Educação

O que as escolas podem fazer para prevenir o coronavírus?

Equipe de infectologistas do Albert Einstein, em São Paulo, falam de ações de prevenção para evitar o contágio pelo Covid-19

Volta às aulas em SP tem data marcada. Créditos: EBC Volta às aulas em SP tem data marcada. Créditos: EBC
Volta às aulas em SP tem data marcada. Créditos: EBC Volta às aulas em SP tem data marcada. Créditos: EBC

Uma equipe de infectologistas do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, realizou na quinta-feira 13 uma live para orientar como as escolas podem fazer para prevenir o contágio pelo coronavírus. A médica infectologista Vivian Avelino Silva anunciou algumas ações possíveis ao lado dos especialistas Hélio Bacha e Márcio Moreira.

O pediatra infectologista Mário Moreira reforçou que as formas de prevenção do coronavírus são as mesmas de todos os vírus respiratórios: higiene frequente das mãos, etiqueta da tosse, protegendo a boca com o auxílio das mãos, braço ou papel. Vivian também lembrou da importância de higienizar as superfícies e objetos que as crianças tocam com frequência, como mesas, carteiras, maçanetas, corrimão. A limpeza, segundo a infectologista, pode ser reforçada com álcool 70% ou de hipoclorito.

 

O doutor Hélio Bacha também chamou a atenção para os bebedouros de água, que também acumulam chances de transmissão de vírus respiratórios e do próprio coronavírus. “Nas escolas, o que se recomenda é que aluno, criança, tenha seu pote de água, para uso individual”.

A equipe também comentou sobre a necessidade das crianças deixarem de frequentar as escolas. Moreira afirmou que as crianças devem deixar de ir às aulas sempre que apresentarem sintomas. “Pensando no coronavírus, qualquer sintoma respiratório como tosse, coriza, cansaço, associado a febre. Mesmo que ela não tenha uma epidemiologia, teoricamente não tenha risco de estar com coronavírus, ela está expondo os colegas a algum risco. A criança doente não deve ir para a escola”, afirmou.

Veja a live na íntegra:

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