CartaExpressa

Eletrobras vende sua participação na Copel por R$ 125,3 milhões

Venda visa a “redução de participações minoritárias e não estratégicas”, diz comunicado da Eletrobras

Eletrobras tinha mais de 15 mil ações ordinárias na Companhia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

A Eletrobras anunciou nesta segunda-feira 4 que concluir a venda da totalidade de sua participação acionária na Companhia Paranaense de Energia, a Copel, por R$ 125,3 milhões.

Segundo a empresa, a venda visa redução de participações minoritárias e não estratégicas. Além da simplificação e otimização de seu portfólio.

A Eletrobras tinha mais de 15 mil ações ordinárias na Companhia. Com isso, a empresa reduz para 19 o número de participações societárias minoritárias em empresas Coligadas e Participadas.

Privatização da Copel

A Copel concluiu sua operação de privatização no último dia 8 após uma oferta bem-sucedida de ações na bolsa de valores, que movimentou R$ 5,2 bilhões, incluindo a venda de um lote suplementar.

A privatização, entretanto, é questionada na Justiça. O conselheiro relator da ação que analisa a privatização no Tribunal de Contas do Estado do Paraná, Maurício Requião de Mello e Silva, pediu a suspensão da oferta para uma melhor avaliação do preço de venda das cotas.

Partidos da oposição no estado, como PT e PDT, também tentam recorrer em nível federal para barrar a venda da empresa.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo