uma solução”, afirmou o petista. “Nunca vi uma guerra com uma preferência da morte sobre crianças, mulheres… Mulheres, inclusive, antecipando o parto, fazendo cesariana para não ver seus filhos morrerem.”

A declaração foi concedida em coletiva de imprensa ao lado do chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, em Berlim.

Lula também afirmou que o Itamaraty deve repatriar mais 102 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e defendeu que a única solução para o conflito é a consolidação de dois Estados.

O Ministério da Saúde de Gaza divulgou nesta segunda um novo balanço de vítimas. Segundo a pasta, 15.899 palestinos foram mortos pela campanha militar de Israel na Faixa de Gaza desde 7 de outubro — destes, a estimativa é que 70% sejam mulheres e crianças.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Um minuto, por favor…

O bolsonarismo perdeu a batalha das urnas, mas não está morto.

Diante de um país tão dividido e arrasado, é preciso centrar esforços em uma reconstrução.

Seu apoio, leitor, será ainda mais fundamental.

Se você valoriza o bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando por um novo Brasil.

Assine a edição semanal da revista;

Ou contribua, com o quanto puder.